Menina de Ouro
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4,5
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Jairo D.
Jairo D.

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4,0
Enviada em 8 de agosto de 2017
Uma super história sobre sonho, superação, amizade e redenção; amparada por um trio vencedor do Oscar.
Mauricio L.
Mauricio L.

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de julho de 2017
Não dá pra questionar. Não sei se o Clint arrebentou mais atuando ou dirigindo! Hillary Swank estava incrível!
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de junho de 2017
O grande CAMPEÃO do ano de 2005!!!

Realmente é difícil achar uma palavra que defina essa obra que acabo de assistir.

Menina de Ouro (Million Dollar Baby) é simplesmente uma obra fantástica, daquelas que você não sabe se chora, se aplaude de pé, se grita, ou simplesmente fica mais de um minuto olhando para a tela, vendo os créditos finais subirem, ao mesmo tempo que soluça com um nó na garganta com os olhos se enchendo de lágrimas (essa foi a minha reação).

Clint Eastwood nos premia com uma obra simplesmente perfeita, uma pérola em forma de filme. Menina de Ouro é um filme sobre um esporte violento (Boxe), mas engana-se quem pensa que o longa se baseia unicamente nesse esporte. O filme é uma história de vida belíssima, um relato muito forte, uma lição de vida e de coragem e determinação. Muito forte, verdadeiro, impactante, pesado, incômodo, tocante, singelo, puro. Uma obra-prima, um conceito de vida muito forte, uma maneira de enxergar a vida com outros olhos, de traçar um objetivo e segui-lo até o fim, buscando unicamente o resultado esperado. Impossível não se emocionar com essa obra, impossível não se impactar com essa obra, é um filme muito verdadeiro no seu propósito, que foge do clichê (principalmente ao final, quando se espera uma coisa e somos completamente impactados com outra).

GÊNIO, se tem uma palavra que define esse homem, essa palavra é GÊNIO.
A genialidade que o mestre da sétima arte Clint Eastwood coloca nesse filme é impressionante. Clint dirigi o filme, produz o filme (junto com Paul Haggis, Albert S. Ruddy, contando com o Coprodutor Bobby Moresco e o produtor de set Robert Lorenz) compõe a trilha sonora e ainda tem uma brilhante atuação, é realmente magnífico. O roteiro foi escrito por Paul Haggis (também participa da produção), baseado em contos de "F.X. Toole. Um dos pontos que eu mais gostei no longa foi sem dúvidas o roteiro, está bem encaixado, bem elaborado, bem trabalhado e consegue seguir em um caminho perfeito, principalmente com os desfechos finais. O diretor e Roteirista se preocuparam com cada detalhe do filme, para entregar uma obra que realmente impactasse o espectador, e no meu conceito, me impactou e muito.

O longa de Eastwood ainda conta com uma ótima fotografia, com um tom escuro e cinzento. A trilha sonora é bem leve, e ao final, ela é responsável por transmitir o desconforto ao espectador. Os diálogos são bem intensos e muito funcionais, principalmente entre os debates de Clint Eastwood e Morgan Freeman (por sinal, um dos pontos alto da trama e de suas atuações).

Além de diretor, compositor e produtor, Clint Eastwood tem uma belíssima atuação. Clint interpreta Frankie Dunn, um homem que passou a vida nos ringues, tendo agenciado e treinado grandes boxeadores. No momento, Frankie já está com uma idade avançada e leva a vida em uma academia de boxe buscando novos lutadores, ele sempre tenta passar para os seus alunos a sua lição de vida, e a sua frase que diz: Deve se proteger sempre. Frankie é um homem amargurado com algumas coisas do seu passado, como o afastamento de sua única filha, isso contribuiu com sua personalidade de ser uma pessoa totalmente fechada e com poucos relacionamentos. Clint dá show em sua atuação, dá show em cena, uma interpretação perfeita e muito verdadeira, onde podemos acompanhar seu personagem se desenvolver e se engradecer com o passar do tempo, chegando ao ápice de sua atuação ao final da trama, quando ele se mostra muito incomodado e culpado com sua decisão final. Chega a ser angustiante observar a cena que ele está indeciso e confuso, se deve ou não tomar certa atitude, sua atuação chega a perfeição nesse momento, suas lágrimas nos olhos são muito forte e verdadeira. Realmente uma atuação digna de Oscar, no qual ele foi justamente indicado. Clint ainda foi indicado e vencedor do prêmio de melhor diretor no Oscar e no Globo de Ouro no ano de 2005.

