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    Cruzada
    Média
    4,3
    899 notas e 37 críticas
    distribuição de 37 críticas por nota
    7 críticas
    12 críticas
    9 críticas
    4 críticas
    2 críticas
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    37 críticas do leitor

    Kamila A.
    Kamila A.

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    5,0
    Enviada em 6 de julho de 2013
    As Cruzadas foram uma série de expedições que possuíam o objetivo de assegurar o domínio cristão sobre os lugares sagrados que eram controlados pelos muçulmanos. As lutas duraram dos séculos 11 ao 14. O filme “Cruzada”, do diretor Ridley Scott, se passa durante a Terceira Cruzada, ocorrida nos anos de 1189 a 1192. Nessa época, cristãos e muçulmanos conviviam pacificamente em Jerusalém. Resultado dos esforços dos Reis Saladin (muçulmanos) e Baldwin IV (cristãos). A primeira hora de “Cruzada” é determinante para o resto do filme. São nestes momentos que iremos conhecer Balian (Orlando Bloom, protagonizando um filme pela primeira vez), um ferreiro que está de luto pela morte da esposa e do filho. Balian está sem perspectivas na vida quando recebe a visita do Barão Godfrey de Ibelin (Liam Neeson, em uma participação marcante), que se apresenta como seu pai e o convida a se tornar um cavaleiro e a defender o Reino Latino de Jerusalém, governado pelo Rei Baldwin IV (Edward Norton, escondido por trás de uma máscara de ferro), um homem condenado à morte devido à lepra que tira suas forças. Godfrey sabe do momento difícil pelo qual Balian está passando, por isso apresenta a ida a Jerusalém (apresentada, no filme, como o mundo novo, aonde existe amor ao invés de ódio) como uma jornada de redenção, na qual o filho irá se redimir dos seus pecados e salvará a alma da esposa suicida. Diante de tal argumento, Balian não tem como recusar a proposta do pai e embarca nessa viagem de autodescoberta na qual ele surge como um novo raio de esperança para o povo de Jerusalém. Apesar da convivência pacífica existente entre cristãos e muçulmanos, eram muitos aqueles (de ambos os lados) que queriam ver a luta armada entre os dois povos. Os Cavaleiros Templários, a mando do Papa, contavam com a ajuda de Guy de Lusignan e de Reynald de Châtillon (Brendan Gleeson) para assassinar muçulmanos. Tais ataques causavam ira em Saladin (o excelente ator sírio Ghassan Massoud) e fragilizavam a relação que ele tinha com o Rei Baldwin IV. A guerra não tardaria a acontecer. Com a morte de Baldwin e o ataque à irmã de Saladin, ela começou e resultou na retomada do controle de Jerusalém pelos muçulmanos. “Cruzada” é um filme que quebra muitas convenções do cinema. Pela primeira vez, vemos os muçulmanos serem retratados como pessoas normais sem serem taxadas de terroristas ou causadores do mal do mundo. E há muito tempo que não vemos um filme no qual não existem mocinhos ou vilões (com a exceção de Guy de Lusignan e Reynald de Châtillon), um lado vencedor ou um lado perdedor. Cada uma das partes retratadas têm uma justificativa para os seus atos. Você pode até não concordar com elas, mas não irá julgar as decisões que foram tomadas. O filme possui muitas virtudes: um cuidado com o visual e com as cenas de luta (uma marca do diretor Ridley Scott), um roteiro que contém mensagens belas e é bastante atual e um excelente elenco de apoio. É essa última virtude que expõe o grande defeito de “Cruzada”: Balian é uma personagem tão apática quanto a atuação de Orlando Bloom. A platéia se engana quando pensa que ele é o herói do filme. Esse posto pertence aos reis Saladin e Baldwin IV, homens nobres e de extremo caráter, que provaram que a diplomacia e a tolerância são a principal saída para os conflitos do Oriente Médio. Se isso foi possível há mil anos atrás, o que impede que isso ocorra novamente nos dias de hoje? É essa a grande mensagem que “Cruzada” nos deixa.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 25 de dezembro de 2019
    Uma visão muito detalhada e intensa das Cruzadas, Kingdom of Heaven tem sucesso tanto em nível emocional, quanto nos temas apresentados e apenas pela espetacularidade da direção de arte já vale apena. Cada personagem da história tem profundidade suficiente para afetar os resultados do último ato do filme, e isso é uma coisa muito boa de se ver em um filme com essa escala e com um orçamento tão grande, nada parece apressado e tudo tem uma boa resolução. Os atores não apenas fazem um bom trabalho ao interpretar esses personagens, mas os olhos de Scott para os detalhes também ajudam a contar a história em um nível visual como ele nunca fez antes. Os temas da tolerância para com a religião podem parecer um pouco pesados, mas na verdade eu os leio como uma mensagem para a tolerância em geral e que é mostrada com o vasto elenco e suas interações. Cabe não acrescentar um pouco mais de profundidade a outros temas interessantes a serem explorados, dado o contexto, mas tudo é a favor do resultado final. Outras visualizações podem ajudar a melhorar o filme, já que algumas coisas podem parecer opacas demais na primeira assistida. Também temos que admitir o fato de Bloom ser um óbvio caso de ''miscasting'', mas o resto do elenco é tão bom(com destaque, claro, para Ed Norton) que você até releva...Outro destaque vai para o CGI magistralmente mesclado aos cenários reais. Um fantástico trabalho visual de Scott em boa forma, com cada quadro sendo algo estupendo de se olhar, nunca esquecendo sua mensagem principal e nunca confundindo espetacularidade forçada com narrativa.
    Miguel Neto
    Miguel Neto

