Sociedade dos Poetas Mortos
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4,6
3280 notas

108 Críticas do usuário

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yah Zé
yah Zé

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2026
um dos melhorrs filmes, o todf e o Neil é um dos que eu mais me indentifio o todd é mais na dele e tem dificuldade para pensar em poesias o Neil tem sonhos arruinados pelos pais eu amo sociedade dos poetas mortos
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2025
Robin Williams é o ator perfeito para esse papel, de um professor que abre a mente de seus alunos práticos para questões filosóficas. Do ponto de vista realista, pra conseguir concluir uma tarefa dessas, é necessário alguém com carisma e isso o ator tem de sobra. O filme já tem um roteiro excelente, e com essa atuação, fica ainda mais grandioso.
Ana clara Oliveira
Ana clara Oliveira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de outubro de 2025
filme incrível que aborda temas muito relevantes. as pessoas querem tanto agradar a sociedade e se adequar ao padrão, que esquecem que são livres, são poesias escritas por si mesmo. eu, adolescente, assim como o Todd, eu fiquei muito feliz com a cena final, visto que, o Neil precisou perder a voz, pra que Todd conseguisse expressar tudo que estava guardado e se expressar diante a morte do Neil. nós somos livres, nós somos pensadores e capacitados a transformar o mundo ao nosso ver, siga sem medo, realize seus desejos, viva intensamente, até porque ninguém sabe o dia de amanhã, o Neil não sabia. os pais influenciam muito o que nós pensamos, não sinta-se pressionado, siga a carreira que quiser, viva a vida que quiser, não seja no futuro, algo que você nunca almejou e tua alma gritou por ser. spoiler:
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Joás Oliveira
Joás Oliveira

13 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de setembro de 2025
O filme se passa em uma escola rigorosa com métodos de ensino tradicionais, bem como seus professores e até mesmo os pais dos alunos.
O professor Keating, protagonista do filme, desafia esse padrão da escola e propõe uma pedagogia participativa, que estimula os alunos a pensarem "por si mesmos". Ao fazer isso, ele recebe uma resistência por parte da direção da escola, mas a essa altura ele já havia cumprido seu papel, os alunos retomaram um antigo hábito de seu professor, onde se reuniam para ler poesias, este grupo era intitulado Sociedade dos Poetas Mortos e tinham como lemas a frase latina "Carpe Diem" (aproveite o dia de hoje) e uma citação de Thoreau "Eu fui a floresta por que queria viver deliberadamente, eu queria viver profundamente e sugar toda a essência da vida. Fazer apodrecer tudo que não fosse vida, para que chegando a minha morte, eu não descobrisse que não vivi!"

O ponto máximo do filme acontece quando um de seus alunos mais notáveis se apaixona pelo teatro, mas seus pais rigorosos o obrigam a seguir a carreira de medicina. Devido à muita insistência de seu filho em desobedecer a ordem dos pais, eles decidem mudá-lo de escola e após uma discussão o filho decide tirar a própria vida.
A diretoria da escola, desesperada pela repercussão negativa deste fato, demite o professor, que recebe uma despedida emocionante de sua turma.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
Sociedade dos Poetas Mortos (1989), dirigido por Peter Weir e estrelado por Robin Williams, é um filme que transcende o tempo, explorando temas universais como individualidade, liberdade de expressão e a luta contra a opressão. Com um roteiro premiado de Tom Schulman, o filme se tornou um marco cultural, inspirando gerações a refletir sobre o significado da vida, a importância da arte e o poder da poesia. A obra é uma mistura de drama emocionante, crítica social e homenagem à beleza da literatura, mas também recebeu críticas por seu tom melodramático e simplificação de questões complexas.

O enredo se passa em 1959, na Welton Academy, um conservador internato masculino que preza tradição, honra e disciplina. A chegada do carismático professor John Keating (Robin Williams) desafia as normas rígidas da instituição, inspirando seus alunos a "aproveitar o dia" (carpe diem). Keating reintroduz os jovens à Sociedade dos Poetas Mortos, um grupo secreto que celebra a poesia e a liberdade de pensamento.

O filme aborda a tensão entre conformidade e individualidade, especialmente através do personagem Neil Perry (Robert Sean Leonard), um jovem talentoso que sonha em ser ator, mas é pressionado pelo pai a seguir carreira em medicina. A tragédia que se desenrola com o suicídio de Neil é um ponto crucial do filme, levantando questões sobre autoritarismo, falta de diálogo e a repressão de sonhos. A narrativa é comovente, mas alguns críticos argumentam que o roteiro cai no melodrama, simplificando conflitos complexos em uma dicotomia entre "bem" (Keating) e "mal" (a instituição e os pais).

