Média
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Muito ruim, o filme consegue ser pior do que a atuação de Orlando Bloom. História ridícula que não condiz com a realidade dos fatos. ROTEIRO DE MENINO!
Filme Ridículo, Horrível, batalhas toscas, atuação péssima. A Estória mostra os Muçulmanos como pacíficos, bonzinhos, piedosos e os cristãos como malvadões sanguinários. PÉSSIMO!
spoiler:
[spoiler]Resenha crítica[spoiler]
O filme Cruzada relata uma época marcada pelas cruzadas na qual Jerusalém, a região conhecida como a "terra santa", foi brutalmente disputada em batalhas e guerras, que perduram até os dias atuais.
O filme conta também a vida de um jovem ferreiro, conhecido por Balian, personagem interpretado por Orlando Bloom.
Balian é o filho de Godfrey de Iberlim (Lian Neeson),um conceituado barão do rei de Jerusalém. Balian guarda luto pela morte de sua esposa e de seu filho, então ele decide ir para Jerusalém e se dedicar a manter a Paz na terra santa assim como o seu pai.
Após a morte de seu pai, Balian herda terras e um título de nobreza, igualemente decide se dedicar ao rei.
Balian acaba se apaixonando pela princesa Sybilla, representada por( Eva Green), a irmã do rei. Depois que o rei morre, Balian defende Jerusalém em batalhas e, junto com o título de nobreza, obtém a responsabilidade de proteger a terra santa.
Nessa empreitada, ele acabou tendo de entregá-la, e propôs um acordo no qual ele se rende e entrega Jerusalém a Saladino, rei dos saduceus, em troca de serem escoltados em segurança, a fim de que ele e o seu povo permaneçam seguros juntos às terras litorâneas.
Sob o meu ponto de vista, o filme foi muito bem organizado. Notei que as partes mais delicadas foram organizadas nos mínimos detalhes. O filme foi bem planejado em todos os aspectos. A parte que me chamou mais atenção foi a doença do rei, denominada Lepra, pois não é comum onde moramos. O filme foi bem produzido, mas eu acho que os organizadores deveriam falar mais sobre os costumes dos povos, tanto dos aspectos de crenças que eles costumam ter, mas também sobre o deus desse povo, ou seja, ter explicado melhor sobre as religiões citadas no filme.
Cleide Menezes, estudante do 8° ano, Ensino Fundamental, Escola Estadual Querubina Silveira, Cerro Corá/RN.
Orientadora: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da Linguagem, PPgEL/UFRN.
[/spoiler]
Resenha Crítica
O filme Cruzada relata a história de um jovem francês ferreiro chamado Balian. Através da história dele é retratado no filme outro acontecimento, as famosas cruzadas, ou seja, batalhas pela conquista da terra santa, Jerusalém, onde as mortes e as guerras que as pessoas faziam, eram feitas e justificadas em nome de Deus.
Nessa história, uma coprodução cinematográfica lançada em 6 de maio de 2005, existem pontos positivos, não só guerras e mais guerras, já que o tema desse filme é a retomada de Jerusalém pelos muçulmanos, que de fato ocorreu em 1187. Nesse filme os fatos positivos foram os detalhes exibidos com relação aos costumes, crenças e artefatos religiosos antigos, frequentemente encontrados na maioria das cenas do filme.
Outro fato importante no filme foi o final, pois Balian conseguiu salvar o seu povo, não todos, mas a maioria, mesmo que ele tenha feito um acordo com o rei dos saduceus e deixado a terra de Jerusalém para os mulçumanos em troca de poder sobreviver junto ao seu povo e viver em paz e sem guerras em terras distantes. O que faltou ao protagonista para ganhar a guerra não foi coragem, determinação ou qualquer outra coisa, foram apenas mais soldados, porque os poucos que ele tinha, soube liderar magnificamente.
Sob o meu ponto de vista, achei negativa a ganância do personagem Saladino pelo poder, pois mesmo já tendo obtido muitas terras, ele sempre queria mais, derramando muito sangue inocente por um simples capricho, para a obtenção de mais e mais poder. De igual modo, gostei de como o filme demonstrou detalhadamente como eram todos os acontecimentos, os costumes e as maneiras de comportamento das pessoas do século XII, ainda mais com efeitos de guerra muito precisos e bastante realistas. Além de tudo, o filme mostrou como reis semelhantes a Saladino ganhavam a maioria das batalhas.
