King Kong
Média
4,2
2432 notas

50 Críticas do usuário

5
7 críticas
4
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14 críticas
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Bismark L.
Bismark L.

3 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de abril de 2015
Efeitos visuais, romance, furos, efeitos visuais, ação, efeitos visuais, raiva, injustiça e mais efeitos visuais!
Bem vindos ao King Kong versão Peter Jackson! Com apenas Três horas de duração mostrando os fatores citados acima!
Pra você, que gosta de bastante efeitos visuais, ações e alguns furos inexplicáveis, King Kong é um prato cheio! Pra você que gosta de menos efeito e de uma história melhor desenvolvida, pois bem, tenha um pouco de paciência e de tempo pra encarar e embarcar nessa aventura que só Carl Denham (Jack Black) acreditava e que só se preocupava em filmar seu filme sem se impressionar nem um pouco com o lugar sobrenatural chamado ilha da caveira!
Em 1933, Nova Iorque, um ambicioso produtor converte sua tripulação expressos e contratado para viajar para a misteriosa ilha da caveira, onde eles encontram o Kong, um macaco gigante que acaba raptando a atriz Ann Darrow!
Temos uma história clássica que não foi bem homenageada pelo diretor da Terra Média, pois o filme conta com uma série de problemas que faz ficar abaixo do Clássico de 1933.
Um dos principais problemas que o filme consta é um certo excesso de efeitos visuais feitos pelo CGI e Chroma key (Fundo Verde), esse fator acaba deixando o filme muito fake, tirando um pouco do realismo ilusório. A produção deveria ter caprichado mais nesta parte técnica que é uma das mais importantes do cinema.
O roteiro tem bastantes erros e alguns acertos. Nos erros consta vários furos que não são bem explicados, como por exemplo: spoiler: Onde o Carl Denham achou aquele mapa da Ilha da Caveira? Como que aquele pessoal não é pisoteado por aqueles dinossauros enormes? E como eles correm mais que essas criaturas ?
Com esses furos a história ficou menos atrativa e o filme não necessitava de 3 horas de duração, se cortasse algumas cenas desnecessárias spoiler: (Como aquela perseguição de dinossauros)
, a trama seria bem melhor e menos cansativa!
Nos acertos vemos a relação entre a Bela e a Fera que acaba sendo seu único sustento, o foco principal da história. A relação entre os dois (King Kong e Ann Darrow) é o ponto forte do roteiro, pois é muito bem construída e funciona. No decorrer do filme acaba virando meio que um triângulo amoroso entre Kong, Ann Darrow e Jack Driscoll. O filme tem Três personagens bem construídos, Ann Darrow (Naomi W.), Carl Denham (Jack Black) e Kong (Andy Serkis). Esse ultimo começa como vilão e termina como o grande protagonista da história. O ator Andy Serkis como sempre fez um ótimo trabalho, dando vida pra criatura! Temos que destacar também o papel da Naomi Watts, que soube atuar muito bem com algo que não ''existia'' e mesmo assim soube fazer um belo ''par romântico'' com o rei da ilha da caveira!
Vale destacar também o visual e a fotografia do filme que são excepcionais! Nesta parte técnica o filme foi muito bem.
Essa refilmagem tinha tudo pra ser digna do clássico da década de 30, até por causa da tecnologia que cresceu bastante e deveria ter sido utilizada de uma forma melhor, porém com seus erros e excessos deixou a desejar, mais King Kong tem seus acertos também e são esses acertos que salva o filme e salvou Peter Jackson de um possível vexame.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 19 de outubro de 2015
Depois de dois filmes lançados,King Kong chega como uma super atração.Lançado em 1933 e 1976,eram motivo de grande sucesso.Não poderia ser diferente nesse novo remake.Ainda mas,tendo Peter Jackson assumindo a direção da obra.O filme fica no mesmo nível dos anteriores,sem dúvida nenhuma.Só que bem mais reformulado.Ótimos efeitos e uma fotografia belíssima.O elenco também é de primeira.Nos faz relembrar os filmes originais.Naomi Watts se encaixou perfeitamente ao papel principal,vivendo a linda Ann Darrow.Uma pena não ter sido sequer indicada ao Oscar de 2005.O filme foi um dos grandes injustiçados daquele ano.
Ferris Bueller N.
Ferris Bueller N.

