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leonardo
10 seguidores
69 críticas
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0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Além de ter um péssimo roteiro, o filme aborda situações improváveis, como as confissões que acabam levando a conflitos conjugais demasiadamente sinuosos e inverossímeis.
É um filme surpreendente, de diálogos rápidos em raciocíonio e ricos de conteúdo. A personagem mais sincera é a que inventa um personagem em sua vida. Trabalha a verdade e a mentira, fazendo-nos questionar sobre a utilidade de cada uma delas. Interessantíssimo, vale a pena conferir.
Simplesmente brilhante, a começar pela rainha das comédias românticas inglesas, Julia Roberts, falando palavrão como nunca antes! Mas o filme é muito mais do que isto... Inteligente, faz o espectador deixar a sala de cinema pensando no que viu e suscita discussões acerca de determinadas atitudes das personagens. Uma sucessão de diálogos bem construídos e brilhantemente interpretados, principalmente por Clive Owen e Natalie Portman, colabara para que ninguém tire os da tela por um minuto sequer. As palavras são nuas e cruas, e como cabem na boca de qualquer casal, é impossível não nos enxergarmos no lugar de Larry ou Alice, por exemplo. O arremate desta grande obra é a trilha sonora, com destaque para "The blowers daughter" de Damien Rice. Uma dica: se você for daqueles "malucos" que não se importa de pagar duas vezes para ver um filme ou tiver um bom motivo para vê-lo de novo, veja! A tendência é sair do cinema ainda mais encantado do que a primeira vez!
Um filme com atores fantásticos, desempenhando papéis interessantíssimos recheados de diálogos e imagens fortes. Além disso, é filmado em Londres, uma cidade que transpira arte e cultura. Uma escolha para quem exige algo mais do entretenimento.
Classificar este filme de pornográfico é o cúmulo. A única coisa realmente explícita explícita é o vocabulário. E convenhamos nem é tão forte assim, tem conversa de botequim muito mais pesada. As melhores interpretações ficam por conta dos "coadjuvantes" Clive Owen e Natalie Portman. Aliás, a grande sacada do filme é a personagem da Natalie, que passa a maior parte do filme bancando a vítima, quando ao final, vemos que ela é a maior algoz.
Que filme! desde o roteiro a direção, acompanhado pelas brilhantes interpretações de natalie portman e clive owen.mistura crueldade e fragibilidade mostrando a maneira como o ser humano é : egoísta... merece um oscar!
É interessante como tem gente que tem gostos tao diferentes e que acha que o filme e ruim. O filme e otimo, atores de primeira linha num filme que e direto e real e nao um romancezinho agua com acucar, o amor tem varias formas e o fime mostra isso. Surpreendente as falas cruas e diretas, muito bom o filme, recomendo com entusiasmo.
O veterano diretor Mike Nichols levou para as telonas a peça de Patrick Marber, que inclusive já teve sua versão nos palcos tupiniquins sob a batuta de Hector Babenco. A trama é simples. Alice (Natalie Portman) é uma stripper americana que se "exila" em Londres. Nasce uma paixão à primeira vista entra ela e o escritor de obituários para um periódico londrino, Dan (Jude Law). Ele é um escritor frustrado e, após alguns meses de ter encontrado Alice, termina o seu livro. A fotógrafa encarregada de elaborar a capa do livro de Dan é ninguém menos que Anna (Julia Roberts). Há um flerte imediato entre Anna e Dan. Algum tempo mais tarde, Dan está conversando na internet com um estranho se passando por uma mulher. O diálogo sobre sexo entre os dois é hilário. Dan, inconscientemente, joga Larry (Clive Owen), nos braços de Anna, ao marcar um encontro num aquário que ele sabia que esta última freqüentava. Alguns meses mais tarde Anna e Larry se casam. Daí em diante o que ocorre é uma "disputa" entre os dois casais, pelas razões mais clássicas e antigas do ser humano: ciúme, carência, amor, sexo, a competição propriamente dita e confiança ou falta dela. O filme se sustenta nos diálogos de uma inteligência cada vez mais rara na hollywood atual. O quarteto de atores merece elogios, particularmente Clive Owen (Rei Arthur). Não podemos esquecer a saborosa música de Bebel Gilberto que embala a vernissage de uma exposição de fotos de rostos desconhecidos, imortalizados pelo click de Anna. O diretor de "A primeira noite de um homem" (e já se passaram 37 anos desde que ele dirigiu este filme) é um ardente fã de bossa-nova e da Bebel Gilberto, filha de João Gilberto. Cinema pra nos vermos, pelo menos em alguns aspectos, na telona. Todos já passamos por situações semelhantes ao longo de nossa vida. E temos de concordar que a inteligência de Patrick Marber é a de retratar o seus personagens com grau máximo de humanidade. Enfim, cinema para quem tem algo entre as duas orelhas. "Perto demais" e "Antes do por-do-sol" são filmes que mostram que pode haver vida inteligente na meca do cinema.
O filme traz a sua mensagem de forma muito amarga, é indefinido saber como classifica-lo. E a Julia Roberts insiste em manter o velho semblante ingenuo e delicado, enquanto o personagem deveria passar tudo, menos que é inocente. De certa forma o filme é bom, mas é um pessimo programa para solteiros e recém-enamorados.
Odiei o filme! Totalmente apelativo com cenas quase pornográficas, personagens fracos, enredo sem objetivo. Sinceramente, uns dos piores filmes que já assisti. Enquanto a crítica profissional elogia esse filme deviam homenagear filmes melhores.
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