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Lucas Lopes
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34 críticas
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4,0
Enviada em 6 de março de 2026
Neste filme estrelado por nomes como Antônio Fagundes(Deus),Wagner Moura (Taoca), é abordado de maneira leve e cômica, mesmo assim respeitosa, a relação de nós humanos com o Todo Poderoso. O filme conta com reflexões interessantes sobre os problemas vs a beleza do mundo, a liberdade e as consequências do livre arbítrio, e por fim sobre a natureza essencialmente humana do Amor. Com frases marcantes e bela fotografia, é um bom filme.
O filme não é engraçado, não é reflexivo, não tem drama, não tem suspense, parece um amontoado de acontecimento sem sentido que não respeita a própria lógica criada pelo filme
Deus é brasileiro é um filme nacional que foi dirigido pelo saudoso Cacá Diegues. O filme é uma adaptação no conto O santo que não acreditava em Deus, de João Ubaldo Ribeiro. No filme, acompanhamos Deus (Antônio Fagundes) que está cansados dos erros cometidos pela humanidade e resolve tirar férias no Brasil. Porém, Deus precisa encontrar um substituto para tornar santo durante as suas férias. Nessa busca, acaba encontrando Taoca (Wagner Moura) que se torna o seu guia nessa aventura. A premissa do filme é muito boa e provocativa e permite (mesmo naquela época) nos questionar sobre a questão de religiosidade no Brasil e a ética religiosa no cotidiano do povo nordestino. Fugindo do tom dogmático, a narrativa usa o humor para realizar diversas críticas sociais e “brinca” com o estereótipos existente no Brasil. A interpretação de Wagner Moura é muito boa, pois o seu personagem serve como um importante contra ponta das ideias de Deus. A fotografia do filme foi boas junto com as escolhas das cidades (Penedo e Recife por exemplo), além da trilha sonora marcante. O filme perde um pouco o seu tom ao oscilar muito na comédia para o drama existencialista e se perde nisso. O roteiro e desfecho foi bastante previsível. Os personagens secundários poderiam ser melhor aproveitados e apenas serviram para alivio cômico.
Funciona apenas como promessa. Filme tem a premissa de trazer "Deus" em sua forma física, ainda com a premissa de dois pecadores por origem. Adão e Eva, os dois coadjuvantes principais do filme. Filme tem toda uma idéia criativa e sacada genial, porém, trabalha outros temas. O foco no humor dentro da tragédia retrata muito bem o que o filme é, filme humorístico, mórbido, sem sangue, cru. Agradeço pela criação, porque é daí pra melhor. Sem essa desgraça de filme não teríamos filmes tão aclamados como hoje. Faltou trabalho criativo no roteiro, filme que não tira um pingo de lição, não faz pensar, diria até que te traz um regresso mental, da raiva desse "Deus" humano e muita ênfase humorística no Wagner Moura. Roteiro preguiçoso, mas com "tiradas" engraçadas. Filme pra rir e às vezes lamentar enquanto ri de tão mal escrito que é. Não vou nem falar na parte roteirizada do tão prometido santo ateu, objetivo foi quebrar a expectativa, mas ver aquelas cenas sugou um pouco da minha sanidade(acabei de ver interestelar pela 1° vez, pra em seguida ver algo tão mal elaborado), simplesmente as piores cenas que já vi em uns 5 anos.
Assisti hoje no streaming da Max e sério me arrependo de não ter visto esse filme antes, que filmaço... um elenco carismático, fotográfia maravilhosa e colorida, e um primor de direção, chega a ser melhor do que a porcaria de o grande circo místico... claro que sim, Wagner Moura e Antônio Fagundes brilhando nesse filme ao lado de Paloma Duarte, isso que torna o filme por si só genial e original.
Besteirol fraco, sem sentido e sem graça. Algumas cenas têm os atores dublados por vozes que não combinam com as deles. Um desperdício de talentos, principalmente do Wagner Moura, em um péssimo roteiro, que só serve para mostrar paisagens do Brasil, índios e pobreza generalizada.
Acho um filme bom, fotografia linda sem dúvida, uma boa trilha com o nosso Chico Science e atuações ótimas, palmas para o Wagner Moura mais uma vez. Não entendi porque alguns dos figurantes que tenham falas são dublados por vozes de desenhos animados mas isso até da para engolir. O que sem dúvidas não me cativou foi Deus, não falo do Fagundes pois ele estava ótimo, mas Deus, achei ele muito arrogante, metido e mal humorado. Acho que se Deus desse uma volta por ai, ele talvez desfrutaria mais de alguns bons prazeres como por exemplo comer uma fruta ou alguma comida. O cara mais parece um desses vampiros xaropes que invadiram os cinemas e literatura. Acho até que o tema poderia ter sido mais explorado se ele fosse um Deus mais humano. Fora isso, é um filme que vale a pena ser visto.
Um típico filme brasileiro,de fato.Com muito humor do elenco,e com uma história que ajuda em muito para que isso aconteça.Um roteiro bem trabalhado nos moldes nordestino,que aplica bem o dialeto local.Wagner Moura novamente encara e realiza um bom personagem.Com a presença do fantástico Antonio Fagundes,sendo tão divertido,que cativa em grande parte do longa.
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