45 seguidores 94 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de junho de 2015
Para uma refilmagem de um clássico absoluto, é satisfatório. Efeitos especiais de primeira, e Naomi Watts belíssima.
Eduardo S.
Eduardo S.

20 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de maio de 2013
Após o grande sucesso e a consagração da trilogia “O Senhor dos Anéis”, Peter Jackson pode realizar seu sonho de filmar uma nova produção de “King Kong”, mas diferente do longa de 1976, que foi totalmente adaptado e com muitas mudanças que não agradaram.
Mais que uma refilmagem, o filme de Jackson é uma homenagem ao clássico de 1933 e as pessoas que participaram dele, por exemplo, a atriz Fay Wray (Ann Darrow) chegou a ser convidada por Jackson para uma ponta, que acabou não fazendo, mas falou que se os diretores Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack estivessem vivos fariam o filme do mesmo jeito que Jackson.
A produção foi majestosa, épica e impecável em vários aspectos, começando pelo roteiro em três mãos (Jackson, Fran Walsh & Philippa Boyens) baseado no original de 1933, com o habitual talento e excelência do trio, que construíram um texto perfeito, que menciona até a grande depressão ocorrida no período e as dificuldades que muitos enfrentaram. E como Kong, só aparece em mais de 1 hora de projeção, os personagens são muito bem desenvolvidos até sua extraordinária aparição.
Naomi Watts (Ann Darrow) brilha com uma atuação perfeita e emocional, principalmente nas cenas com Kong. Do restante do elenco, Jack Black (Carl Denham) em um dos poucos papéis sérios de sua carreira, fez um ótimo trabalho. Seguido pelas ótimas atuações de Adrien Brody (Jack Driscoll), Jamie Bell (Jimmy), Colin Hanks (Preston) e do extraordinário Andy Serkis que além de emprestar seu enorme talento para a captura de movimentos, criando de forma perfeita e excepcional, expressões e movimentos do gigantesco King Kong, ainda fez uma participação como Lumpy, um dos tripulantes do barco.
Mais uma vez a companhia de efeitos visuais Weta Digital, com os geniais mestres Richard Taylor, Joe Letteri, Brian Van’t Hul & Christian Rivers, fizeram toda uma era ganhar vida novamente com o uso de plantas originais da Nova York dos anos 30, com um realismo e beleza espetaculares. Mas o maior destaque fica para a grande atração do longa, o majestoso King Kong que é tão real e perfeito, que esquecemos que é um efeito digital.
Outra grande atração foi a Ilha da Caveira, com visual deslumbrante e exótico, repleta de ameaças, como os nativos e os dinossauros.
A Direção de Arte do trio Grant Major, Dan Hennah & Simon Bright é tão espetacular e grandiosa como o próprio filme, indo ao passado com o visual dos anos 30 e ao fantástico e exótico com a Ilha da Caveira. Os figurinos de Terry Ryan são bonitos e completam o belo visual da década de 30. A fotografia de Andrew Lesnie, mais uma vez é deslumbrante e a edição de Jamie Selkirk é ágil e perfeita.
Originalmente o compositor seria Howard Shore, mas diferenças artísticas acabaram com sua saída e em seu lugar foi contratado o ótimo James Newton Howard, que acabou se saindo muito bem, com uma ótima trilha sonora. Mas Shore fez uma ponta regendo a música original de 1933, composta pelo grande Max Steiner.
O filme venceu três Oscars, Edição de Som, Mixagem de Som, Efeitos Visuais e foi indicado também para Direção de Arte. Acho que merecia também indicações para Filme e Diretor, mas como Jackson foi amplamente lembrado nos anos anteriores, desta vez resolveram ignorá-lo.
Foi uma das produções mais caras do cinema, custando acima de 200 milhões de dólares e rendeu mundialmente 550 milhões.
O filme é dedicado aos diretores Cooper & Schoedsack, ao compositor Max Steiner e dedicado a memória da atriz Fay Wray, que faleceu em 2004 aos 96 anos.
Todos os méritos são para Peter Jackson, que ao realizar o sonho que vinha desde sua infância, onde fazia dos casacos de sua mãe o próprio King Kong, uma obra memorável, épica e uma perfeita amostra de como deve ser uma refilmagem.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 21 de abril de 2013
Um filme com excelentes efeitos especiais, porém que acaba caindo na mesmice! Um filme que não inova em nada e que não faz jus ao seu antecessor (o primeiro filme de 1933); um filme que poderia ter sido melhor aproveitado porém, mesmo com todos esses problemas não se torna um filme ruim!
seHi
seHi