Hilary Swank está magnífica em sua personagem, que grandiosa atuação, que ótimo trabalho desenvolvido, daqueles que você se impressiona, daqueles de se aplaudir de pé, não tem como crítica-la, ela está perfeita em cada cena, mostrando uma atuação realmente impecável. Hilary é a grande Menina de Ouro, ela interpreta Maggie Fitzgerald, uma garota pobre que leva a vida como atendente de uma lanchonete, vindo de uma família pobre e com um passado muito difícil. Porém ela tem um sonho na vida: Se tornar uma grande lutadora de boxe. Maggie é muito determinada e possui um dom ainda não lapidado, mas ao chegar na academia de Frankie Dunn e ao conhece-lo, ela vê a oportunidade de alcançar seu objetivo na vida. Portanto não será uma tarefa fácil convencer Frankie a se tornar seu treinador, uma vez que ele sempre repete a frase: Não treino garotas, e além de considera-la velha pra profissão. Ela é uma garota muito corajosa e não desiste do seu objetivo, mesmo com as objeções de Frankie no início, mas o parceiro e amigo de Frankie, Eddie Scrap (Morgan Freeman) lhe encoraja e até à ajuda a melhorar e aprender mais sobre a postura no boxe. Hilary Swank levou seu segundo Oscar de melhor atriz (o primeiro foi em Boys Don't Cry / 1999) e ainda o Globo de Ouro daquele ano. Realmente foram prêmios muito bem merecidos, ela se entregou de corpo e alma na personagem, treinando pesado durante 3 meses e ganhando massa muscular. Belíssima atriz, com uma atuação marcante e com um final chocante e avassalador!!!

Morgan Freeman completa o trio de ouro desse belo filme, ele é Eddie Scrap, um ex lutador de boxe, que teve sua melhor fase no esporte vivendo suas 109 lutas. Amigo e zelador da academia de Frankie Dunn, ele funciona como uma espécie de conselheiro do amigo, mas guarda uma certa mágoa sobre um acontecimento no passado envolvendo ambos. Morgan Freeman é outro que merece receber os maiores elogios na trama, sua atuação está impecável, ele se mostra um personagem frio e obscuro, que guarda lembranças e histórias marcantes de seu passado, e uma certa frustração por não ter alcançado todos os seus objetivos no passado. Ele consegue observar o potencial de Maggie e até quando Frankie vira as costas para ela, ele surge como um incentivador, e até ensinando um pouco de sua experiência. Morgan levou o Oscar de ator coadjuvante naquele ano e foi merecido, fez um belíssimo trabalho e foi muito bem reconhecido.

Portanto: Menina de Ouro é uma obra épica e marcante, que será lembrada por séculos. Com um elenco de peso e muito competente, que entregou genialidade em cada trabalho.
Com um roteiro magnífico e verdadeiro, de impressionar qualquer um, com um final tocante, emocionante e pesado. Clint Eastwood fez um de seus melhores trabalhos (se não for o melhor). O longa foi indicado em sete categorias no Oscar em 2005, levando o prêmio em 4 delas, e justamente as 4 mais acertadas (só faltou o de melhor ator para Clint Eastwood). O longa ainda foi premiado no Globo de Ouro com melhor diretor e melhor atriz.

Às vezes questionamos as premiações do Oscar, mas em 2005 o prêmio de melhor filme ficou em ótimas mãos!!!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de setembro de 2018
Obra prima do cinema mundial com uma direção impressionante de Clint que lhe rendeu o óscar e também óscar para atriz para Hilary Swak que por sinal estar incrível! roteiro ótimo e trilha linda!
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de novembro de 2015
Um filme admirável sobre pessoas admiráveis. Belíssimas atuações. Hilary Swank atua com leveza e naturalidade, assim como Clint Eastwood e Morgan Freeman. Neste filme você se emociona com todas as histórias pessoais, inclusive a do personagem Danger.
Grande filme com uma grande história. Recomendadíssimo!
Marcelo P.
Marcelo P.

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4,5
Enviada em 13 de junho de 2015
MENINA DE OURO (Million Dollar Baby) É com certeza um dos três melhores filmes dirigidos pelo genial Clint Eastwood, onde Maggie uma jovem pugilista (Hilary Swank com uma atuação simplesmente fenomenal) extremamente determinada em seus objetivos em se tornar uma campeã no boxe mundial encontra forte resistência de Frank (Clint Eastwood) dono de uma academia decadente de boxe que a princípio vê em Maggie uma garota frágil e sem futuro. Porém a Maggie encontra amparo e respaldo no auxiliar de Frankie, Morgan Freeman que faz o papel de um ex-pugilista anti-herói que no passado teve sua chance de ser campeão, porém o destino não forjou. Menina de Ouro apesar de ser um filme que tem como tema de fundo o boxe, vai muito além. Onde Eastwood consegue com singular destreza nos arrematar no âmago de nossa sensibilidade. Um filme tocante e não menos chocante. Onde vidas paralelas se encontram num dado momento de felicidade e desdita. Adorável. Spencer
Bismark L.
Bismark L.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de maio de 2015
Clint Eastwood traz para as telas uma história de sonho, vontade, superação, relacionamento e algumas frases de efeito. Mas o ''homem sem nome'' e o roteiro se perdem um pouco em querer mostrar dois temas pro filme.

