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    Bicho de Sete Cabeças
     Bicho de Sete Cabeças
    2 de junho de 2001 No cinema | 1h 14min | Drama
    Direção: Laís Bodanzky
    |
    Roteiro Luiz Bolognesi
    Elenco: Rodrigo Santoro, Othon Bastos, Caco Ciocler
    Usuários
    4,2 312 notas, 23 críticas
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    Sinopse

    Não recomendado para menos de 14 anos

    Em Bicho de Sete Cabeças, Seu Wilson (Othon Bastos) e seu filho Neto (Rodrigo Santoro) possuem um relacionamento difícil, com um vazio entre eles aumentando cada vez mais. Seu Wilson despreza o mundo de Neto e este não suporta a presença do pai. A situação entre os dois atinge seu limite e Neto é enviado para um manicômio, onde terá que suportar as agruras de um sistema que lentamente devora suas presas.

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    Trailer

    Bicho de Sete Cabeças Trailer 1:38
    Bicho de Sete Cabeças Trailer
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    terça-feira, 20 de janeiro de 2015

    Elenco

    Rodrigo Santoro
    Personagem : Neto
    Othon Bastos
    Personagem : Seu Wilson
    Caco Ciocler
    Personagem : Rogério
    Cássia Kis
    Personagem : Mãe de Neto

    Críticas dos usuários: eles gostaram

    As melhores e mais úteis críticas
    Nelson J
    Nelson J

    45.886 seguidores 1.600 críticas Seguir usuário

    3,5
    Enviada em 27 de fevereiro de 2017
    Filme sobre jovem problemático que se envolve com drogas e más companhias, mas acaba internado no manicômio pelos pais, como solução para seu caso, mas ele só piora depois de muitos remédios, violência, loucura dos internos e choques. Um dia conseguirá sair e se tornará militante contra a institucionalização.
    Guilherme M.
    Guilherme M.

    88 seguidores 154 críticas Seguir usuário

    4,0
    Enviada em 9 de janeiro de 2020
    Um filme com ótima atuação do Santoro, que faz um crítica ao tratamento de pessoas com vício em drogas e doenças psicológicas, um filme dinâmico e curto que vai direto ao ponto, gostei. Nota 7,5/10
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 19 de outubro de 2015
    Eu já sabia que se tratava de algo tão comum em nossa sociedade,mas não imaginava que seria tão intenso do jeito que foi.O filme tenta nos mostrar com facilidade como nos enganamos as vezes,ou quase sempre.Temos o jovem Neto (Rodrigo Santoro) que descobre um mundo que ainda não havia experimentado.Mesmo não entrando de cabeça nos mundos das drogas,o pai não se ver convencido sobre as atitudes do filho.Um dos momentos mais intensos são as ...
    Leia Mais
    Elvira A.
    Elvira A.

    875 seguidores 266 críticas Seguir usuário

    4,0
    Enviada em 20 de setembro de 2013
    Rodrigo Santoro conquistou merecidamente público e crítica pela sua composição do personagem Neto. Othon Bastos e Cássia Kiss estiveram ótimos como sempre. O enredo é bom, as imagens, fortes, e o resultado, compensador.

    Fotos

    Curiosidades das filmagens

    Indicação para o papel principal

    O ator Rodrigo Santoro foi indicado à diretora Laís Bodanzky pelo ator Paulo Autran, que teve a oportunidade de ler o roteiro de Bicho de Sete Cabeças ainda antes do início das filmagens e que estava na época trabalhando com Santoro na minissérie da TV Globo "Hilda Furacão".

    Primeira vez

    Este é o primeiro filme em que a diretora Laís Bodansky e a atriz Cassia Kiss trabalham juntos. O posterior foi Chega de Saudade (2008).Foi também em Bicho de Sete Cabeças que Rodrigo Santoro e Cássia Kiss atuaram juntos pela primeira vez. Os dois se reencontraram em Não por Acaso (2007).

    Prêmios

    GRANDE PRÊMIO CINEMA BRASILGanhouMelhor FilmeMelhor Diretor - Laís BodanskyMelhor Ator - Rodrigo SantoroMelhor Ator Coadjuvante - Othon BastosMelhor RoteiroMelhor Trilha SonoraMelhor EdiçãoIndicaçõesMelhor Ator Coadjuvante - Caco CioclerMelhor Atriz Coadjuvante - Cássia KissMelhor FotografiaMelhor SomMelhor Edição de SomFESTIVAL DE BRASÍLIAGanhouMelhor Filme - Prêmio do JúriMelhor Filme - Prêmio do PúblicoMelhor Filme - Prêmio da CríticaMelhor Di Leia Mais

    Detalhes técnicos

    Nacionalidade Brasil
    Distribuidor Columbia Pictures do Brasil
    Ano de produção 2001
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 4 curiosidades
    Orçamento -
    Idiomas Português
    Formato de produção -
    Cor Colorido
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -

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    Comentários

    • Andries Viljoen
      Esse filme dá uma certa dor no peito ao ver tanta hipocrisia. Engraçado é tratar uma droga com outras drogas, que por sinal são mais forte e causam mais dependência e mal do que um simples beck. Nossa, a jogada política do médico para não perder a grana que o governo manda para o hospital me deu nojo. Se o mundo do rapaz já era ruim antes de ser mandado para a clínica, o que ele encontra dentro desta é aterrorizador.O que falar dessa trilha sonora? Se o filme, com o enredo significativo, essa trilha sonora torna tal efeito devastador. A atuação de Caco Ciocler e Rodrigo Santoro como sempre incríveis.E no fim toda essa história foi uma verdade vivida por um alguém.Canto dos Malditos já está na minha lista de futuros livros para ler.
    • Andries Viljoen
      Muita coisa se aprende e vê neste filme. A falta de diálogo entre filho -pai e mãe. A necessidade que esse filho tinha de viver uma vida sem nenhuma responsabilidade. Note que ele não obedecia e nem respeitava os pais. Mais o 'amigo' que o levava ao mau caminho , soube muito bem obedecer a mãe e não querer ele mais na sua casa. A falta de noção desse pai e a busca do caminho fácil de entender esse filho. A irmã mais velha que se sente a ajudadora do pai, trazendo uma solução de algo que ela não conhecia. Faltou sensibilidade de todos. A estrutura desse hospital sustentadada com dinheiro público que não se preocupa em olhar para outro buscando aprendizagem. O despreparo total do médico que só pensa no dinheiro e não se esforça a estar na sua posição. Preferindo assim competir com alguém mostrando a sua miserável visão de vida. Enfim Freud nos mostrou no século passado a importância da cura pela fala. E eu fico pensando ainda usamos esses métodos arcaicos ? Para beneficiar alguém ou vários. Ele era um jovem que precisava somente que alguém lhe ensinasse na linguagem que ele entendesse o caminho para seguir a vida.Chocante e real!A culpa das nossas escolhas são nossas. Se culpamos alguém nunca mudamos.Para quem acha que o filme não condiz com algumas realidades das casas manicomiais que existiram, peço que leiam também: Holocausto Brasileiro da jornalista Daniela Arbex. Assim como este filme vale à pena ser assistido, este livro vale à pena ser lido.
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