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2013
Bom demais. Não sei como tem gente que disse aqui que os efeitos especiais dos dinossauros foram horríveis e piores que do Jurassic Park. Pega o Jurassic Park e compara. Vai perceber que no King Kong está muito mais real e bem feito. Eu, particularmente, gostei do filme todo em varios quesitos.
LeandroMM
LeandroMM

27 seguidores 60 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2013
Tinha tudo para ser um bom remake, mas acabou como uma aventura cansativa, previsível e lixenta. O filme é um excesso de efeitos em computação gráfica desnecessários e mal aplicados. Eles podiam ter consultado o mestre Spielberg para a produção, assim os dinossauros teriam pelo menos ficado bem feitos.... Aquela cena da perseguição (quando a moçada foge do pseudo T-Rex e dos saurópodes) é podre! A galera fica parecendo bonecos de borracha, leves como pena e rápidos como leopardos que ficam sempre saltando na beira do penhasco sem perder nenhum equilíbrio e se esquivando dos passos largos dos dinos. Falando nisso, os dinossauros do filme são medonhos de tão falsos, pois ficou parecendo um desenho animado em CG integrado como um falso live action! E aquela arcada dentária do pseudo tiranossauro? Uma aberração sem precedentes. Tudo no filme soa completamente falso, exceto a interpretação do Jack Black e as cenas dos incetos gigantes... A luta do gorila colossal (o tal King Kong propriamente dito...) contra o T-Rex foi dispensável, não acrescentou o filme em nada, mas conseguiu destacar a habilidade dos artistas que souberam fazer muito bem as tais cenas, a textura dos pelos do King Kong salvou. Inclusive, deviam ter feito esse filme todinho em animação, pois os atores reais interagindo com a computação gráfica foi algo que não funcionou bem. obs: O filme Jurassic Park, que é de 1993, coloca os efeitos especiais e visuais desse filme no bolso!
jhonyborba
jhonyborba

211 seguidores 197 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
uma bela porcaria
caskavel
caskavel

17 seguidores 70 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Muito bom esse remake do Peter Jackson. A atriz Naomi Watts fez a mais linda atriz a interpretar a personagem Ann Darrow.
o diretor viajou nessa superproducao, parece ate um "Jurassic Kong"...
Demais!!!!!
Bya93
Bya93

6 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Excelente remake do clássico de 1933. O início e lento, mais quando pega impulso se torna um deleite visual, com uma agradável trilha sonora, excelente figurino, e com uma maquiagem muito boa. E Andy Serkis enche King Kong de tantas emoções que ele as vezes parece que e real; Mesmo sendo feito pela ótima equipe de efeitos visuais.
No elenco o destaque fica mesmo para Naomi Watts, e Jack Black. O premiado Adrien Brody se torna o típico herói, sem muito de novo ao mostrar. Já Naomi é perfeita como a mocinha em apuros, em quanto Black exibi a carisma e a irreverencia de sempre.
Peter Jackson realmente acerta em seu remake, e a única coisa que eu concordo com a crítica é que o filme foi muito longo e podia ser bem menor. A demora pode tirar o interesse do espectador para o longa.
Agora,dizer que King Kong é uma aventura surrealista, é uma completa ignorância. Acho que o crítico do AdoroCinema, não gosta da historia, e como não tem coragem de criticar o clássico King Kong de 1933, ele está criticando o remake maravilhoso de Peter Jackson.
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