Maggie (Hillary Swank) é uma jovem que não mede esforços para se tornar campeã de boxe. Determinada a realizar seu sonho, ela precisa conquistar a confiança de um grande treinador, vivido por Clint Eastwood. O que seria uma parceria apenas no esporte se torna uma emocionante relação de cumplicidade.

O filme mostra uma personagem humilde, disposta á lutar pelo seu sonho que é o boxe, pra isso, ela precisará da ajuda do treinador Frankie Dunn (Clint), um senhor chato e marrento que nunca treinou mulheres antes. Até aqui temos uma ótima proposta de história, porém, o tio Clint errou em alguns aspectos importantes.

Clint Eastwood quis mostrar pra gente uma história de sonho, vontade e superação. Ele mostra isso através da personagem Maggie Fitzgerald (Hilary Swank) que tem esse grande sonho de ser uma boxeadora, porém, ele peca em mostrar essa ambição da personagem apenas fora do ringue, onde esse sonho é desenvolvido melhor, já dentro do ringue, vemos apenas uma personagem sem essa obsessão, parece que ela está ali só pra curtir sua luta, não vemos sequer, uma luta de superação pra dizer por que ela está ali, além disso, tudo acontece de forma rápida, conhecemos a personagem, conhecemos seu grande objetivo e de uma ora pra outra já estamos nele, isso deveria ter sido construído melhor, pra que a gente pudesse agarrar firme o grande propósito da personagem. Da mesma forma que esse sonho começa, ele termina, ou seja, rápido demais, deu uma certa impressão de que Clint estava ansioso pra chegar no final do filme, que é onde acontece a maior parte dramática.
O grande final não foi preparado corretamente, pois acabamos de sair do grande sonho mal desenvolvido (Porém aceitável) da protagonista, é como se a grande obsessão dela não servisse de nada pro filme, é como se o filme tivesse usado essa obsessão da personagem apenas pra servir de sentimentalismo no final da trama.
Outra parte onde o roteiro não se saiu muito bem foi na narrativa de Scrap (Morgan Freeman), sua narrativa não serve de sustento algum pro filme, só está ali pra soltar algumas frases de efeito, mas devido ao final da trama, ela foi necessária estar presente.
O ponto mais forte onde o roteiro toca, é a relação entre pai e filho, isso é mostrado disfarçadamente na trama. Conseguimos enxergar essa relação se prestarmos atenção na história. Maggie Fitzgerald entra na vida de Frankie Dunn como uma filha que ele nunca teve e Frankie Dunn não faz só o papel de treinador, ele faz também o papel de pai pra protagonista. Acho que esse era o grande propósito do filme, mostrar essa relação de ''pai'' e ''filha'' e nisto o tio Clint e o roteiro acertaram em cheio.

Hilary Swank fez o papel da moça sonhadora, onde tem que seguir com seus desejos e objetivos sozinha, já que sua família não dá a minima pra ela. Ela soube fazer bem sua personagem, porém não fez nada de especial e marcante que merecesse palmas no final.
Clint Eastwood faz o velho chato e marrento, só que com um grande coração. Ele faz um par muito bom com Hilary, onde acaba se envolvendo profundamente no sonho e na vida da personagem.
Morgan Freeman também fez bem seu personagem coadjuvante, dando apoio aos protagonistas na hora certa, além de fazer uma boa narração (sem sustento) pro filme.

Menina de Ouro vinha com uma ótima proposta de história, mas o roteiro não soube trabalhar o principal tema da trama, que era a história de superação em torno da personagem de Hilary Swank. Com isso o filme acabou ganhando força pra mostrar outro tema, que é a na relação disfarçada entre ''pai'' e ''filha''. Esse acaba sendo o ponto mais forte e o mais agradável no filme!
Fagner O.
Fagner O.

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de outubro de 2016
Amei esse filme. Para aqueles que não assistiu eh o melhor que assisti, com uma protagonista feminina.
Gisele G.
Gisele G.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de maio de 2015
Filme maravilhoso, trilha sonora linda e marcante. Soa pra mim como um poema do início ao fim. Dramático e profundo, Me identifico com o enredo. É muito bom, um dos meus preferidos.
Débora R.
Débora R.

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de maio de 2015
Emocionante, emocionante, simplesmente comovente esta historia.
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