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Um visitante
3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Colateral é inicialmente bem modesto.Pois temos em cena apenas uma breve aparição de Tom Cruise como Vicent,e depois some inteiramente de cena.Dando lugar a Jamie Foxx e Jada Pinckett Smith.O diálogo de Max (Foxx) e Annie (Jada),é bem interessante dentro de um táxi,que é conduzido por Max.Mais não sabemos nada da vida ambos até o momento.E depois da longa conversa os dois tomam rumos completamente diferentes.Mais por ironia do destino Vicent pega o táxi que ali estava parado,e começa a circular pela cidade.Tudo parece ser perfeitamente tranquilo.Vicent conversa com Max,fazendo com que ele relaxe de qualquer forma.Pois o pior ainda estava por vir.Colateral começa a ser um bom filme quando Cruise entra em cena.Pois começam a surgir bons mistérios,e crimes que agente não sabe a verdadeira causa.Confesso que o personagem de Jamie Foxx dá um certo tipo de raiva.Pois é submetido a realizar um trabalho bobo,e que não combina em nada com ele.Já Jada Pinckett é bem mais reservada,e não preenche totalmente o filme,ficando apenas como uma figurante de luxo.Não podemos esquecer de Mark Ruffalo,que se encaixa perfeitamente no personagem,e que está bem demais no filme.
A cidade de Los Angeles, como todos nós sabemos, é a capital mundial do cinema, local onde os sonhos se tornam realidade, ponto aonde o luxo e a ambição se misturam. A noite de Los Angeles é bastante movimentada, com seus bares, restaurantes e clubes noturnos lotados de celebridades, pessoas comuns e de aspirantes à fama. Em “Colateral”, filme do diretor Michael Mann, iremos conhecer uma nova faceta da noite de Los Angeles, a cidade que, aparentemente, nunca dorme.
A história de “Colateral” se passa em uma noite/madrugada de trabalho de um ser humano normal: o motorista de táxi Max (Jamie Foxx, roubando a cena). Na profissão de taxista não existe uma rotina bem definida, uma vez que o seu destino depende de cada novo passageiro que embarca no seu veículo. Max até arrisca assumir uma nova personalidade a cada pessoa que encontra. Mas, no fundo, ele mantém a sua essência. Max é um homem sonhador (do tipo que carrega consigo uma foto das Ilhas Maldivas), que quer mudar os rumos de sua vida (o que significa deixar o emprego atual e abrir uma firma de limusines) e que quer ser o melhor naquilo que ele faz.
Michael Mann quer que nós da platéia acreditemos que este é mais um dia normal na vida de Max, entretanto ele não o é. Desde o primeiro momento, quando ele leva a promotora Anne (Jada Pinkett-Smith) ao prédio da promotoria de Los Angeles – na melhor cena do filme – sabemos que o que estamos vendo foge do trivial. Max se solta e se abre, flerta com a passageira e oferece à Anne a oportunidade de repensar a vida dela.
Max, até agora, estava paralisado na vida, conformado com a sua situação. Ele precisa de alguém que faça com ele o que ele fez com Anne. Esta tarefa caberá ao seu próximo passageiro: Vincent (Tom Cruise), um tipo meio intrigante e que fará uma proposta irrecusável à Max: dirigir somente para ele durante aquela madrugada em troca de seiscentos dólares (o que é muito mais do que o taxista ganha num dia de trabalho). Max aceita o trato e começa a levar Vincent a cinco diferentes destinos. Nestes diferentes locais, Vincent desempenhará o seu papel: assassinar cinco testemunhas chaves de um processo que está sendo movido contra um figurão do tráfico de drogas. É esta a razão da exclusividade do serviço de Max. Porém, algo sai errado e o taxista se vê envolvido diretamente na série de crimes e em uma outra disputa, na qual será decidida quem é o mais esperto: Max ou Vincent.
“Colateral” ficou conhecido erroneamente como o filme no qual Tom Cruise está com os cabelos grisalhos e interpreta o primeiro vilão de sua carreira. Ao invés disso, as pessoas deveriam lembrar ou assistir ao filme por ele ser um trabalho de extrema qualidade, com um visual fantástico, um roteiro inteligente, atuações excepcionais (tanto do trio principal como do elenco de apoio, que conta com nomes como o de Mark Ruffalo e Javier Barden) e um ritmo frenético. Enfim, um filme que captura a atenção da platéia e a insere no meio de seu clima de ação e tensão.
É o imprevisível encantador! O filme tem uma ação intermitente, é dinâmico juntamente com a frieza do assassino calculista e "elegante" Vincent (Tom Cruise) rsrs. Excelente!
este é um dos poucos filmes que para qualquer um,mesmo não sendo apreciador de filmes, numa pontuação de (0-a-10)eu dou a nota,11,porque ´é um grande filme,parabens realização deste filme. spoiler:
Ah que filme! direção do Michael Mann é muito massa, a história é muito acima do normal, Cruise e Foxx fazendo atuações impecáveis, um ótimo suspense prende a atenção de quem assistir um filmaço.
...Filmaco!!!! Um filme de acao imperdivel! Jemmie Foxx me surpreendeu nesse filme (como um taxista comum que se ve forcado a se tornar cumplice de um sociopata por uma noite que vira sua vida de cabeca para baixo), mas o destaque aqui vai eh para Tom Cruise; o cara foi muito bom, excelente visual, excelente interpretacao de antagonista (voces vao concordar e muito com o que vou escrever aqui: o vilao sempre e o melhor personagem de tramas como essa). Excelente voto de direcao para Michael Mann, esse filme te deixa com aquele clima de "o que que vai acontecer????", principalmente na hora em que Ma descobre quem e a ultima vitima de Vincent!!!! Imperdivel, um dos melhores filmes de acao ja feitos, o melhor do diretor Michael Mann, a melhor atuacao de Foxx e a segunda melhor atuacao de Tom Cruise desde "The Last Samurai"! Confiram...Absolutamente Imperdivel!!!
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