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    4,5
    Enviada em 17 de fevereiro de 2015
    Esse filme é um show para quem gosta de história. Cruzada ajuda a entender um pouco o clima de guerra entre religiões que persiste no oriente médio até os dias de hoje. Cenografia e figurinos excelentes. As cenas de guerra são convincentes e as estratégias críveis. Não bastasse tudo isso os diálogos são fortes e as mensagens poderosas. O filme é um show de diplomacia, demonstração de caráter e respeito ao povo muçulmano. Imperdível!!!
    Vinipassos
    Vinipassos

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    4,5
    Enviada em 6 de fevereiro de 2013
    Filme chato? Oq? Vc podem achar chato pq não estudaram história, esse filme é incrível. Se alguns de vcs tivessem o mínimo de conhecimento das Guerras Cruzadas julgariam o filme de outra maneira. A estória de filme é mt boa, o roteiro ajuda muito para o desenvolvimento correto dos fatos históricos e da trama. As atuação são mt boas, principalmente a de Orlando Bloom, que se entregou totalmente ao papel e fez um ótimo trabalho, tanto ele como todos os demais, a Eva Green tbm ta ótima. Todas as cena de batalhas são incríveis, destaque para a batalha final é espetacular e muito empolgante, com certeza uma das melhores da temática. Não é preciso saber de História para ver esse filme, mas ter pelo menos uma base do que foi aquilo ajuda a não menosprezar esta obra que é mt boa. O pessoal precisa entender que as Guerras Cruzadas não eram sucessivas, existiram 8 cruzadas. Naquela época existia todo um respeito e diplomacia para a realização de Guerras. Eu assisti esse filme mais de uma vez no Ginásio e fiz um trabalho sobre ele, com certeza um tive um visão muito maior que grande parte de vocês tiveram.
    anônimo
    Um visitante
    2,5
    Enviada em 22 de janeiro de 2013
    -Realmente,esse foi um dos mas fracos filmes desse gênero. -Orlando Bloom,em seu papel solo se saiu muito bem,mas o filme em si é bastante chato.
    Luiz@o

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    1,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    HORROROSO.Nao enxerguei na da de Cruzada nesse lixo de Ridley Scott.Depois da direção consagrada de Gladiador,dirigir Cruzada só queimou seu filme.Só por causa das cenas de batalha e da curtíssíma aparição de Liam Neeson,o filme merece nota 4,0
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,0
    Enviada em 15 de abril de 2019
    Filme que divide opiniões entre críticos e cinéfilos! particularmente acho um filme de qualidade com a seriedade da história leva o espectador para dentro da história e isso é muito positivo, aqui se tem energia. Claro que há falhas, como as atuações, que são de razoáveis para boas, como Orlando Bloom, Jeremy Irons, Liam Neeson, Michael Sheen, Edward Norton estão razoáveis e destaque para boa atuação e melhor do filme de Eva Green que além de linda está bem em seu papel. Cruzada não é nada de excepcional, mas tem boas qualidades.
    Débora O.
    Débora O.

