Um filme triste e engraçado ao mesmo tempo, mostrando a realidade dura de nosso país através do humor sarcástico de um Deus (E que Deus!) cansado de ver os erros da humanidade. Fagundes está muito bem na pele de um Deus mal-humorado, porém engraçado. Paloma Duarte também está bem, mas o destque para mim fica para Wagner Moura, que naquela época ianda não tinha feito o Capitão Nascimento, mas já mostrava o seu talento único na pele do sensível e triste Taoca. Maravilhosos, recomendo!
Creio que por ser um filme da "velha guarda" de diretores do cinema brasileiro podemos ainda encontrar alguns furos no roteiro e uma falta de ritmo do meio pro fim. Além do velho mal que vem assolando o cinema brasileiro até hoje: a "síndrome do final". É mais um exemplo de filme que o diretor não consegue juntar todas as pontas soltas do roteiro e nos apresentar um final coerente. Bom, apesar de tudo é de se reconhecer a importância desse filme para a retomada do cinema nacional, para que as pessoas tomem o ábito de ver filmes nacionais. É a maior bilheteria numa estréia desde o início da retomada.Até que funciona como comédia, e nada mais."
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