Stephani Lovane Carvalho, aluna do 8° ano na Escola Estadual Querubina Silveira.
Revisão: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da linguagem, PPgEL̸UFRN.[/spoiler]
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Resenha Crítica
O filme Cruzada relata a história de um jovem francês ferreiro chamado Balian. Através da história dele é retratado no filme outro acontecimento, as famosas cruzadas, ou seja, batalhas pela conquista da terra santa, Jerusalém, onde as mortes e as guerras que as pessoas faziam, eram feitas e justificadas em nome de Deus.
Nessa história, uma coprodução cinematográfica lançada em 6 de maio de 2005, existem pontos positivos, não só guerras e mais guerras, já que o tema desse filme é a retomada de Jerusalém pelos muçulmanos, que de fato ocorreu em 1187. Nesse filme os fatos positivos foram os detalhes exibidos com relação aos costumes, crenças e artefatos religiosos antigos, frequentemente encontrados na maioria das cenas do filme.
Outro fato importante no filme foi o final, pois Balian conseguiu salvar o seu povo, não todos, mas a maioria, mesmo que ele tenha feito um acordo com o rei dos saduceus e deixado a terra de Jerusalém para os mulçumanos em troca de poder sobreviver junto ao seu povo e viver em paz e sem guerras em terras distantes. O que faltou ao protagonista para ganhar a guerra não foi coragem, determinação ou qualquer outra coisa, foram apenas mais soldados, porque os poucos que ele tinha, soube liderar magnificamente.
Sob o meu ponto de vista, achei negativa a ganância do personagem Saladino pelo poder, pois mesmo já tendo obtido muitas terras, ele sempre queria mais, derramando muito sangue inocente por um simples capricho, para a obtenção de mais e mais poder. De igual modo, gostei de como o filme demonstrou detalhadamente como eram todos os acontecimentos, os costumes e as maneiras de comportamento das pessoas do século XII, ainda mais com efeitos de guerra muito precisos e bastante realistas. Além de tudo, o filme mostrou como reis semelhantes a Saladino ganhavam a maioria das batalhas.
Stephani Lovane Carvalho, aluna do 8° ano na Escola Estadual Querubina Silveira.
Revisão: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da linguagem, PPgEL̸UFRN.[/spoiler]
Neste filme existem retratos de valores que são específicos do feudalismo, da Idade Média, como a oposição entre os cristãos e os muçulmanos, o cavaleirismo (a cavalaria), os conceitos da honra e da fé. Existem algumas “cenas-chave”, que nos ajudam a entender ou que mudam o destino da história, como a visita de Godfrey e o reconhecimento de que Balian é seu filho; a investidura (quando Godfrey, antes de morrer, faz de Balian cavaleiro e barão de Ibelin); a luta e a conversa de Balian com o cavaleiro muçulmano; morte de Balduíno IV e coroação de Sybilla e Guy; Sybilla corta os cabelos (em sinal de arrependimento e contrição); no final, Balian segue a cavalo, e Sybilla a pé. Além das personagens principais há várias personagens secundárias, algumas históricas e outras criadas para o filme.
Quando chegou aos cinemas, Cruzada teve a responsabilidade de ser o primeiro grande lançamento do verão norte-americano, época geralmente reservada para as estreias dos blockbusters, ou seja, os filmes mais caros e com maiores expectativas de sucesso nas bilheterias. Com um orçamento estimado em US$ 130 milhões, no entanto, o filme terminou sua carreira tendo faturado cerca de um terço deste valor nos Estados Unidos – o que, não é preciso dizer, deixou muita gente decepcionada. No entanto, esta volta do diretor Ridley Scott ao discurso épico, estilo que o havia consagrado apenas cinco anos antes com o oscarizado Gladiador (2000), é muito mais do que um mero espetáculo visual. Afinal, o que temos aqui é uma produção marcada por sua mão eficiente, de grande apuro técnico e com um estrutura clássica que encontra ressonância entre os títulos mais estimados deste gênero.
