Média
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O filme é incrível, mas eu saí muito triste dele. De fato não esperava que houvessem momentos mais densos e pesados. A filosofia de carp diem, aproveite o dia, viva a sua vida fica sufocada pelo sistema escolar e familiar que os meninos vivem. E isso é desesperador, revoltante e os deixa sem saída. É bem sensível, pois ele te transmite esperança e desesperança em cenas distintas. Vale a ver por ser um clássico, mas saiba que vão existir momentos pesados que vão necessitar depois serem assimilados e processados. Porque eu passei dias sentindo e pensando.
Filmaço que todos devem em algum momento assistir!!! Robin Williams está excelente como John Keating, entregando uma atuação carismática, divertida e, ao mesmo tempo, profundamente humana.
Que filme bom. Uma reflexão muito profunda e necessária sobre como a escola que deveria ser a emancipação intelectual dos alunos vira mera indústria de repetição de fórmulas e conceitos jogados ao vento e como quem tenta romper com o sistema se dá mal. Ótima atuação do brilhante Robbie Williams e menção honrosa para Ethan Hawke e Robert Sean. A única coisa é que a fotografia é um pouco datada, muitos takes com a câmera com pouco ou nenhum movimento que dá um ar mais lento para o filme. Porém, não deixa de ser um clássico obrigatório, ASSISTA!
**SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS (1989)**
**Ano de lançamento:** 1989
**Duração:** 2h08min
**Gênero:** Drama, Comédia dramática
**Principais atores:** Robin Williams (John Keating), Robert Sean Leonard (Neil Perry), Ethan Hawke (Todd Anderson), Josh Charles (Knox Overstreet), Gale Hansen (Charlie Dalton), Dylan Kussman (Richard Cameron), Allelon Ruggiero (Steven Meeks), James Waterston (Gerard Pitts) e Kurtwood Smith (Thomas Perry).
### ⭐ ESTÓRIA
Poucos filmes conseguem transformar uma simples sala de aula em um espaço de reflexão sobre a própria existência. *Sociedade dos Poetas Mortos* é um desses filmes. Ambientado em 1959, em uma tradicional e conservadora escola preparatória para jovens da elite, o filme apresenta a chegada do professor de literatura John Keating, um ex-aluno da instituição que retorna trazendo consigo uma maneira completamente diferente de enxergar a educação e a vida.
Enquanto a escola prega disciplina, tradição, honra e conformidade, Keating apresenta aos seus alunos uma ideia revolucionária para aquele ambiente: **Carpe Diem — aproveitem o dia**. Mais do que uma frase bonita, o professor incentiva os jovens a pensarem por conta própria, questionarem aquilo que lhes é imposto e encontrarem suas próprias vozes.
É nesse contexto que nasce a retomada da Sociedade dos Poetas Mortos, um grupo secreto no qual os estudantes se reúnem para ler poesias, compartilhar pensamentos e experimentar uma liberdade que não encontram dentro dos rígidos muros da escola.
### PERSONAGENS E ATUAÇÕES
Robin Williams encontra talvez um dos papéis mais emblemáticos de sua carreira. John Keating não é apenas um professor; ele representa uma ruptura. Sua maneira de ensinar, seu humor e sua sensibilidade fazem com que os alunos descubram que educação não precisa significar apenas decorar conteúdos, obedecer regras e seguir um caminho previamente determinado.
Robert Sean Leonard entrega uma atuação marcante como Neil Perry, jovem talentoso que vive o conflito entre aquilo que deseja ser e aquilo que seu pai determinou que ele deveria ser. Neil encontra no teatro uma paixão verdadeira, mas está preso a um futuro que não escolheu.
Ethan Hawke, como Todd Anderson, apresenta outro tipo de conflito: o jovem tímido, inseguro e incapaz de acreditar na própria voz. Sua transformação é uma das mais bonitas do filme.
### 易 ROTEIRO E TEMAS
O grande mérito do roteiro está em não transformar a história em uma simples celebração da rebeldia. O filme é muito mais profundo. Ele discute o conflito entre **liberdade e autoridade**, entre **sonhos pessoais e expectativas familiares**, entre **individualidade e conformismo**.
A tragédia de Neil é justamente o ponto em que essa discussão deixa de ser apenas filosófica. O jovem não consegue encontrar uma saída entre aquilo que deseja para sua vida e aquilo que seu pai exige dele. Sua morte representa o resultado devastador de uma pressão que não encontrou espaço para ser ouvida.
O filme, portanto, não coloca toda a responsabilidade em Keating. Sua mensagem é poderosa, mas a obra também mostra que despertar alguém para a liberdade pode ser doloroso quando essa pessoa continua vivendo em um ambiente que não permite que ela seja livre.
### FOTOGRAFIA E DIREÇÃO
A direção de Peter Weir é elegante e cuidadosa. A escola é filmada quase como uma fortaleza: corredores, salas e ambientes simétricos que reforçam a sensação de controle e rigidez. Em contraste, os encontros da Sociedade dos Poetas Mortos acontecem em uma caverna, um espaço escuro, mas paradoxalmente muito mais livre.
