Cruzada
Média
4,2
1551 notas

47 Críticas do usuário

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Antonio L.
Antonio L.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2017
Muito ruim, o filme consegue ser pior do que a atuação de Orlando Bloom. História ridícula que não condiz com a realidade dos fatos. ROTEIRO DE MENINO!
Logusx
Logusx

6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2017
Filme Ridículo, Horrível, batalhas toscas, atuação péssima. A Estória mostra os Muçulmanos como pacíficos, bonzinhos, piedosos e os cristãos como malvadões sanguinários. PÉSSIMO!
Débora O.
Débora O.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de agosto de 2016
spoiler: [spoiler]Resenha crítica[spoiler] O filme Cruzada relata uma época marcada pelas cruzadas na qual Jerusalém, a região conhecida como a "terra santa", foi brutalmente disputada em batalhas e guerras, que perduram até os dias atuais. O filme conta também a vida de um jovem ferreiro, conhecido por Balian, personagem interpretado por Orlando Bloom. Balian é o filho de Godfrey de Iberlim (Lian Neeson),um conceituado barão do rei de Jerusalém. Balian guarda luto pela morte de sua esposa e de seu filho, então ele decide ir para Jerusalém e se dedicar a manter a Paz na terra santa assim como o seu pai. Após a morte de seu pai, Balian herda terras e um título de nobreza, igualemente decide se dedicar ao rei. Balian acaba se apaixonando pela princesa Sybilla, representada por( Eva Green), a irmã do rei. Depois que o rei morre, Balian defende Jerusalém em batalhas e, junto com o título de nobreza, obtém a responsabilidade de proteger a terra santa. Nessa empreitada, ele acabou tendo de entregá-la, e propôs um acordo no qual ele se rende e entrega Jerusalém a Saladino, rei dos saduceus, em troca de serem escoltados em segurança, a fim de que ele e o seu povo permaneçam seguros juntos às terras litorâneas. Sob o meu ponto de vista, o filme foi muito bem organizado. Notei que as partes mais delicadas foram organizadas nos mínimos detalhes. O filme foi bem planejado em todos os aspectos. A parte que me chamou mais atenção foi a doença do rei, denominada Lepra, pois não é comum onde moramos. O filme foi bem produzido, mas eu acho que os organizadores deveriam falar mais sobre os costumes dos povos, tanto dos aspectos de crenças que eles costumam ter, mas também sobre o deus desse povo, ou seja, ter explicado melhor sobre as religiões citadas no filme. Cleide Menezes, estudante do 8° ano, Ensino Fundamental, Escola Estadual Querubina Silveira, Cerro Corá/RN. Orientadora: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da Linguagem, PPgEL/UFRN.

[/spoiler]

Resenha Crítica
O filme Cruzada relata a história de um jovem francês ferreiro chamado Balian. Através da história dele é retratado no filme outro acontecimento, as famosas cruzadas, ou seja, batalhas pela conquista da terra santa, Jerusalém, onde as mortes e as guerras que as pessoas faziam, eram feitas e justificadas em nome de Deus.
Nessa história, uma coprodução cinematográfica lançada em 6 de maio de 2005, existem pontos positivos, não só guerras e mais guerras, já que o tema desse filme é a retomada de Jerusalém pelos muçulmanos, que de fato ocorreu em 1187. Nesse filme os fatos positivos foram os detalhes exibidos com relação aos costumes, crenças e artefatos religiosos antigos, frequentemente encontrados na maioria das cenas do filme.
Outro fato importante no filme foi o final, pois Balian conseguiu salvar o seu povo, não todos, mas a maioria, mesmo que ele tenha feito um acordo com o rei dos saduceus e deixado a terra de Jerusalém para os mulçumanos em troca de poder sobreviver junto ao seu povo e viver em paz e sem guerras em terras distantes. O que faltou ao protagonista para ganhar a guerra não foi coragem, determinação ou qualquer outra coisa, foram apenas mais soldados, porque os poucos que ele tinha, soube liderar magnificamente.
Sob o meu ponto de vista, achei negativa a ganância do personagem Saladino pelo poder, pois mesmo já tendo obtido muitas terras, ele sempre queria mais, derramando muito sangue inocente por um simples capricho, para a obtenção de mais e mais poder. De igual modo, gostei de como o filme demonstrou detalhadamente como eram todos os acontecimentos, os costumes e as maneiras de comportamento das pessoas do século XII, ainda mais com efeitos de guerra muito precisos e bastante realistas. Além de tudo, o filme mostrou como reis semelhantes a Saladino ganhavam a maioria das batalhas.
Stephani Lovane Carvalho, aluna do 8° ano na Escola Estadual Querubina Silveira.
Revisão: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da linguagem, PPgEL̸UFRN.[/spoiler]
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2016
Neste filme existem retratos de valores que são específicos do feudalismo, da Idade Média, como a oposição entre os cristãos e os muçulmanos, o cavaleirismo (a cavalaria), os conceitos da honra e da fé. Existem algumas “cenas-chave”, que nos ajudam a entender ou que mudam o destino da história, como a visita de Godfrey e o reconhecimento de que Balian é seu filho; a investidura (quando Godfrey, antes de morrer, faz de Balian cavaleiro e barão de Ibelin); a luta e a conversa de Balian com o cavaleiro muçulmano; morte de Balduíno IV e coroação de Sybilla e Guy; Sybilla corta os cabelos (em sinal de arrependimento e contrição); no final, Balian segue a cavalo, e Sybilla a pé. Além das personagens principais há várias personagens secundárias, algumas históricas e outras criadas para o filme.
Marcão
Marcão

