Fico muito feliz de ter assistido esse filme neste momento da vida. Sou psicólogo e trabalho em escolas, com adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Impossível não se emocionar diante de tantas estórias bem parecidas com as que escuto todos os dias. Pessoas como esta professora nos fazem continuar firmes, acreditando. Acreditando no poder de transformação e claro, no amor. Super indico.
ESCRITORES DA LIBERDADE, um olhar educacional e filosófico sobre o poder de transformação através do conhecimento. Confira o comentário completo no me blog pensando-o-bem.3cblog.com.br .... super filme. super recomendo.
Muito bom!!! Relembra o quanto é frutuoso acreditar no ser humano, quando oferecemos os instrumentos essenciais! Especialmente o resgate da fé em si mesmo!
Eu sou muito fã da Hilary Swank, e acho que esse filme é a cara dela. Faz uma professora envolvida com alunos que enfrentam problemas de aceitação na sociedade. A professora, sozinha, contra todos os preconceitos e contra a própria metodologia do estado americano, implanta um sistema de ensino que abre os olhos e as mentes de alunos considerados "perdidos". Menciona o holocausto, Anne Frank e mostra como a sociedade "moderna" é hipócrita em relação à população mais frágil. Uma lição inclusive para os preconceituosos. Uma lição para nós brasileiros. Imperdível.
Achei que é um filme muito inteligente e que mostra que as pessoas tem o seu melhor para ser demonstrado, a professora acredita no potencial dos alunos, ao contrario de todo mundo, até mesmo deles, ela consegue fazer um reviravolta na vida de todos, isso torna o filme muito interessante
Inicialmente diria que o filme é um tapa na cara dos ufanistas em relação aos EUA e daqueles que fazem a apologia do "american way of life". Gestores Educacionais que não acreditam na possibilidade dos desiguais conviverem harmoniosamente e professores que não acreditam no potencial de seus alunos, escolas que são dotadas de recursos mas que são subutilizados e subaproveitados por docentes e discentes, alunos que formam quadrilhas e andam armados no interior da escola. Miséria, marginalidade, violência, segregação racial e toda uma série de preconceitos (étnico racial, social e de gênero) se avolumam para demonstrar, sem retoques, a realidade das escolas públicas daquele país. Nadando contra a maré e realizando o seu trabalho sem nenhuma colaboração da gestão escolar (e apesar da má vontade desta) está uma professora solitária, a qual acima de tudo não quer decepcionar seu pai, que havia marchado pelos Direitos Humanos na década de 60. Ela se desdobra, passa a ter mais dois empregos (recepcionista de Hotel e vendedora de lingerie) para custear os materiais e recursos pedagógicos que lhe são negados e que ela utiliza para resgatar a cidadania e o protagonismo dos estudantes, propondo o exercício do conhecimento de si mesmos, do seu entorno e do mundo. A professora realiza com estes alunos exluídos e marginalizados grandes projetos pedagógicos que culminam na leitura aprofundada do "Diário de Anne Frank" (como um subsídio aos seus próprios diários, onde consolidam suas leituras de mundo e reflexões críticas sobre a realidade) e até no custeio, via festas e atividades acadêmicas, da passagem da senhora que havia escondido Anne e sua família, para debater com eles. A professora acaba se divorciando, como fruto do excesso de dedicação e dos outros dois empregos que assumiu, e que lhe retiraram toda a possibilidade de convívio familiar/doméstico mas, ao final do filme, acabamos sabendo que a experiência foi replicada outras vezes e que ela acabou lecionando na Universidade da Califórnia. Filme para ser assisido com o lenço ou a caixa de lenços de papel ao lado e com o raciocínio desperto!
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