Essa escolha visual é brilhante. A escola possui luz e tradição, mas limita. A caverna é escura e escondida, mas oferece liberdade.
### A CENA FINAL
Poucas cenas finais são tão simbólicas quanto aquela em que os alunos sobem sobre suas carteiras e dizem, cada um à sua maneira, **"Oh Captain! My Captain!"**.
A cena não representa apenas uma despedida. É o resultado de tudo aquilo que Keating tentou ensinar. Pela primeira vez, aqueles jovens estão olhando o mundo de uma perspectiva diferente — literalmente de cima.
Mesmo depois de ser expulso, Keating deixou algo que a instituição não conseguiu apagar: a capacidade de pensar.
### CRÍTICA
*Sociedade dos Poetas Mortos* é um filme que envelheceu muito bem porque sua mensagem continua atual. Ainda vivemos em uma sociedade na qual muitas pessoas são pressionadas a seguir caminhos escolhidos por outras. Pais que projetam seus sonhos nos filhos, instituições que valorizam resultados acima da felicidade e jovens que muitas vezes precisam lutar para descobrir quem realmente são.
O filme não é perfeito e pode, em alguns momentos, carregar um certo sentimentalismo típico de seu período. Porém, sua força emocional supera essas limitações.
O grande triunfo de Peter Weir e Robin Williams foi compreender que um professor pode ensinar muito mais do que aquilo que está escrito em um livro. Keating ensina seus alunos a questionar, sentir e, principalmente, pensar.
E talvez essa seja a verdadeira essência do filme: **a vida é curta demais para ser vivida exclusivamente segundo as expectativas dos outros**.
Um drama profundo, emocionante e extremamente simbólico, que utiliza a poesia para falar sobre liberdade, juventude, autoridade, sonhos e o preço de não poder escolher o próprio caminho.
**⭐ Minha nota: 9/10**
**Um clássico absoluto do cinema dramático. Um filme que não apenas conta uma história, mas convida o espectador a olhar para a própria vida de uma maneira diferente.**
**Ano de lançamento:** 1989
**Duração:** 2h08min
**Gênero:** Drama, Comédia dramática
**Principais atores:** Robin Williams (John Keating), Robert Sean Leonard (Neil Perry), Ethan Hawke (Todd Anderson), Josh Charles (Knox Overstreet), Gale Hansen (Charlie Dalton), Dylan Kussman (Richard Cameron), Allelon Ruggiero (Steven Meeks), James Waterston (Gerard Pitts) e Kurtwood Smith (Thomas Perry).
### ⭐ ESTÓRIA
Poucos filmes conseguem transformar uma simples sala de aula em um espaço de reflexão sobre a própria existência. *Sociedade dos Poetas Mortos* é um desses filmes. Ambientado em 1959, em uma tradicional e conservadora escola preparatória para jovens da elite, o filme apresenta a chegada do professor de literatura John Keating, um ex-aluno da instituição que retorna trazendo consigo uma maneira completamente diferente de enxergar a educação e a vida.
Enquanto a escola prega disciplina, tradição, honra e conformidade, Keating apresenta aos seus alunos uma ideia revolucionária para aquele ambiente: **Carpe Diem — aproveitem o dia**. Mais do que uma frase bonita, o professor incentiva os jovens a pensarem por conta própria, questionarem aquilo que lhes é imposto e encontrarem suas próprias vozes.
É nesse contexto que nasce a retomada da Sociedade dos Poetas Mortos, um grupo secreto no qual os estudantes se reúnem para ler poesias, compartilhar pensamentos e experimentar uma liberdade que não encontram dentro dos rígidos muros da escola.
### PERSONAGENS E ATUAÇÕES
Robin Williams encontra talvez um dos papéis mais emblemáticos de sua carreira. John Keating não é apenas um professor; ele representa uma ruptura. Sua maneira de ensinar, seu humor e sua sensibilidade fazem com que os alunos descubram que educação não precisa significar apenas decorar conteúdos, obedecer regras e seguir um caminho previamente determinado.
Robert Sean Leonard entrega uma atuação marcante como Neil Perry, jovem talentoso que vive o conflito entre aquilo que deseja ser e aquilo que seu pai determinou que ele deveria ser. Neil encontra no teatro uma paixão verdadeira, mas está preso a um futuro que não escolheu.
Ethan Hawke, como Todd Anderson, apresenta outro tipo de conflito: o jovem tímido, inseguro e incapaz de acreditar na própria voz. Sua transformação é uma das mais bonitas do filme.
### 易 ROTEIRO E TEMAS
O grande mérito do roteiro está em não transformar a história em uma simples celebração da rebeldia. O filme é muito mais profundo. Ele discute o conflito entre **liberdade e autoridade**, entre **sonhos pessoais e expectativas familiares**, entre **individualidade e conformismo**.
