Os Bons Companheiros
Média
4,6
1937 notas

76 Críticas do usuário

5
44 críticas
4
21 críticas
3
3 críticas
2
5 críticas
1
3 críticas
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
MAGRAOBL
MAGRAOBL

31 seguidores 402 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2023
[09/02/2023 HBO Max]

Mais um ótimo filme do Scorsese.
Atuação mais que brilhante de Ray Liotta e Robert De Niro.
Obra prima do cinema...
Gusferrer
Gusferrer

6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de janeiro de 2023
Que imersão que esse filme trás do começo ao fim, nem parece que é um filme tão longo, sem falar na trilha sonora maravilhosa. É nítido os traços de direção do Scorsese nesse filme, com a maneira de vivenciar os momentos, os cortes geniais, uma narrativa que te cativa vinda de todos os lado, disruptiva, a quebra da quarta parede de formas tão sutis, mesmo uma temática tão batida sobre máfia, principalmente nos anos 90, consegue ser um Filmaço!
Gabriel B.
Gabriel B.

4 seguidores 41 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de novembro de 2022
FILMAÇO. Quando se fala sobre máfia qual filme vem na sua cabeça? O poderoso chefão com certeza, mas os bons companheiros é fantástico.
Ele conta a história de um garoto interpretado pelo Ray Liotta que sempre quis ser um gângster pois pra ele a máfia podia tudo.
Começou "trabalhando" para um mafioso local até ser finalmente introduzido na máfia (uma espécie de promoção).
Logo que entrou ele começou a viver a realidade do negócio e entrou de cabeça corpo e alma.
Os negócios ilegais como agiotagem, assassinatos etc começaram a fazer parte do cotidiano dele. Mas, tudo que é "bom" dura pouco. Recomendo.
Avaliador
Avaliador

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2022
nem preciso falar muito desse filme, meu favorito, um clássico da máfia com a dupla Roberto Deniro e Joe Pesci no auge em seu melhor personagem um sádico e cruel mafioso e Ray Liiota como protagonista.
Arthur
Arthur

5 seguidores 85 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de janeiro de 2022
Goodfellas é um filme espetacular. Scorsese conta aqui a ascensão e queda de Henry Hill com a facilidade de talento e brio que só anos na indústria podem trazer. Este filme parece uma verdadeira olhada no mundo desses homens, com cada um de nossos personagens principais totalmente concretizados a ponto de compreendê-los perfeitamente. Para um filme de gangster americano, não há nada melhor do que a excelente atuação vista neste clássico. Não vejo performance mais icônica do que Joe Pesci. "What do you mean I'm funny?" Robert De Niro é apenas o terceiro artista mais ultrajante. Até mesmo a narração constante de Ray Liotta funcionou perfeitamente, e geralmente não sou um fã de narrações. Scorsese é um verdadeiro mestre. A entrada constante da câmera em Copacabana é de primeira. E este filme começa um estrondo, literalmente. Uma das obras definitivas da carreira de Martin Scorsese, um filme que deveria ser obrigatório tanto para fãs de longa data do cineasta, quanto para cinéfilos entusiastas.
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de setembro de 2021
Goodfellas é um abrir de portas para o mundo da máfia, um convite para que nos deixemos envolver por suas particularidades. O personagem de Liotta faz, dramaturgicamente, o que Scorsese busca no sentido formal do filme. Sua narração, acompanhada dos longos travellings, desenvolvem um estilo que recebe amplificações em momentos pontuais da narrativa, como na cena em que os personagens literamente se apresentam para a câmera com bordões característicos.

De modo ainda mais marcante, essa interpelação à câmera é retomada na sequência final, concretizando um fechamento formal para a trama. Scorsese ainda insere um plano de Pesci atirando em direção à câmera, sua referência ao Grande Roubo do Trem, como que desafiando o público que busca, frustradamente, alguma crítica moral mais clara dentro da narrativa.

Toda a mise-en-scène do filme consegue sustentar o ritmo de modo muito eficaz por conta dessa liberdade dada pela fluidez da narração. Os movimentos de câmera se aproximam ou distanciam dos personagens para enfatizar suas importâncias em determinadas cenas. Muito do que é narrado em off recebe sua devida concretização através desses movimentos, mas também há um uso muito interessante do silêncio narrativo, se aproveitando dos enquadramentos para articular a sugestão de algo que sucederá.

Os movimentos de câmera também funcionam ao dar atenção particular à bizarrices deste universo gângster. Algumas cenas-chave desse tom são a já citada apresentação dos mafiosos no bar, a do casamento entre Liotta e Bracco e a do encontro de esposas. Nota-se como, em duas das cenas citadas, a narração é feita pela personagem de Bracco, representando uma variação à costumeira voz em off de Liotta. Este recurso, aliada aos travellings e uma montagem que busca entrecortar pequenas ações, ou ampliar a repetição de padrões (as infinitas saudações no casamento, as conversas intermináveis das esposas), desenvolve muito bem a natureza sui generis daquele mundo fechado de famílias da máfia.