24 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2016
Quando chegou aos cinemas, Cruzada teve a responsabilidade de ser o primeiro grande lançamento do verão norte-americano, época geralmente reservada para as estreias dos blockbusters, ou seja, os filmes mais caros e com maiores expectativas de sucesso nas bilheterias. Com um orçamento estimado em US$ 130 milhões, no entanto, o filme terminou sua carreira tendo faturado cerca de um terço deste valor nos Estados Unidos – o que, não é preciso dizer, deixou muita gente decepcionada. No entanto, esta volta do diretor Ridley Scott ao discurso épico, estilo que o havia consagrado apenas cinco anos antes com o oscarizado Gladiador (2000), é muito mais do que um mero espetáculo visual. Afinal, o que temos aqui é uma produção marcada por sua mão eficiente, de grande apuro técnico e com um estrutura clássica que encontra ressonância entre os títulos mais estimados deste gênero.

Cruzada foi importante também para a carreira de Orlando Bloom, que após aparecer como coadjuvante em campeões de bilheteria como as sagas Piratas do Caribe e O Senhor dos Aneis, encontrou neste projeto sua primeira – e verdadeira – oportunidade como protagonista. Se antes ele havia sido ofuscado pelo humor descontrolado de Johnny Depp ou pelo impressionante cenário da Terra Média, desta vez a situação foi diferente, com uma expectativa muito maior sobre seus ombros. O resultado, entretanto, é um divisor de águas – e de forma não tão positiva quanto o esperado.
Bloom interpreta Baliam, filho bastardo do nobre Godfrey (Liam Neeson), que assume seu posto e sua herança após a morte deste. Baliam abandonou sua França natal, desiludido com o suicídio da esposa, e foi rumo a Jerusalém, no início dos anos 1200. Lá, já com terras e respeitado, ganha o status de amigo do rei leproso (Edward Norton, em participação irreconhecível), e assume a tarefa de defender a cidade do ataque dos muçulmanos após as mortes consecutivas do governante e de seu cunhado. Com a simpatia da rainha (Eva Green) e do general Tiberias (Jeremy Irons), Baliam vai lutar, principalmente, pela honra do seu povo, acima até dos interesses materiais.

Cruzada esteve durante anos vagando entre diversos estúdios de Hollywood e chegou a ter nomes como Arnold Schwarzenegger e James Cameron envolvidos. Porém, só conseguiu virar realidade quando Scott o assumiu. Seguindo um modelo atual de revigoração de narrativas grandiosas, impressiona pela visão realista das cenas de batalha, pelos cenários grandiosos e pelo olhar nada maniqueísta do conflito. Assim, coloca em evidência uma realidade que até hoje perdura indefinida, sem justos ou errados, e sim apenas com pontos de vistas próprios e distintos. O tema segue pertinente, e mesmo transfigurado para uma realidade de séculos atrás, ainda assim encontra ressonância no espectador de agora.
Se no quesito técnico o desempenho é exemplar, o mesmo não se pode dizer quanto à empatia do público. A escolha do protagonista é seu principal problema. Bloom não é um ator carismático, apesar do relativo talento que possui, aqui explorado como nunca antes pelas mãos de Scott. Mesmo assim, uma certa distância entre plateia e história se estabelece, criando uma relação fria e pouco envolvente entre esses dois pólos. Sem fazer com que o público se identifique e torça pelo protagonista, pouca coisa realmente relevante acontece, dando-se uma comunicação ineficaz com a audiência. E a causa disso fica óbvia a cada aparição do personagem principal.

