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Carlos P.
266 seguidores
431 críticas
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4,0
Enviada em 7 de dezembro de 2020
Um dos bons romances modernos. Saí um pouco da prática padrão de roteiros de romance. O leve tom de tragédia também não se desenvolve pelos padrões de romances já experimentados(amor impossível, pessoa doente, posições financeiras diferentes, etc.), mas sim por questões de personalidade de cada ser humano. A atuação de Natalie Portman, em particular, estava genial.
Closer: perto demais é um filme de romance, na qual foi dirigido por Mike Nicols e contou com o roteiro de Patrick Marber. O filme no seu primeiro ato parece uma comédia romantica, mas no desenvolvimento do seu segundo ato se revela um filme de romance de primeira com questionamentos sobre o amor nas relações amorosas. Na trama, acompanhamos a vida de 2 casais (aparentemente bem resolvidos) que são Dan e Alice (Jude Law e Natalie Portman) e Anna e Larry (Julia Roberts e Clive Owen). O filme vai desenvolvendo as intimidades dos casais ao ponto de chegar em um momento perigoso: o eu te amo. Isso acaba permitindo a honestidade em ambas as relações, e após um ano fica difícil não ter traições, desencontros e reencontros. O legal do roteiro foi desenvolver muito bem todos os 4 personagens, que possuem personalidade próprias e ações próprias diante dos conflitos que vão surgindo no filme. Assim temos a depressiva, o egoísta, o bruto e a viajante. Todos os 4 atores estão à altura do filme, mas o brilho maior é de Natalie Portman. Vale lembrar que o filme teve indicações ao oscar de 2005, que foi melhor ator coadjuvante (Clive Owen) e de melhor atriz coadjuvante (Natalie Portman).
A música "Blower's Daughter" e a atuação de Natalie Portman são o que o filme tem de melhor. Julia Roberts, Clive Owen e Jude Law já tiveram atuações melhores.
O filme conta a história de um quarteto amoroso. Pessoas inseguras e com comportamento doentio. Considero apenas um filme bom, com ótimas interpretações, mas com uma história exagerada, onde falta amor próprio entre os personagens, vivendo uma relação, no mínimo, vingativa. A fotografa Anne (Julia Roberts) conhece Dan (Jude Law), em uma sessão de fotos e rapidamente acontece um interesse entre eles, porém, Dan já vive com Alice (Natalie Portman) e isso os afasta. Algum tempo depois aparece Larry (Clive Owen) na vida de Anne e a partir daí, começa uma troca de casais, com comportamentos exagerados, doentio e sem qualquer propósito. A história é interessante, mas se perde na intensidade dos sentimentos, dos comportamentos e na falta de amor próprio dos personagens.
Anna (Julia Roberts) é uma fotógrafa bem sucedida, que se divorciou recentemente. Ela conhece e seduz Dan (Jude Law), um aspirante a romancista que ganha a vida escrevendo obituários, mas se casa com Larry (Clive Owen). Dan mantém um caso secreto com Anna mesmo após ela se casar e usa Alice (Natalie Portman), uma stripper, como musa inspiradora para ganhar confiança e tentar conquistar o amor de Anna. Esperava mais , mais e legal boas atuações recomendo nota 7
Um filme sobre pessoas promíscuas, que expõe o pior natureza humana: Inveja, mentira, vingança, ódio, narcisismo. Não se deixe enganar pelos atores ou pela fotografia. Me deu nojo.
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