Piratas do Caribe - O Baú da Morte: Críticas - Página 6
Piratas do Caribe - O Baú da Morte
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Saint St..
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2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um roteiro coerente e a relação hârmonica entre os personagens foi ingrediente certo para sucesso do filme. Parte mais divertidíssima do filme foi a ilha dos canibais no começo do filme.
Filme maravilhoso. Não me canso de assisti-lo e sei todas as falas. A história é maravilhosa e no final quando uma pessoa inesperada aparece faz ficarmos curiosos e pensar muito na continuação. Magnifico.
"PIRATAS DO CARIBE: O BAÚ DA MORTE", de Gore Verbinski, está em cartaz no Cine Roxy 2 e nos complexos Cinemark da região. A pirotecnia e as trucagens dão a tônica no segundo capítulo da trilogia "PIRATAS DO CARIBE". O filme que teve a maior arrecadação na sua primeira semana de exibição no mercado americano, começa onde o seu predecessor terminou. Will Turner (Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightely) são presos às vésperas de seu casamento na cidade de Port Royale pelo Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander), acusados de ajudarem um inimigo da coroa britânica, o pirata Jack Sparrow (Johnny Depp). O jeito do casal escapar da forca é se Will Turner conseguir encontrar a chave do baú que contém um tesouro. Will parte atrás de Jack Sparrow que juntamente com sua tripulação foi capturado por uma tribo no Pacífico Sul. Ele é considerado um Semi-Deus, e, como é conhecido por vários antropólogos, irá servir de alimento para a tribo. Lembra o personagem de Marlon Brando em "APOCALYPSE NOW". É claro que o nosso pirata afetado irá escapar da fogueira de forma espetacular. Sparrow vai fazer uma visitinha, então, à bruxa Dalma que fala da existência da chave do baú que contém o coração vivo de Davy Jones, o navegador mítico que foi punido por toda a eternidade por ter se apaixonado por uma mulher. Aliás, Davy Jones e a tripulação "condenada" do navio "Flying Dutchman" capturam Turner e fazem com Jack Sparrow traga 100 almas inocentes como forma de resgate. A atuação de Johnny Depp é ótima. Ele que brigou com a direção da Disney para defender o seu pirata, que de homossexual explícito no primeiro filme, termina este segundo episódio de forma totalmente heterossexual. O erro de Gore Verbinski e sua equipe foi a de encher linguiça para justificar o terceiro e último episódio da saga. A trama poderia também ser mais enxuta. De qualquer forma, é diversão certa para todos os públicos de todas as idades.
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