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    3,0
    Enviada em 29 de agosto de 2016
    spoiler: [spoiler]Resenha crítica[spoiler] O filme Cruzada relata uma época marcada pelas cruzadas na qual Jerusalém, a região conhecida como a "terra santa", foi brutalmente disputada em batalhas e guerras, que perduram até os dias atuais. O filme conta também a vida de um jovem ferreiro, conhecido por Balian, personagem interpretado por Orlando Bloom. Balian é o filho de Godfrey de Iberlim (Lian Neeson),um conceituado barão do rei de Jerusalém. Balian guarda luto pela morte de sua esposa e de seu filho, então ele decide ir para Jerusalém e se dedicar a manter a Paz na terra santa assim como o seu pai. Após a morte de seu pai, Balian herda terras e um título de nobreza, igualemente decide se dedicar ao rei. Balian acaba se apaixonando pela princesa Sybilla, representada por( Eva Green), a irmã do rei. Depois que o rei morre, Balian defende Jerusalém em batalhas e, junto com o título de nobreza, obtém a responsabilidade de proteger a terra santa. Nessa empreitada, ele acabou tendo de entregá-la, e propôs um acordo no qual ele se rende e entrega Jerusalém a Saladino, rei dos saduceus, em troca de serem escoltados em segurança, a fim de que ele e o seu povo permaneçam seguros juntos às terras litorâneas. Sob o meu ponto de vista, o filme foi muito bem organizado. Notei que as partes mais delicadas foram organizadas nos mínimos detalhes. O filme foi bem planejado em todos os aspectos. A parte que me chamou mais atenção foi a doença do rei, denominada Lepra, pois não é comum onde moramos. O filme foi bem produzido, mas eu acho que os organizadores deveriam falar mais sobre os costumes dos povos, tanto dos aspectos de crenças que eles costumam ter, mas também sobre o deus desse povo, ou seja, ter explicado melhor sobre as religiões citadas no filme. Cleide Menezes, estudante do 8° ano, Ensino Fundamental, Escola Estadual Querubina Silveira, Cerro Corá/RN. Orientadora: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da Linguagem, PPgEL/UFRN. [/spoiler] Resenha Crítica O filme Cruzada relata a história de um jovem francês ferreiro chamado Balian. Através da história dele é retratado no filme outro acontecimento, as famosas cruzadas, ou seja, batalhas pela conquista da terra santa, Jerusalém, onde as mortes e as guerras que as pessoas faziam, eram feitas e justificadas em nome de Deus. Nessa história, uma coprodução cinematográfica lançada em 6 de maio de 2005, existem pontos positivos, não só guerras e mais guerras, já que o tema desse filme é a retomada de Jerusalém pelos muçulmanos, que de fato ocorreu em 1187. Nesse filme os fatos positivos foram os detalhes exibidos com relação aos costumes, crenças e artefatos religiosos antigos, frequentemente encontrados na maioria das cenas do filme. Outro fato importante no filme foi o final, pois Balian conseguiu salvar o seu povo, não todos, mas a maioria, mesmo que ele tenha feito um acordo com o rei dos saduceus e deixado a terra de Jerusalém para os mulçumanos em troca de poder sobreviver junto ao seu povo e viver em paz e sem guerras em terras distantes. O que faltou ao protagonista para ganhar a guerra não foi coragem, determinação ou qualquer outra coisa, foram apenas mais soldados, porque os poucos que ele tinha, soube liderar magnificamente. Sob o meu ponto de vista, achei negativa a ganância do personagem Saladino pelo poder, pois mesmo já tendo obtido muitas terras, ele sempre queria mais, derramando muito sangue inocente por um simples capricho, para a obtenção de mais e mais poder. De igual modo, gostei de como o filme demonstrou detalhadamente como eram todos os acontecimentos, os costumes e as maneiras de comportamento das pessoas do século XII, ainda mais com efeitos de guerra muito precisos e bastante realistas. Além de tudo, o filme mostrou como reis semelhantes a Saladino ganhavam a maioria das batalhas. Stephani Lovane Carvalho, aluna do 8° ano na Escola Estadual Querubina Silveira. Revisão: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da linguagem, PPgEL̸UFRN.[/spoiler]
    Alexandre C.
    Alexandre C.

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    4,0
    Enviada em 8 de abril de 2019
    Bom filme situado na idade média, uma bela história de amor cenas de guerra grandiosas e bem dirigidas, gostei de a Cruzada,.
    Luiz C.
    Luiz C.

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    4,5
    Enviada em 25 de abril de 2016
    Neste filme existem retratos de valores que são específicos do feudalismo, da Idade Média, como a oposição entre os cristãos e os muçulmanos, o cavaleirismo (a cavalaria), os conceitos da honra e da fé. Existem algumas “cenas-chave”, que nos ajudam a entender ou que mudam o destino da história, como a visita de Godfrey e o reconhecimento de que Balian é seu filho; a investidura (quando Godfrey, antes de morrer, faz de Balian cavaleiro e barão de Ibelin); a luta e a conversa de Balian com o cavaleiro muçulmano; morte de Balduíno IV e coroação de Sybilla e Guy; Sybilla corta os cabelos (em sinal de arrependimento e contrição); no final, Balian segue a cavalo, e Sybilla a pé. Além das personagens principais há várias personagens secundárias, algumas históricas e outras criadas para o filme.
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