Cruzada foi importante também para a carreira de Orlando Bloom, que após aparecer como coadjuvante em campeões de bilheteria como as sagas Piratas do Caribe e O Senhor dos Aneis, encontrou neste projeto sua primeira – e verdadeira – oportunidade como protagonista. Se antes ele havia sido ofuscado pelo humor descontrolado de Johnny Depp ou pelo impressionante cenário da Terra Média, desta vez a situação foi diferente, com uma expectativa muito maior sobre seus ombros. O resultado, entretanto, é um divisor de águas – e de forma não tão positiva quanto o esperado.
Bloom interpreta Baliam, filho bastardo do nobre Godfrey (Liam Neeson), que assume seu posto e sua herança após a morte deste. Baliam abandonou sua França natal, desiludido com o suicídio da esposa, e foi rumo a Jerusalém, no início dos anos 1200. Lá, já com terras e respeitado, ganha o status de amigo do rei leproso (Edward Norton, em participação irreconhecível), e assume a tarefa de defender a cidade do ataque dos muçulmanos após as mortes consecutivas do governante e de seu cunhado. Com a simpatia da rainha (Eva Green) e do general Tiberias (Jeremy Irons), Baliam vai lutar, principalmente, pela honra do seu povo, acima até dos interesses materiais.
Cruzada esteve durante anos vagando entre diversos estúdios de Hollywood e chegou a ter nomes como Arnold Schwarzenegger e James Cameron envolvidos. Porém, só conseguiu virar realidade quando Scott o assumiu. Seguindo um modelo atual de revigoração de narrativas grandiosas, impressiona pela visão realista das cenas de batalha, pelos cenários grandiosos e pelo olhar nada maniqueísta do conflito. Assim, coloca em evidência uma realidade que até hoje perdura indefinida, sem justos ou errados, e sim apenas com pontos de vistas próprios e distintos. O tema segue pertinente, e mesmo transfigurado para uma realidade de séculos atrás, ainda assim encontra ressonância no espectador de agora.
Se no quesito técnico o desempenho é exemplar, o mesmo não se pode dizer quanto à empatia do público. A escolha do protagonista é seu principal problema. Bloom não é um ator carismático, apesar do relativo talento que possui, aqui explorado como nunca antes pelas mãos de Scott. Mesmo assim, uma certa distância entre plateia e história se estabelece, criando uma relação fria e pouco envolvente entre esses dois pólos. Sem fazer com que o público se identifique e torça pelo protagonista, pouca coisa realmente relevante acontece, dando-se uma comunicação ineficaz com a audiência. E a causa disso fica óbvia a cada aparição do personagem principal.
Cruzada é um filme bonito, bem cuidado e produzido com cuidado, além de tratar de um tema importante de modo sério e pertinente. Um dos méritos da produção, aliás, é justamente o cuidado com a fidelidade histórica, ressaltada por pesquisadores como bastante acurada e precisa. Isso faz da obra mais do que mero entretenimento, mas também uma oportunidade de cultura e ensino. A se lamentar apenas o fato de que o equilíbrio entre esses dois lados não seja tão apurado, provocando uma distorção que incomoda mais do que deveria.
Cruzada foi importante também para a carreira de Orlando Bloom, que após aparecer como coadjuvante em campeões de bilheteria como as sagas Piratas do Caribe e O Senhor dos Aneis, encontrou neste projeto sua primeira – e verdadeira – oportunidade como protagonista. Se antes ele havia sido ofuscado pelo humor descontrolado de Johnny Depp ou pelo impressionante cenário da Terra Média, desta vez a situação foi diferente, com uma expectativa muito maior sobre seus ombros. O resultado, entretanto, é um divisor de águas – e de forma não tão positiva quanto o esperado.
Bloom interpreta Baliam, filho bastardo do nobre Godfrey (Liam Neeson), que assume seu posto e sua herança após a morte deste. Baliam abandonou sua França natal, desiludido com o suicídio da esposa, e foi rumo a Jerusalém, no início dos anos 1200. Lá, já com terras e respeitado, ganha o status de amigo do rei leproso (Edward Norton, em participação irreconhecível), e assume a tarefa de defender a cidade do ataque dos muçulmanos após as mortes consecutivas do governante e de seu cunhado. Com a simpatia da rainha (Eva Green) e do general Tiberias (Jeremy Irons), Baliam vai lutar, principalmente, pela honra do seu povo, acima até dos interesses materiais.