E é precisamente por desenvolver tão bem o universo narrativo que o filme sucede ao renegar completamente qualquer julgamento moral que possa vir da progressiva decadência de seus personagens. O fracasso, nesse mundo fechado e dotado de regras próprias, é tratado como resultado dos problemas causados pelos relacionamentos dentro do grupo, ou pela falta de controle das consequências de rompantes violentos.

Qualquer ideia de derrota não se dá por algum remorso das ações destes homens, e sim pela impossibilidade de amplificação de seus status dentro do meio mafioso. Nesse sentido, a escolha de montagem, iniciando o filme com a cena do assassinato de Batts, um ponto crucial para o início da decadência do trio Liotta/Pesci/De Niro, dá o tom de um filme que se preocupa muito mais em narrar, com apreço ao grotesco, a ascensão e queda de homens sedentos por status e violência.

Existe uma noção progressiva no filme de que os protagonistas são pequenos em comparação com a estrutura de máfia na qual residem. Mesmo assim, Scorsese não cai na armadilha de ampliar tudo aquilo de modo descompromissado. O filme vive da luta destes homens por algo que concretamente possui significação no dinheiro e nas posses, mas que nunca consegue sucesso na busca do poder impalpável. É então através de risadas forçadas que mais parecem gritos, da necessidade de canalizar a violência em qualquer pequeno episódio, com toda interação parecendo motivo de altercação, que esse homem médio da máfia busca demarcar sua importância.
Rafael Bueno
Rafael Bueno

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de abril de 2021
Esse filme é fantástico! Uma verdadeira obra-prima sobre a história da máfia descrita por um dos maiores diretores de todos os tempos: Martin Scorsese. É uma das maiores injustiças cometidas pela academia do Oscar até hoje. Em 1990, tal filme foi indicado em 6 categorias no Oscar de 1990: Melhor Filme, Melhor Diretor(Martin Scorsese), Melhor Ator Coadjuvante(Joe Pesci), Melhor Atriz Coadjuvante(Lorraine Brasco), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Edição. Essa obra-prima do cinema mundial ganhou apenas o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Joe Pesci). Algo que foi extremamente merecido pelo ator Joe Pesci. Vale assistir diversas vezes a cena em o personagem de Joe Pesci confronta o personagem de Liotta em um bar com diversas pessoas a volta. O próprio Ray Liotta confessou que Joe Pesci improvisou tal cena e que ele teve que encontrar uma solução. Tal cena ficou marcada como uma das melhores cenas de Hollywood, uma clara evidência de improviso de Joe Pesci e Ray Liotta. Tal cena improvisada ficou famosa e até hoje é usada nos traliers de divulgação do filme!
Felipe F.
Felipe F.

3.727 seguidores 758 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2021
"Até onde me lembro, eu sempre quis ser um gângster".
É difícil escolher o melhor filme de um grande diretor como é o caso aqui de Martin Scorcese, mas, eleger Os Bons Companhieros como o melhor não é nenhum absurdo. Vou além, e talvez depois de O Poderoso Chefão, Os Bons Companheiros talvez seja o melhor filme do subgênero máfia. O que temos aqui é simplesmente uma obra-prima do cinema, é impressionante como Scorcese faz seus filmes, o nível de roteiro, atuação, trilha, fotografia, construções de personagens e vários e vários outros aspectos que são de se encher os olhos. Os Bons Companheiros é um filme obrigatório a qualquer apreciador de cinema, um filme perfeito, de uma qualidade absurda.
Vinícius d
Vinícius d

615 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2021
Com certeza ao assistir Bons Companheiros, com a menção aos sicilianos, italianos, mafia, não deixa de trazer lembranças de Poderoso Chefão mas esse filme pode-se dizer consegue ter um lucro de conseguir no bojo da sua historia trespassar a barreira do tempo e mostrar a evolução do trio de mafiosos ao longo dos anos chegando nos anos 80, para falar a verdade, a melhor coisa feita no filme. Dos filmes lançados em 1990 bem melhor que Poderoso Chefão 3 para mim o pior dos três filmes que simplesmente joga toda a historia 20 anos na frente dando com burro na agua. Mas não restringido a fazer uma comparação a com b, esse filme e bacana, Robert de Niro atuou com um personagem não muito seu estilo mas conseguiu criar uma personalidade única para Jimmy Conway, Ray Liotta muito equilibrado e Joe Pesci também. O drama da mulher do mafioso Henry Hill e bem produzido e uma constante no filme, talvez uma história paralela muito interessante rolando no filme.
Giovanni Araujo
Giovanni Araujo

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de dezembro de 2020
Uma obra prima irrepreensível na história do cinema, referência no gênero de mafia, uma direção primorosa, atuações incríveis, e uma trilha sonora que emociona.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa