Orgulho e Preconceito
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4,5
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451 Críticas do usuário

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Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de agosto de 2014
Para um filme de época achei muito bem tratado, porém com uma história arrastada. O desenrolar do enredo só acontece no final, todo o restante do filme parece que não serviu de muita coisa. Tudo aconteceu no fim.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 21 de janeiro de 2017
Vou ficar em cima do muro em comentar sobre esse filme.Um filme que não chega a ser bom,e nem ruim.Muito cansativo,e a história se arrasta demais até seu final.Nada de inovador acontece ao longo do filme,sempre a mesma história e isso fez com que o filme se tornasse chato ao extremo.Como já falaram,Keira Knightley em um dos seus mas fracos personagens.(*Fraco).
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de janeiro de 2013
Muita melação e não consigo engolir Keira Knightley, péssima, assistir piratas do caribe a orgulho e preconceito vc ve a mesma personagem!!! Gosto muito de Mathew M. mas até ele foi uma encheção de saco!!! Muito mel e pouca qualidade.
Márcia
Márcia

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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...uma linda história de amor!!!!!!
Valdeci C de Souza
Valdeci C de Souza

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012

Para escrever este comentário sobre o filme Orgulho e Preconceito com direção de Joe Wright fui buscar na Internet informações sobre o livro homônimo da escritora britânica Jane Austen uma vez que não tive o prazer de ler a obra. Faltava-me idéia para começar este texto. Então encontrei a seguinte preciosidade:
“A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós”.
Seria simplista demais dizer que o texto acima resume bem o tema tratado no filme Orgulho e Preconceito, mas na falta de outro melhor este vem a calhar. Até porque, como já disse anteriormente, não li o livro e, com certeza, outras passagens literárias mereceriam destaque neste meu comentário. Feito este preâmbulo (que já se estende em demasia) vamos ao que interessa já que vamos falar da obra cinematográfica e não literária que como se sabe, são linguagens diferentes.
A Sra. Bennet está desesperada para ver suas cinco filhas casadas e seguras uma vez que seu marido já está com o pé na cova. Como a família é constituída de cinco meninas a herança da família, por tradição, irá para William Collins primo das garotas. Para evitar que a herança da família vá para o jovem a matriarca da família tem chiliques e ataques de nervos só de pensar em perder o pouco que tem e deixar suas filhas desamparadas. Sua vida se resume em encontrar marido para as cinco filhas. Com a chegada de Charles Bingley e seu fiel amigo Fitzwilliam Darcy à região, a mulherada entra em alvoroço pronto para fisgar um dos cavalheiros (ou ambos). Em um baile público a família Bennet é apresentada aos jovens sendo que Bingley cai de amores por Jane Bennet (com 22 anos e a mais velha das irmãs) e Darcy não vê com bons olhos esta aproximação já que se trata de família camponesa e pobre. Aliás, Darcy desdém abertamente de Elizabeth (de 20 anos e a segunda filha dos Bennet) que, ferida em seu íntimo, trata-o como um ser desprezível, arrogante e orgulhoso.
Com o passar do tempo a relação dos Bennet com os jovens cavalheiros vai tomando outro rumo. Bingley é orientado por seu amigo a separar-se de Jane e Darcy por sua vez vai percebendo que Elizabeth é uma moça inteligente, perspicaz, astuta e sem papas na língua. Ao ficar sabendo destas articulações para separar sua irmã de seu amado Bingley Elizabeth acaba se aproximando de um jovem soldado que lhe conta o passado do frio e articulista Darcy.  Apesar de seu orgulho e preconceito em relação aos Bennet, Darcy acaba se aproximando da jovem Elizabeth e o amor acontece inexoravelmente. Chega-lhe, inclusive a pedir em casamento, mas é prontamente recusado por ser considerado culpado pela separação da irmã e por ser um sujeito deveras preconceituoso e pedante. Nestes encontros e desencontros do destino, Elizabeth e Darcy finalmente encontram razões sentimentais para deixarem de lutar um contra o outro e acabam aceitando suas diferenças e o amor (sempre ele) acaba por romper barreiras sociais, culturais e econômicas.