Cruzada esteve durante anos vagando entre diversos estúdios de Hollywood e chegou a ter nomes como Arnold Schwarzenegger e James Cameron envolvidos. Porém, só conseguiu virar realidade quando Scott o assumiu. Seguindo um modelo atual de revigoração de narrativas grandiosas, impressiona pela visão realista das cenas de batalha, pelos cenários grandiosos e pelo olhar nada maniqueísta do conflito. Assim, coloca em evidência uma realidade que até hoje perdura indefinida, sem justos ou errados, e sim apenas com pontos de vistas próprios e distintos. O tema segue pertinente, e mesmo transfigurado para uma realidade de séculos atrás, ainda assim encontra ressonância no espectador de agora.
Se no quesito técnico o desempenho é exemplar, o mesmo não se pode dizer quanto à empatia do público. A escolha do protagonista é seu principal problema. Bloom não é um ator carismático, apesar do relativo talento que possui, aqui explorado como nunca antes pelas mãos de Scott. Mesmo assim, uma certa distância entre plateia e história se estabelece, criando uma relação fria e pouco envolvente entre esses dois pólos. Sem fazer com que o público se identifique e torça pelo protagonista, pouca coisa realmente relevante acontece, dando-se uma comunicação ineficaz com a audiência. E a causa disso fica óbvia a cada aparição do personagem principal.
Cruzada é um filme bonito, bem cuidado e produzido com cuidado, além de tratar de um tema importante de modo sério e pertinente. Um dos méritos da produção, aliás, é justamente o cuidado com a fidelidade histórica, ressaltada por pesquisadores como bastante acurada e precisa. Isso faz da obra mais do que mero entretenimento, mas também uma oportunidade de cultura e ensino. A se lamentar apenas o fato de que o equilíbrio entre esses dois lados não seja tão apurado, provocando uma distorção que incomoda mais do que deveria.
Esse filme é um show para quem gosta de história. Cruzada ajuda a entender um pouco o clima de guerra entre religiões que persiste no oriente médio até os dias de hoje. Cenografia e figurinos excelentes. As cenas de guerra são convincentes e as estratégias críveis. Não bastasse tudo isso os diálogos são fortes e as mensagens poderosas.
O filme é um show de diplomacia, demonstração de caráter e respeito ao povo muçulmano.
Imperdível!!!
O filme é um show de diplomacia, demonstração de caráter e respeito ao povo muçulmano.
Imperdível!!!
Todo o filme que retrata um período da história, merece ser assistido e discutido, pois no caso, deste filme, mostrou que já foi possível conviver pacificamente em Jerusalém. Apesar de longo, como a maioria dos filmes épicos, gostei do enredo, e gostei também da atuação de Orlando Bloom. Brilhante fotografia e trilha sonora pertinente a um grande clássico. Muito bom!
Há controvérsias! Mas, Orlando Bloom está fantástico!
Assisti varias vezes a este clássico do cinema, sou formando do curso de História da FACOS, e no meu ultimo estagio utilizei este filme, em uma turma de ensino médio, rendeu bons resultados, fica a dica para que é professor, este filme apresenta o contexto deste período, de uma maneira fácil de ser compreendida pelos alunos.
Na primeira vez que assisti o filme em 2005 achei ele apenas regular, mas acabei por assisti-lo mais algumas vezes e acabei completamente fascinado. Acredito que Cruzada fica tranquilamente na lista dos melhores filmes sobre o período medieval. Só não dou o título de o melhor porque tenho uma queda muito grande por Coração Valente e acho que o filme de Mel Gibson dá uma lavada em Cruzada em alguns aspectos, que ainda vou comentar.
