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Natalie Portman lindíssima, sensual, ofuscou Julia Roberts, merecia um Oscar. Clive Owen também esteve ótimo.
MELHOR ELENCO
MELHOR TEXTO
MELHOR DIREÇÃO
MELHOR ROTEIRO
UM DOS MELHORES FILME DA DÉCADA
FILME INCRÍVEL !!!!!
MELHOR TEXTO
MELHOR DIREÇÃO
MELHOR ROTEIRO
UM DOS MELHORES FILME DA DÉCADA
FILME INCRÍVEL !!!!!
O elenco de Closer é algo simplesmente primoroso ! Só pela atuação dos atores, já valeria muito a pena assistir.
O filme trata de paixão, amor, intimidade, sexo, de uma forma absolutamente única, e se aprofunda de tal forma na alma dos personagens, que fica impossível saber no que vai dar, onde vai parar, quem fica com quem. Um quarteto amoroso cheio de reviravoltas e revelações imprevisíveis, com perfis psicológicos muitos bem construídos, mas ao mesmo tempo, complicados e densos.
O filme trata de paixão, amor, intimidade, sexo, de uma forma absolutamente única, e se aprofunda de tal forma na alma dos personagens, que fica impossível saber no que vai dar, onde vai parar, quem fica com quem. Um quarteto amoroso cheio de reviravoltas e revelações imprevisíveis, com perfis psicológicos muitos bem construídos, mas ao mesmo tempo, complicados e densos.
Um dos meus filmes prediletos, real!!! Com diálogos inspiradores. E personagens pecadores e amorosos
Esse filme me trás uma nostalgia muito boa pra mim. Lindo filme e a melhor trilha sonora foreverrrr do Damien Rice ❤
Excelente filme, um dos meus prediletos, não é para mentes fracas e pouco desenvolvidas.
Filme idiota, maior perda de tempo,quem gosta desse filme é quem também assisti novela mexicana.
"Closer: Perto Demais", filme de Mike Nichols, tem uma trama centrada no “quadrilátero” amoroso que envolve quatro personagens: Dan, Alice, Larry e Anna. Entre eles, existe uma espécie de jogo amoroso, no qual os quatro se revezam nos papéis de mocinhos e vilões. Um jogo no qual todos estão vulneráveis e se machucam, se abandonam, reatam laços, são felizes e infelizes, se perdoam, se humilham, se odeiam e se amam. Um jogo movido por uma única vontade: a de saber o que seríamos capazes de fazer pelo nosso grande amor.
Por ser baseado em uma peça teatral de Patrick Marber (autor também do roteiro cinematográfico), “Perto Demais” é um filme que depende bastante de um grupo de atores consistentes. O filme está muito bem servido neste aspecto. Julia Roberts faz a sua melhor atuação desde “Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento”, naquele que é o papel mais diferente de sua carreira (pela primeira vez, vemos Julia tratando de um tema adulto). Natalie Portman brilha e mostra todo o seu amadurecimento pessoal e profissional ao interpretar a personagem mais complexa do filme. Clive Owen, por sua vez, é o melhor de todos em cena e empresta, com competência, ironia e honestidade ao seu Larry. Já Jude Law é o mais fraco dos quatro atores, talvez afetado pelo mau aproveitamento de sua personagem.
Entretanto, a maior virtude de “Perto Demais” se encontra atrás das câmeras na figura do diretor Mike Nichols. Ele fez a sua estréia como diretor cinematográfico com “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, o qual mostrava um casal lavando a roupa suja em público durante uma noite. O forte de Mike Nichols sempre foi retratar as relações humanas (vide seu trabalho em filmes como “A Primeira Noite de um Homem”, “Lembranças de Hollywood”, “Uma Lição de Vida” e “Angels in America”). Em “Perto Demais”, ele volta a trabalhar com este campo e reforça a sua imagem de um grande diretor de atores, uma vez que ele retira deles o que eles têm de melhor a oferecer.
Por ser baseado em uma peça teatral de Patrick Marber (autor também do roteiro cinematográfico), “Perto Demais” é um filme que depende bastante de um grupo de atores consistentes. O filme está muito bem servido neste aspecto. Julia Roberts faz a sua melhor atuação desde “Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento”, naquele que é o papel mais diferente de sua carreira (pela primeira vez, vemos Julia tratando de um tema adulto). Natalie Portman brilha e mostra todo o seu amadurecimento pessoal e profissional ao interpretar a personagem mais complexa do filme. Clive Owen, por sua vez, é o melhor de todos em cena e empresta, com competência, ironia e honestidade ao seu Larry. Já Jude Law é o mais fraco dos quatro atores, talvez afetado pelo mau aproveitamento de sua personagem.
Entretanto, a maior virtude de “Perto Demais” se encontra atrás das câmeras na figura do diretor Mike Nichols. Ele fez a sua estréia como diretor cinematográfico com “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, o qual mostrava um casal lavando a roupa suja em público durante uma noite. O forte de Mike Nichols sempre foi retratar as relações humanas (vide seu trabalho em filmes como “A Primeira Noite de um Homem”, “Lembranças de Hollywood”, “Uma Lição de Vida” e “Angels in America”). Em “Perto Demais”, ele volta a trabalhar com este campo e reforça a sua imagem de um grande diretor de atores, uma vez que ele retira deles o que eles têm de melhor a oferecer.
Tirando a música inicial, o resto é uma bosta, filme totalmente estranho.
Diálogos fantásticos. Enredo simples, mas com um roteiro muito bem trabalhado. Os avanços temporais são sutis e funcionam de maneira brilhante. As atuações dos quatro estão impecáveis, em especial a de Clive Owen e Natalie Portman, que receberam, merecidamente, indicações ao Oscar.
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