Cruzada é um filme bonito, bem cuidado e produzido com cuidado, além de tratar de um tema importante de modo sério e pertinente. Um dos méritos da produção, aliás, é justamente o cuidado com a fidelidade histórica, ressaltada por pesquisadores como bastante acurada e precisa. Isso faz da obra mais do que mero entretenimento, mas também uma oportunidade de cultura e ensino. A se lamentar apenas o fato de que o equilíbrio entre esses dois lados não seja tão apurado, provocando uma distorção que incomoda mais do que deveria.
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2015
Esse filme é um show para quem gosta de história. Cruzada ajuda a entender um pouco o clima de guerra entre religiões que persiste no oriente médio até os dias de hoje. Cenografia e figurinos excelentes. As cenas de guerra são convincentes e as estratégias críveis. Não bastasse tudo isso os diálogos são fortes e as mensagens poderosas.
O filme é um show de diplomacia, demonstração de caráter e respeito ao povo muçulmano.
Imperdível!!!
Marcia R.
Marcia R.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Todo o filme que retrata um período da história, merece ser assistido e discutido, pois no caso, deste filme, mostrou que já foi possível conviver pacificamente em Jerusalém. Apesar de longo, como a maioria dos filmes épicos, gostei do enredo, e gostei também da atuação de Orlando Bloom. Brilhante fotografia e trilha sonora pertinente a um grande clássico. Muito bom!
Jac O.
Jac O.

14 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de janeiro de 2015
Há controvérsias! Mas, Orlando Bloom está fantástico!
Marco Antônio d.
Marco Antônio d.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de dezembro de 2014
Assisti varias vezes a este clássico do cinema, sou formando do curso de História da FACOS, e no meu ultimo estagio utilizei este filme, em uma turma de ensino médio, rendeu bons resultados, fica a dica para que é professor, este filme apresenta o contexto deste período, de uma maneira fácil de ser compreendida pelos alunos.
Moacir F.
Moacir F.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de novembro de 2014
Na primeira vez que assisti o filme em 2005 achei ele apenas regular, mas acabei por assisti-lo mais algumas vezes e acabei completamente fascinado. Acredito que Cruzada fica tranquilamente na lista dos melhores filmes sobre o período medieval. Só não dou o título de o melhor porque tenho uma queda muito grande por Coração Valente e acho que o filme de Mel Gibson dá uma lavada em Cruzada em alguns aspectos, que ainda vou comentar.
Visualmente o filme é magnífico. Você realmente sente o que era viver naquele tempo e consegue entender melhor a história, e o aspecto visual contribuiu muito para isso. Foi também o primeiro filme com uma atuação ótima do Orlando Bloom, que era conhecido na época apenas pelo papel de Legolas em O Senhor dos Anéis. O elenco do filme alias é todo de alto nível: Jeremy Irons, Eva Green, Liam Neeson, David Thewlis e os vilões Marton Csokas e Brendan Gleeson são muito bons, impossível não odiá-los. Até a escolha do sutão Saladino, que tem um papel menor, foi ótima, Ghassan Massoud trouxe muita seriedade, e uma postura de um verdadeiro líder para o papel. Soube interpretar muito bem esse que foi um dos grandes líderes medievais.
A minha grande crítica fica por conta do roteiro. A história é muito boa, eu diria perfeita, até o momento que ocorre um grande evento no filme, a derrota dos cristãos em Hattin. A partir desse momento eu senti que o roteiro do filme começou a desandar, para mim a partir daí o filme ficou muito fraco. A que se deve isso? Acho que o filme perdeu muito com a morte do rei de Jerusalém e dos dois vilões principais. A cena do discurso de Balin e a cena posterior, onde ele dá o título de cavaleiro a mais de 100 pessoas me pareceram meio forçadas demais. Foram uma tentativa desesperada dos roteiristas de criar uma cena emotiva, que acabou por não dar resultado. Também achei a batalha bastante cansativa, acho que depois de diversas cenas de batalha ao longo do filme, criar mais uma batalha longa ao fim não foi a melhor escolha. As qualidades do filme não estão nas suas batalhas, mas nos seus diálogos, nas ideias e questões que o conflito levanta.
Coração Valente, que uso como exemplo por considerar um filme quase perfeito, consegue entender isso melhor. A grande batalha ocorre no meio do filme, e o climax final é criado por cenas com dialogos, e acompanhando os últimos momentos do personagem principal e sua obstinação, sua resolução de se manter firme a causa.
Por esse erro, o de não conseguir identificar suas proprias qualidades e trabalhá-las melhor. Eu dou uma nota 4/5.
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