Closer - Perto Demais
Média
4,1
1776 notas

108 Críticas do usuário

5
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Orizon J.
Orizon J.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2018
Li os comentários (elogiosos) de gente muito mais competente que eu. Não sou cinéfilo, vejo um filme aqui e acolá. Mas resolvi comentar pois não vi ninguém comentando sobre o que segue.
Como homem, o que mais chamou a atenção foi o combate psicológico entre Larry (Owen) e Dan (Law). Na verdade, o modo como Larry conduz as coisas ciente do efeito que isso iria afetar a mente e os sentimentos de Dan. Um filme muito bom e reflexivo. Respeito as opiniões de todos, mas a notas baixas e os comentários correspondentes demosntram mais uma falta de conexão com o tema que com a qualidade do filme em si. Closer foi muito bem dirigido e os atores em atuações de altíssimo nível. Recomendo.
CARLOS A.
CARLOS A.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2016
Natalie Portman lindíssima, sensual, ofuscou Julia Roberts, merecia um Oscar. Clive Owen também esteve ótimo.
Érico S.
Érico S.

4 seguidores 40 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2016
O elenco de Closer é algo simplesmente primoroso ! Só pela atuação dos atores, já valeria muito a pena assistir.
O filme trata de paixão, amor, intimidade, sexo, de uma forma absolutamente única, e se aprofunda de tal forma na alma dos personagens, que fica impossível saber no que vai dar, onde vai parar, quem fica com quem. Um quarteto amoroso cheio de reviravoltas e revelações imprevisíveis, com perfis psicológicos muitos bem construídos, mas ao mesmo tempo, complicados e densos.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
"Closer: Perto Demais", filme de Mike Nichols, tem uma trama centrada no “quadrilátero” amoroso que envolve quatro personagens: Dan, Alice, Larry e Anna. Entre eles, existe uma espécie de jogo amoroso, no qual os quatro se revezam nos papéis de mocinhos e vilões. Um jogo no qual todos estão vulneráveis e se machucam, se abandonam, reatam laços, são felizes e infelizes, se perdoam, se humilham, se odeiam e se amam. Um jogo movido por uma única vontade: a de saber o que seríamos capazes de fazer pelo nosso grande amor.

Por ser baseado em uma peça teatral de Patrick Marber (autor também do roteiro cinematográfico), “Perto Demais” é um filme que depende bastante de um grupo de atores consistentes. O filme está muito bem servido neste aspecto. Julia Roberts faz a sua melhor atuação desde “Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento”, naquele que é o papel mais diferente de sua carreira (pela primeira vez, vemos Julia tratando de um tema adulto). Natalie Portman brilha e mostra todo o seu amadurecimento pessoal e profissional ao interpretar a personagem mais complexa do filme. Clive Owen, por sua vez, é o melhor de todos em cena e empresta, com competência, ironia e honestidade ao seu Larry. Já Jude Law é o mais fraco dos quatro atores, talvez afetado pelo mau aproveitamento de sua personagem.

Entretanto, a maior virtude de “Perto Demais” se encontra atrás das câmeras na figura do diretor Mike Nichols. Ele fez a sua estréia como diretor cinematográfico com “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, o qual mostrava um casal lavando a roupa suja em público durante uma noite. O forte de Mike Nichols sempre foi retratar as relações humanas (vide seu trabalho em filmes como “A Primeira Noite de um Homem”, “Lembranças de Hollywood”, “Uma Lição de Vida” e “Angels in America”). Em “Perto Demais”, ele volta a trabalhar com este campo e reforça a sua imagem de um grande diretor de atores, uma vez que ele retira deles o que eles têm de melhor a oferecer.
Aleksandro A.
Aleksandro A.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de abril de 2015
Excelente filme.
Fez-me reviver alguns momentos de minha vida, bons ou maus, mas que todos com aquele ar de "eu aprendi", "isso foi bom pra mim". Entrei na pele dos protagonistas, em especial o Dan e o Larry; o desespero, a angústia, a esperança... O filme nos faz mergulhar no tempo, como ele muda de percepção e de como é cíclico; na volubilidade dos relacionamentos, a falsa sensação de que tudo está bem mas na verdade não está. Etc,etc,etc. Adorei o filme.
Elvira A.
Elvira A.

937 seguidores 266 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
A música "Blower's Daughter" e a atuação de Natalie Portman são o que o filme tem de melhor. Julia Roberts, Clive Owen e Jude Law já tiveram atuações melhores.
Vitoria R.
Vitoria R.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Um romance muito interessante e surpreendente. Além de excelentes atuações. Vale a pena conferir!
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 4 de outubro de 2014
Com um início bastante chamativo,onde a personagem de Natalie Portman,vem de encontro ao personagem de Jude Law,e no fundo a bela canção de Damien Rice,não tinha como ser melhor.E lógico,daí pra frente o clima do filme melhora e muito.Com bons diálogos,e principalmente por conter um relacionamento mas do que enrolado,entre os personagens principais.Clive Owen e Julia Roberts dão um show a parte de atuação,dignos talvez de um Oscar.O que chama bastante atenção também,é o assunto de superioridade que o filme traz em todos os personagens.Começo,meio e fim perfeito.
Abda S.
Abda S.

29 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de junho de 2014
Profundo, confuso e com todos os elementos necessários para se falar da complexidade da condição humana, principalmente o elemento sexo que desequilibra todo o resto, as emoções, os compromissos, os medos, a ousadia, a vida crua no seu ponto de vista do desespero.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Recomendo assistir este filme a cada 5 anos.. impressionante como ele muda com o tempo..se atualiza sozinho..realmente uma obra prima sobre a area cinza dos relacionamentos...
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