Robin Williams entrega uma performance memorável como John Keating, equilibrando humor e profundidade emocional. Sua interpretação é contida, mas poderosa, destacando-se em cenas como a recitação de "Oh Captain! My Captain!" de Walt Whitman e o momento em que incentiva Todd Anderson (Ethan Hawke) a expressar-se através da poesia. Williams captura a essência de um professor inspirador, cujas lições vão além da sala de aula.

O elenco jovem também merece elogios. Ethan Hawke, em seu papel como Todd, o estudante tímido que descobre sua voz, é particularmente impressionante. Robert Sean Leonard, como Neil, transmite a angústia de um jovem preso entre suas aspirações e as expectativas familiares. A química entre os atores reforça a sensação de camaradagem e rebeldia que define o grupo.

O roteiro de Tom Schulman, vencedor do Oscar, é repleto de diálogos inspiradores e citações poéticas. Frases como "nós não escrevemos poesia porque achamos lindo, nós escrevemos poesia porque pertencemos à raça humana" ressoam profundamente, destacando a importância da arte como expressão da condição humana. No entanto, alguns críticos, como Roger Ebert, argumentam que o filme cai em clichês e banalidades, especialmente na representação simplista do conflito entre Keating e a administração da escola.

Apesar disso, o roteiro consegue capturar a essência da juventude: a busca por identidade, o desejo de liberdade e o medo do fracasso. A tragédia de Neil serve como um lembrete sombrio das consequências da repressão, enquanto o crescimento de Todd simboliza a esperança de que a individualidade pode triunfar.

A cinematografia de John Seale complementa perfeitamente o tom do filme. As cenas na caverna, onde os alunos se reúnem para recitar poesia, são envoltas em sombras e luzes de velas, criando uma atmosfera quase mística. As tomadas da paisagem de Vermont, com suas florestas e rios, contrastam com a rigidez da arquitetura da escola, simbolizando a liberdade que os alunos tanto desejam.

A cena final, em que os alunos se levantam em suas mesas para homenagear Keating, é visualmente impactante. A câmera captura a determinação nos rostos dos jovens, enquanto Keating olha para eles com orgulho e gratidão. É um momento poderoso que encapsula o tema central do filme: a coragem de desafiar as normas em nome da autenticidade.

A trilha sonora, composta por Maurice Jarre, é delicada e emocional, complementando as cenas sem dominá-las. O uso de músicas clássicas, como a "Ode à Alegria" de Beethoven, durante as reuniões da Sociedade dos Poetas Mortos, adiciona uma camada de grandiosidade e reverência à experiência dos personagens. A música reforça o tema da transcendência através da arte, conectando os jovens a algo maior que eles mesmos.

O final do filme é ambíguo e emocionalmente carregado. A partida de Keating, forçada pela administração da escola, é um momento de derrota, mas a homenagem dos alunos, que se levantam e recitam "Oh Captain! My Captain!", é um ato de resistência e lealdade. Esse gesto simboliza que as lições de Keating permanecerão com eles, mesmo que ele não esteja mais presente.

No entanto, o final também levanta questões sobre o impacto real de Keating. Enquanto alguns alunos, como Todd, parecem ter sido transformados, outros, como Cameron, permanecem conformados. A tragédia de Neil sugere que, apesar da inspiração de Keating, o sistema opressivo ainda tem um poder avassalador.

Sociedade dos Poetas Mortos é um filme que ressoa profundamente com aqueles que valorizam a individualidade e a liberdade de expressão. Suas mensagens sobre o poder da poesia e a importância de "aproveitar o dia" são atemporais, e as performances, especialmente a de Robin Williams, são inesquecíveis. No entanto, o filme não está isento de falhas. Seu tom melodramático e a simplificação de conflitos complexos podem afastar alguns espectadores.

Apesar disso, o filme permanece como um tributo à capacidade da arte de transformar vidas. Como Keating diz: "A linguagem foi desenvolvida por uma razão: para nos comunicarmos. E para nos comunicarmos com o máximo de paixão possível." Sociedade dos Poetas Mortos é, acima de tudo, um chamado para vivermos com paixão e autenticidade, mesmo diante das adversidades.
lais!!
lais!!