Visualmente o filme é magnífico. Você realmente sente o que era viver naquele tempo e consegue entender melhor a história, e o aspecto visual contribuiu muito para isso. Foi também o primeiro filme com uma atuação ótima do Orlando Bloom, que era conhecido na época apenas pelo papel de Legolas em O Senhor dos Anéis. O elenco do filme alias é todo de alto nível: Jeremy Irons, Eva Green, Liam Neeson, David Thewlis e os vilões Marton Csokas e Brendan Gleeson são muito bons, impossível não odiá-los. Até a escolha do sutão Saladino, que tem um papel menor, foi ótima, Ghassan Massoud trouxe muita seriedade, e uma postura de um verdadeiro líder para o papel. Soube interpretar muito bem esse que foi um dos grandes líderes medievais.
A minha grande crítica fica por conta do roteiro. A história é muito boa, eu diria perfeita, até o momento que ocorre um grande evento no filme, a derrota dos cristãos em Hattin. A partir desse momento eu senti que o roteiro do filme começou a desandar, para mim a partir daí o filme ficou muito fraco. A que se deve isso? Acho que o filme perdeu muito com a morte do rei de Jerusalém e dos dois vilões principais. A cena do discurso de Balin e a cena posterior, onde ele dá o título de cavaleiro a mais de 100 pessoas me pareceram meio forçadas demais. Foram uma tentativa desesperada dos roteiristas de criar uma cena emotiva, que acabou por não dar resultado. Também achei a batalha bastante cansativa, acho que depois de diversas cenas de batalha ao longo do filme, criar mais uma batalha longa ao fim não foi a melhor escolha. As qualidades do filme não estão nas suas batalhas, mas nos seus diálogos, nas ideias e questões que o conflito levanta.
Coração Valente, que uso como exemplo por considerar um filme quase perfeito, consegue entender isso melhor. A grande batalha ocorre no meio do filme, e o climax final é criado por cenas com dialogos, e acompanhando os últimos momentos do personagem principal e sua obstinação, sua resolução de se manter firme a causa.
Por esse erro, o de não conseguir identificar suas proprias qualidades e trabalhá-las melhor. Eu dou uma nota 4/5.
Visualmente o filme é magnífico. Você realmente sente o que era viver naquele tempo e consegue entender melhor a história, e o aspecto visual contribuiu muito para isso. Foi também o primeiro filme com uma atuação ótima do Orlando Bloom, que era conhecido na época apenas pelo papel de Legolas em O Senhor dos Anéis. O elenco do filme alias é todo de alto nível: Jeremy Irons, Eva Green, Liam Neeson, David Thewlis e os vilões Marton Csokas e Brendan Gleeson são muito bons, impossível não odiá-los. Até a escolha do sutão Saladino, que tem um papel menor, foi ótima, Ghassan Massoud trouxe muita seriedade, e uma postura de um verdadeiro líder para o papel. Soube interpretar muito bem esse que foi um dos grandes líderes medievais.
A minha grande crítica fica por conta do roteiro. A história é muito boa, eu diria perfeita, até o momento que ocorre um grande evento no filme, a derrota dos cristãos em Hattin. A partir desse momento eu senti que o roteiro do filme começou a desandar, para mim a partir daí o filme ficou muito fraco. A que se deve isso? Acho que o filme perdeu muito com a morte do rei de Jerusalém e dos dois vilões principais. A cena do discurso de Balin e a cena posterior, onde ele dá o título de cavaleiro a mais de 100 pessoas me pareceram meio forçadas demais. Foram uma tentativa desesperada dos roteiristas de criar uma cena emotiva, que acabou por não dar resultado. Também achei a batalha bastante cansativa, acho que depois de diversas cenas de batalha ao longo do filme, criar mais uma batalha longa ao fim não foi a melhor escolha. As qualidades do filme não estão nas suas batalhas, mas nos seus diálogos, nas ideias e questões que o conflito levanta.
Coração Valente, que uso como exemplo por considerar um filme quase perfeito, consegue entender isso melhor. A grande batalha ocorre no meio do filme, e o climax final é criado por cenas com dialogos, e acompanhando os últimos momentos do personagem principal e sua obstinação, sua resolução de se manter firme a causa.
Por esse erro, o de não conseguir identificar suas proprias qualidades e trabalhá-las melhor. Eu dou uma nota 4/5.
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