O filme é repleto de cenários arquitetônicos fabulosos, figurinos impecáveis e reconstituição de época de encantar quem, como eu, curte e o ambiente do século dezoito. Os bailes de gala são ricamente detalhados e aquele bailado todo com aquela música é de emocionar a qualquer um. Uma das cenas incríveis é o momento em que Elizabeth e Darcy estão a dançar no meio daquela gente toda e, por um milagre que só o amor é capaz de produzir, de repente estão sozinhos no salão como a simbolizar que o amor focaliza só o amado e mais ninguém importa. Confesso que não gostei muito da escolha de Keira Knightley vivendo a personagem instigante, perspicaz e sincera Elizabeth Bennet. Mas ela não compromete de todo e seu desempenho. Por outro lado, Matthew Macfadyen está fantástico na pele do orgulhoso Darcy. Mas o grande barato mesmo foi assistir a interpretação de Brenda Blethyn como a afetada, nervosa e cheia de chiliques Sra. Bennet. Ah sim, antes que eu me esqueça devo citar a participação de Judi Dench como a aristocrata dominadora Catherine de Bourgh. Pena que sua participação é pequena, mas essencial para o desenrolar da trama.  
Para quem curte um filme romântico com toques de ironia, cinismo, olhares de milhares de interpretações vale a pena assistir. Uma crítica cruel ao estilo de vida daquela época, mas através de uma perspectiva de que é possível superar orgulhos e preconceitos. O duelo entre o amor e o orgulho; a luta entre o desejo e o preconceito são elementos importantes retratados nesta obra. O amor não vive de aparências, não se alimenta de orgulho e, sem sombra de dúvida, não sobrevive neste círculo de vaidades.
 
Meu blog: http://maisde140caracteres.wordpress.com
 
bee
bee

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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não acho uma palavra para descrever esse filme. Não tive a oportunidade de vê-lo no cinema, e tampouco me importava na época; há um tempo, finalmente, consegui assisti-lo e, meu Deus, o que aconteceu comigo? Fiquei por tanto tempo encantada com a história que não me vi feliz até tê-lo em minhas mãos, assim como o livro, de fato. Todos da minha família não souberam apreciar de forma adequada o que a história nos podia passar e representar, tamanha pureza no amor e sutileza nas irônias e contestamentos feitos; talvez por ser esse mundo atual tão exagerado e, também, tão ignorante no que diz respeito aos sentimentos. Sim, foi um bom filme. Mas, se você puder ler o livro, perceberá algumas mudanças que me fizeram falta no filme, como o corte de vários detalhes e, também, a ideia de que Elizabeth também alimentava secretemente um amor por Darcy desde o primeiro instante, o que não é verdade. Mas o filme resultou em um romance tão perfeito dentro de sua imperfeição, se me faço entender, que me fez chorar todas as vezes até o momento, só pela necessidade de ter mais de tudo aquilo e pela consciência de que nada pode ser comparado, hoje em dia, à todo aquele sincero amor. Também, como esperar algo ruim vindo de uma história tão fascinante? Honestamente, Jane Austen e Joe Wright conseguiram alegrar muitas de minhas tardes. E, claro, atenção especial para o Matthew; não consigo pensar no Sr. Darcy sem que seu rosto venha à minha cabeça, e tampouco, em um Sr. Darcy mais qualificado, apesar de seu semblante ser um pouco triste.
elexandra martins
elexandra martins

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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esta é, sem sombra de dúvidas, a melhor adaptação cinematográfica de um obra literária já feita. Desde a atuação até a trilha sonora, absolutamente tudo neste filme é muitíssimo bem feito. Destaque para os atores principais que interpertaram maravailhosamente o Sr. Dracy e Lizzy Bennet.
Samara Souza
Samara Souza

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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Uma delícia de Filme!! Os atores, cenários são perfeitos!!
Um lindo romance!!
O assisti várias vezes e o recomendo!
Bjinhos... :D
magdalu
magdalu

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme maravilhoso,comovente e sensível! O melhor filme romântico de época a que assisti nos últimos anos! Lindo demais! Já vi cinco vezes. Suas músicas,o roteiro,os atores,a fotografia...Tudo nos transporta para um imaginário de sonho e romantismo,vencendo preconceitos , prevalecendo o amor e a decência acima de tudo! Amei e recomendo! Parabéns aos atores e a toda a producão do filme!
Eliana
Eliana

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente filme, já assisti três vezes e recomendo. É um filme histórico e romântico e ao contrário de um comentário acima, filme não precisa ter cenas de beijo e etc para passar a mensagem do amor. Este é inclusive, a meu ver, um dos pontos altos do fime, não tem apelação e por isso é lindo.
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