Média
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Uma obra cativante que aborda sobre a vida de alguns jovens estudantes de uma tradicional escola preparatória e a chegada de um professor bem diferente dos que eles até então conheciam. Muito bem elaborado para época, esse filme é atemporal, pois a mensagem que ele passa serve para todos de todas épocas. Gostei do drama que ele retrata, são adolescentes com seus medos e suas inseguranças. Além do mais o final é surpreendente!
Assisti pela primeira vez, logo após o Oscar ao qual o filme concorreu.... O filme fala sobre um professor que utiliza métodos não convencionais para lecionar Poesia ( ou Literatura) em um colégio conservador para meninos.... com frases que marcaram o Cinema e se tornaram inesquecíveis: Carpem Diem e Capitão, Oh Capitão.
spoiler:
O que mais me marcou foi o sentimento de desespero, como se estivesse indo para uma pena de morte e sem opção de fuga, do personagem vivido por Robert Sean Leonard. Ocorreu quando o seu pai, não concordando por sua opção por se tornar ator, lhe informou que seria transferido para uma Academia Militar, para que ele enfim, se tornasse um médico. A única opção, que entendeu lhe restar, foi a morte. E a cena final....indescritível de tão forte, poética, bela e inspiradora. O professor Keating, mesmo punido pelo que não fez,
conseguiu o seu intento: se não todos, que alguns alunos se tornassem livres pensadores.
conseguiu o seu intento: se não todos, que alguns alunos se tornassem livres pensadores.
Quem dera houvesse mais professores do tipo de John Keating, que fizessem de suas aulas um grande aprendizado de liberdade, criatividade, autoconhecimento, respeito. Robin Williams faz o melhor papel de sua carreira. O elenco jovem é muito bom. Uma cena marcante é quando ele ensina os alunos a subirem na mesa, numa atitude de rebeldia às regras. A frase "Carpe diem" ficou gravada na mente de muitos cinéfilos.
Realmente muito bom o filme... '-' Recomendo a todos aqueles que forem assistir
Apesar de ser chato e maniqueísta em alguns momentos, este filme possui passagens marcantes e um dos mais belos lemas que se pode ter: "Carpe Diem".
Filme excelente e muito inspirador, mas com um desfecho demasiadamente duro .nota 10!
Um filme com um enredo bem trabalhado e que conta com belas atuações, principalmente a de Robin Williams!
O filme me emocionou profundamente, trazendo a tona o quanto estamos condicionados pela família e pela sociedade, deixando muitas vezes de fazermos o que gostaríamos para satisfazer um desejo que não é nosso, gerando infelicidade e sugando qualquer sentido de se querer viver em meio a tanta hipocrisia e cumprindo tantos "padrões", sem poder questionar sem sofrer coersão de vários setores, mostrando o preconceito, a compreensão daonde deveria vir apoio, retratando a realidade da pressão sofrida por muitos jovens durante a adolescência, que podem causar consequências cruéis e muita injustiça.
Nos mostra ainda, a atribuição de responsabilidade direcionada para o professor que buscava estimular os alunos a pensarem por si mesmos, dentro de uma sociedade que quer criar escravos ao seu sistema.
Nos mostra ainda, a atribuição de responsabilidade direcionada para o professor que buscava estimular os alunos a pensarem por si mesmos, dentro de uma sociedade que quer criar escravos ao seu sistema.
O filme mostra em certa altura da vida, as pessoas, em especial os jovens, os quais deveriam opor-se, contestar, gritar e sobretudo ser "livres pensadores", e não deixar que ninguém condicione a sua maneira de pensar, mas também ensina esses mesmos jovens a usarem o bom-senso. Um filme tocante, forte e memorável.
Um filme excelente, comovente, envolvente. Do início ao Fim. Mostrar as diversas formas de estabelecer um contraponto frente a uma sociedade retrógrada, no caso retratada pela escola Weton, é um dos pontos altos da trama. Mais que isso, estabelecer o poder de práticas e discursos que diariamente são relegados a não serem importantes devido ao caráter cientificista de nossa sociedade. O professor Keating demostra muito mais do que a importância da poesia na vida de inúmeros jovens, mas o próprio sentido que a vida nos dá, ou seja, muito mais do que o caráter pragmático de praticarmos nossas profissões, mas refletirmos sobre os mais profundos sentimentos. Isso que nos faz sermos verdadeiramente humanos.
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