Ender's Game - O Jogo Do Exterminador: Críticas - Página 9
Ender's Game - O Jogo Do Exterminador
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Rafael R.
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4,0
Enviada em 26 de dezembro de 2013
O Jogo do Exterminador é um filme cativante e que prende nossas atenções. É um tema muito diferente das outras obras voltadas ao público adolescente, mas que traz em seu elenco eles. As intenções e/ou moral são interessantes, já que estavam um pouco esquecidas nos filmes mais recentes. O conjunto da obra é muito bom, mas sem dúvida os efeitos visuais é o que mais chama a atenção, semelhante ao real, excelente. Seria muito interessante a participação do longa na categoria de Melhor Efeito Visual, no Oscar, porém já está de cogitação (que pena!).
O filme é muito bom, a crítica que fizeram aqui no Adoro Cinema não faz sentido nenhum. A muito tempo não via um filme de ficção científica tão bom, coloca, por exemplo, Elysium no chinelo. Vale a pena ir ao cinema e apreciar este ótimo filme!
apos ler o livro e assistir o filme, muitas coisas vieram a minha cabeça inclusive em como esse filme foi muito bem feito e tem um roteiro muito bem planejado, apesar do livro ter sido lançado a aproximadamente 10 anos, esse tempo não impediu que a historia fosse transformada em filme. Como todos os filmes não deixam de ter falhas, e esse também teve as suas, que foi basicamente o conflito dele em ser tornar um assassino igual ao seu irmão peter, o que no filme só foi demostrado apos ele ter exterminado uma especie de vida inteira, no livro conta que ender também tem muito medo dos jogos, o que no filme esse medo só e revelado no final, e no livro esse medo e tão forte quando seu medo de ficar igual a peter, e uma das maiores falhas foi que no final do filme não ter mostrado ele indo com sua irmã valentine para colonizar outro planeta,e depois ir encontrar um planeta para que ele pudesse tentar desfazer seu ato de ter exterminado uma especie inteira que só queria a paz, o que apesar de ter sido mostrado no filme não ficou claro que ele fez isso com sua irmã pelo motivo de nunca querer deixa de estar do lado dela, assim como ela queria o mesmo. Apesar desses fatos o filme se demostrou excelente por ter mostrado como ender é totalmente calculista e quando vence ele não deixa o inimigo ter uma segunda chance, também vale citar que um dos pontos mais fortes do filme foi o total controle de ender por parte dos seus oficiais, de como o manipularam para que ele conseguisse ter exito em sua missão, e de que a continuação da serie provavelmente mostrara ender tentando desfazer esse mal que ele fez, o que poderá ser mostrado em um próximo filme.
Eu posso até estar exagerando na nota, mas eu realmente gostei do filme. Me surpreendeu pelo final e achei bem inspirador, mas é preciso ter cuidado com a classificação etária, pois a informação passada pelo filme pode influenciar negativamente as crianças menos "esclarecidas". Vale a pena uma reflexão pós-filme com elas, caso decidam assistir. Esse é o tipo de filme que merecia um 3D, ia ficar sensacional. O ator mirim (esqueci o nome) deu um show mais uma vez, pois ele tem um expressão tensa e adulta (tb visto de Hugo Cabret). Recomendo para adultos ;)
Penso que deveriam ter explorado um pouco mais (mas não prolongarem demais) a relação da Valentine e do Ender. Provavelmente, por causa de um dever para com a obra escrita tentou-se evidenciar a proximidade que os dois têm, já que o protagonista narra a história baseado numa conversação através de e-mails com sua irmã. As aparições convenientes da Valentine ficaram só nisso: no conveniente, como se para cumprir um dever com a obra original, (o que não deixa de ser importante também!). Outra peculiaridade desconsertante foi a escalação de Moises Arias para o papel de Bonzo, personagem autoritário e imponente que foi parcialmente prejudicado devido a estatura do ator. Parcialmente pois o personagem foi bem interpretado, mas no quadro geral, esteticamente, perto do Asa Butterfield, ele estava claramente desfalcado. Fora essas duas peculiaridades, o filme foi na medida certa em todos sentidos.
Prevenir um possível ataque extraterrestre dizimando a espécie ameaçadora antes que ela sequer planeje enfrentar as forças terrestres: esse é o plano do categórico Coronel Hyron Graff em Ender’s Game – O Jogo do Exterminador. E por que não usar crianças para tanto? Sim, crianças! Porque elas demonstram habilidades não compartilhadas pelos adultos. Pelo menos é esse o argumento utilizado no filme. Parece fraco? Bem, muita coisa parece fraca em termos de justificativa, desde a natureza violenta do protagonista, Ender, até a forma como ela se torna um reflexo da premissa do filme.
Podemos analisar o longa de dois pontos de vista: o generalista e o específico. O contexto generalista envolve todo o enredo e os personagens nele existentes, um programa militar humano criado para treinar crianças a combater um inimigo não-humano que já não se manifesta há 50 anos, ou seja, destrói-se para evitar um ataque futuro. Essa visão geral acaba por colidir com a visão específica apontada no filme: Ender ser a personificação dessa ideia de destruir para prevenir, como ele mesmo deixa claro logo no início do longa e que acaba por ser o motivo pelo qual ele é escolhido para participar do programa. Ender foi moldado para ser o programa! Deixar de explorar essa dualidade que se funde a ponto de confundirmos o que está na mente do garoto e o que foi implantado por uma vida de condicionamento aos efeitos e ferramentas da guerra é uma das maiores falhas do filme, junto ao final frustrante que parece inserir um elemento acessório e clichê a fim de redimir o protagonista (mas ele não treinou para aquilo durante todo esse tempo? Surge a pergunta quando começam os créditos).
Não li o livro de Orson Scott Card no qual o filme é baseado, portanto, não tenho a menor ideia do que foi feito quanto à adaptação, mas admito que fiquei curiosa para saber como o autor lida com o lado psicológico e ideológico do plano geral da história, fatores que pareceram ter sido introduzidos com certo receio e superficialidade em Ender’s Game – O Jogo do Exterminador.
Ainda assim, foi uma agradável surpresa, porque apesar dos pesares, temos que nos lembrar constantemente durante o filme que se trata de um roteiro adaptado de um livro infanto-juvenil, e que, portanto, como costumeiramente acontece, procura focar a atenção do espectador mais para a estética, principalmente em se tratando de ficção científica. Além disso, o elenco de veteranos e novatos acrescenta qualidade à peça de entretenimento que pode, sim, agradar àqueles que desejam passar o tempo rodeados de muitos e ótimos efeitos especiais.
O melhor filme de 2013! Se lançarem o Orador dos Mortos, que seria sua continuação com base no livro, manterem a fidelidade e boa produção, sem dúvida, teremos, após 14 anos, um grande candidato para o primeiro lugar entre os maiores filmes já produzidos pela mente humana.
O futuro da humanidade na mão de um monte de adolescentes que passaram a vida toda no vídeo game? É mais ou menos por aí o mote do filme, mas apesar do filme ficar basicamente mostrando treinamentos e mais treinamentos para uma batalha contra alienígenas que fizeram um ataque quase fatal ao planeta Terra, o filme também discute (mesmo superficialmente), porque somos a única raça que mata por matar, sem motivo. O filme é bem mais ou menos, mas tem coisas bem legais, e como TODOS os filmes novos dos grandes estúdios, o final fica aberto para uma possível franquia.
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