A tragédia de Neil é justamente o ponto em que essa discussão deixa de ser apenas filosófica. O jovem não consegue encontrar uma saída entre aquilo que deseja para sua vida e aquilo que seu pai exige dele. Sua morte representa o resultado devastador de uma pressão que não encontrou espaço para ser ouvida.
O filme, portanto, não coloca toda a responsabilidade em Keating. Sua mensagem é poderosa, mas a obra também mostra que despertar alguém para a liberdade pode ser doloroso quando essa pessoa continua vivendo em um ambiente que não permite que ela seja livre.
### FOTOGRAFIA E DIREÇÃO
A direção de Peter Weir é elegante e cuidadosa. A escola é filmada quase como uma fortaleza: corredores, salas e ambientes simétricos que reforçam a sensação de controle e rigidez. Em contraste, os encontros da Sociedade dos Poetas Mortos acontecem em uma caverna, um espaço escuro, mas paradoxalmente muito mais livre.
Essa escolha visual é brilhante. A escola possui luz e tradição, mas limita. A caverna é escura e escondida, mas oferece liberdade.
### A CENA FINAL
Poucas cenas finais são tão simbólicas quanto aquela em que os alunos sobem sobre suas carteiras e dizem, cada um à sua maneira, **"Oh Captain! My Captain!"**.
A cena não representa apenas uma despedida. É o resultado de tudo aquilo que Keating tentou ensinar. Pela primeira vez, aqueles jovens estão olhando o mundo de uma perspectiva diferente — literalmente de cima.
Mesmo depois de ser expulso, Keating deixou algo que a instituição não conseguiu apagar: a capacidade de pensar.
### CRÍTICA
*Sociedade dos Poetas Mortos* é um filme que envelheceu muito bem porque sua mensagem continua atual. Ainda vivemos em uma sociedade na qual muitas pessoas são pressionadas a seguir caminhos escolhidos por outras. Pais que projetam seus sonhos nos filhos, instituições que valorizam resultados acima da felicidade e jovens que muitas vezes precisam lutar para descobrir quem realmente são.
O filme não é perfeito e pode, em alguns momentos, carregar um certo sentimentalismo típico de seu período. Porém, sua força emocional supera essas limitações.
O grande triunfo de Peter Weir e Robin Williams foi compreender que um professor pode ensinar muito mais do que aquilo que está escrito em um livro. Keating ensina seus alunos a questionar, sentir e, principalmente, pensar.
E talvez essa seja a verdadeira essência do filme: **a vida é curta demais para ser vivida exclusivamente segundo as expectativas dos outros**.
Um drama profundo, emocionante e extremamente simbólico, que utiliza a poesia para falar sobre liberdade, juventude, autoridade, sonhos e o preço de não poder escolher o próprio caminho.
**⭐ Minha nota: 9/10**
**Um clássico absoluto do cinema dramático. Um filme que não apenas conta uma história, mas convida o espectador a olhar para a própria vida de uma maneira diferente.**
Meu filme de memória afetiva, simplesmente esplêndido! Esse filme é um sentimento, é intensidade, é grandioso e esplendoroso de tão magnífico que é. Fez parte da minha adolescência, na qual me identificava com o Niel. Todos os jovens deveriam assistir!! Recomendo demais
Bonito filme, a paixão e a criatividade do professor que conquistou os alunos ricos, frívolos por criação, ignorantes. Acabam se transformando em seres pensantes, começam a amar a cultura, os livros, o teatro. E por causa disso, o professor é crucificado pela ignorância e pelo preconceito dos pais do rapaz, causando uma tragédia. Muita sensibilidade na atuação do Robin Willis, no papel do professor
Esse clássico é o melhor, esse filme te faz refletir sobre ações, ele vai muito além de poesia ele te faz pensar
um dos melhorrs filmes, o todf e o Neil é um dos que eu mais me indentifio o todd é mais na dele e tem dificuldade para pensar em poesias o Neil tem sonhos arruinados pelos pais eu amo sociedade dos poetas mortos
Robin Williams é o ator perfeito para esse papel, de um professor que abre a mente de seus alunos práticos para questões filosóficas. Do ponto de vista realista, pra conseguir concluir uma tarefa dessas, é necessário alguém com carisma e isso o ator tem de sobra. O filme já tem um roteiro excelente, e com essa atuação, fica ainda mais grandioso.
filme incrível que aborda temas muito relevantes. as pessoas querem tanto agradar a sociedade e se adequar ao padrão, que esquecem que são livres, são poesias escritas por si mesmo. eu, adolescente, assim como o Todd, eu fiquei muito feliz com a cena final, visto que, o Neil precisou perder a voz, pra que Todd conseguisse expressar tudo que estava guardado e se expressar diante a morte do Neil. nós somos livres, nós somos pensadores e capacitados a transformar o mundo ao nosso ver, siga sem medo, realize seus desejos, viva intensamente, até porque ninguém sabe o dia de amanhã, o Neil não sabia. os pais influenciam muito o que nós pensamos, não sinta-se pressionado, siga a carreira que quiser, viva a vida que quiser, não seja no futuro, algo que você nunca almejou e tua alma gritou por ser.
spoiler:
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