1 seguidor 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de setembro de 2024
Assisti na escola, e rapaz, isso sim é cultura, é literalmente um filme incrível, com uma história incrível e inspiradora. Que final meus amigos!!!
Mário
Mário

18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de julho de 2024
Numa escola rigorosa e tradicional, um professor de inglês, John Keating, utiliza de métodos pouco ortodoxos para lecionar e passar lições aos seus alunos; encorajados por ele, um grupo de garotos começam a realizar reuniões numa caverna para lerem poesia. A crítica desse filme é algo muito potente que vai te fazer sentir uma injustiça sobre um personagem, mas é proposital. Entrando nesse assunto, esta obra te faz sentir tudo o que ela quer que você sinta enquanto assiste; eu mesmo me peguei vibrando junto com os garotos em vários momentos do filme. Um ou outro ator talvez deixem a desejar quando o roteiro pede mais deles, mas o Robin Williams é sacanagem! Eu não vou mais ver ele de outra forma a não ser como o professor amigável, pouco convencional e... poético que ele é aqui. Ademais, eu não poderia deixar de comentar que esse filme é uma carta de amor à poesia e à arte de aproveitar o dia; como poeta, esse filme fez eu me sentir representado e com o coração aquecido. A trilha sonora desse filme faz eu me sentir como se estivesse escrevendo uma poesia, como se eu estivesse num porão com uma pena na mão, rabiscando coisas profundas num pergaminho.
Resumindo, Sociedade Dos Poetas Mortos é maravilhoso! Esse filme me faz sentir desde alegria ou tristeza até tensão e espanto. Quando acabou, eu fiquei desejando mais daquelas lições que vão ficar na minha cabeça, mais daqueles momentos que me fazem sentir parte daquele grupo de amigos, mais dos momentos que soem como uma ode à expressão artística. Esse é o filme que vou me pegar revendo ou me lembrando daqui há uns tempos (Ou, quem sabe, amanhã mesmo). Carpe diem.
mariana
mariana

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de junho de 2024
Uma MASTERPIECE, simplesmente perfeito. Quando pensamos que o filme não vai levar a lado nenhum ele bate-nos com um Plot twist seguido de outro. Oh captain, my captain!
Neide_2008
Neide_2008

6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de abril de 2024
Um filme que nos encanta e nos faz refletir, enquanto pais e instituições sobre o que de fato é a melhor escolha para os nossos jovens. O que de fato é saber viver? O sentido de Carpe Dien deve ser levado em consideração em todos os contextos. Já assisti a este filme em vários momentos, mas assistindo hoje, enquanto professora, meus olhos se encheram de lágrimas com a última cena do filme, mesmo que todos tenham culpabilizado o professor pelos seus métodos inovadores de ensinar a fim de formar cidadãos pensantes, capaz de ler , interpretar e tomar decisões, rompendo com a "forma" racionalista tradicional , possibilitando-os a buscar pela tão sonhada liberdade humana que somente a luz do conhecimento é capaz de proporcionar com o equilíbrio da razão X emoção, seus alunos reconheceram seu real valor e demonstraram que nada foi em vão e o sorriso do professor ao final encerra com a satisfação do dever cumprido. Mesmo no atual contexto, século XXI, o professor continua sendo responsabilizado pelos erros da sociedade , que ignora a própria culpa no processo de formação do indivíduo. Não estamos formando artistas alienados, mas sim pensadores críticos e com uma identidade própria que deve ser respeitada em todos os âmbitos . É isto que a arte proporciona quando tiramos as vendas. " Não lemos e escrevemos poesias, apenas porque é bonita, mas sim porque pertencemos à raça humana. E a raça humana está cheia de paixão! Medicina, direito,engenharia são ambições nobres e necessárias para manter a vida, mas poesia, beleza, romance, amor, paixão é vida. É para isso que ficamos vivos". Estes sentimentos significam que existe vida em nós e para isso precisamos nos sentir felizes e livres para fazermos nossas próprias escolhas. Afinal, o ser humano não é apenas razão ou uma matéria qualquer que se tornará alimentos para os vermes. Qual será o legado de vida? Qual marca deixará na história? Como será lembrado? Qual é o sentido da vida se não puder ser quem realmente é ?
E nós , professores, temos este papel...sermos luz neste mar de dúvidas, incertezas e de tantas mazelas sociais.
Aos pais fica a mensagem para não podar os sonhos dos filhos, exigindo que façam aquilo que vocês sonharam e não eles. Todo ser humano deve ser livre para ser o que desejar ser e tentar colher todos os seus botões de rosa, enquanto houver vida, para que quando o último suspiro chegar, não descubra que não viveu.
Grasielafabiana4
Grasielafabiana4

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de abril de 2024
1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem
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