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Francisco Russo
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687 críticas
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Max Skinner passou os verões de sua infância na fazenda de seu tio Henry na França. Ao crescer Max se afastou de Henry, tornando-se um banqueiro sem escrúpulos. Quando Henry morre ele recebe a fazenda do tio como herança, decidindo visitá-la para avaliar suas condições. Max pretende vendê-la o mais rapidamente possível, mesmo com a idéia desagradando Duflot, o responsável por cuidar da fabricação de vinho na fazenda. Porém as lembranças que o local lhe traz e a aparição de uma jovem que diz ser filha de Henry fazem com que Max repense a idéia. Difícil entender o que atraiu Ridley Scott e Russell Crowe a este projeto. Trata-se de um filme fraquíssimo, que abusa de clichês, não consegue criar o menor clima de comédia romântica e possui diálogos constrangedores - "um sorriso destes só pode pertencer a uma americana" é de lascar. Nem mesmo a ambientação francesa, que dá ao local um clima agradável, é bem explorado pela história. O personagem de Russell Crowe é tão antipático e sua transformação é tão pouco convincente que o espectador não consegue torcer por ele, pecado mortal no roteiro das comédias românticas mas que poderia ser contornado caso houvesse algum personagem que o substituísse nesta função. Não há. Os demais personagens soam descartáveis, sem consistência. E ainda há Crowe fazendo caras e bocas, numa tentativa de fazer o público rir. Muito ruim.
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