Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
4,0
Enviada em 6 de julho de 2015
Um filme que mostra cinco pessoas que ficam de castigo em um sábado na escola, tendo, cada um, que escrever um redação de, pelo menos, 1000 palavras sobre quem eles são. O filme começa meio parado, fazendo a gente conhecer e "estereotipar" cada um dos indivíduos ali pelo que eles parecem ser, sendo um totalmente diferente do outro. E com o tempo a gente começa a conhecer eles de verdade, e ver que o filme se trata exatamente sobre isso: esteriótipos. Aí em diante a gente começa a ver uma relação entre os indivíduos, que, mesmo com todas as diferenças, se conectam de uma maneira diferente, além de mostrar que esteriótipos não são nada, afinal, eles não parecem aquilos que são e possuem uma diversidade de problemas e qualidades, assim como todos nós, mesmo as pessoas querendo que eles sejam aquilo que parecem ser (como, por exemplo, na redação escrita por eles), neste caso, representado pelo professor. É um filme divertido e reflexivo em alguns pontos. Sem dúvidas, vale a pena assistir e apreciar.
O estilo do filme é um aula de estética dos anos 80, especialmente nas roupas dos adolescentes. A trilha sonora de rocks oitentistas segue na mesma linha, com músicas de ritmo agitado e com muitos teclados, com destaque para a música que abre e fecha o filme, Don´t You (Forget About Me), do Simple Minds (clique aqui para ver o clipe).
Aqui eu não tenho como acreditar em final feliz. Logo antes, eles tinham dito que na segunda feira nada mudaria e eu realmente acho que as cenas finais "catarticas" foram uma comprovação disso. A "caso perdido" não vai mudar porque ainda vai ser uma mentirosa compulsiva e quando chegar em casa seus pais ainda vão ignorá-la. A "descaracterização" ela curtiu porque aquilo era ela vivendo um personagem e serviu também para mostrar que o "esportista" continua supérfluo. A "princesa" indo se envolver com o "delinquente" foi, nada mais do que, um ato pra aumentar a auto estima dela e, provavelmente, dele também. Com ela, como fica bem comprovado quando ela dá importância em perguntar se ele realmente odiou o truque do batom, tem a função de fazê-la se sentir menos merda em relação àquele cara que a colocou no chão (pensamento parecido daquelas meninas que eram zoadas na escola, crescem ficam maravilhosas e decidem que revanche boa é conseguir transar com o cara que zoava ela; ou seja, procurar por migalhas). Com ele, é ele provando que ela é uma sedutora (quem lembra dessa discussão?) e fazendo a patricinha reverenciar o tipo de cara que ela geralmente torceria o nariz. O "nerd" também não desconstruiu nada, o prazer ele ainda encontra na realização intelectual e ele ainda vai querer morrer se tirar outro zero. Os problemas são apresentados, mas eu não tenho porque ficar fantasiando sobre um final feliz quando o que aconteceu naquela sala não terá impacto no ambiente exterior. Ali havia um meio fértil para aquelas relações, mas segunda feira, depois de um domingo inteiro de choque de realidade com os problemas familiares de cada um, eles vão chegar na escola, encontrar com os amigos (os quais também exercerão pressão sobre eles) e eles não terão força alguma para fazer diferente, não valeria a pena tentar.Por isso, eu realmente gostei do filme e, sem querer parecer dona da verdade, mas acho um pena ele ser visto apenas como mais um filme adolescente com final romântico. Se é só isso que vocês acham que ele tem a oferecer, então sim, concordo com o pessoal que o considera superestimado. Mas ainda bem que o meu ver foi além.
Não importa que você seja para os outros e sim para você mesmo por que sempre haverá aqueles para te criticar não importa o quão bom você seja em uma coisa...
Filme simples, critico e fantástico.... Expõe uma temática realista, ao qual nos faz pensar: se somos quem somos, ou somos o que as pessoas querem que sejamos!!
Clube dos Cinco,é uma atração juvenil.O filme nos proporciona,momentos de aventura,mesmo tendo apenas uma locação,a escola.O que impressiona de fato,são os interessantes momentos e diálogos da classe.Cada um com seu estranho jeito de agir e pensar.Ally Sheedy e Molly Ringwald,estão fascinantes.Rostinhos anjelicais,mais,que escondem mistérios.Já,Emilio Esteves,Anthony Michael e Judd Nelson,são os responsáveis por nos alegrar,com suas discussões de hora em hora.As canções são cativantes,a moda da época,também é bem colocada.Fazendo do filme,um dos grandes clássicos daquele ano.
Clube dos cinco surpreende pelo seu enredo cheio de humor, critica social à pressão que os pais e a sociedade impõe nos jovens. O filme passa por um processo de construção de personagem bastante interessante, apesar do final meio clichê, por explorar a fundo os estereótipos que a sociedade acaba criando para tabular a todos, tudo isso bem acompanhado por uma trilha sonora envolvente. No fim, rainhas, esportistas, cérebros, casos perdidos e delinquentes mostram-se ser rótulos nada condizentes com a realidade vivenciada pelos jovens, dando ao filme um caráter atemporal.
Um clássico do cinema! Mostra que independente do seu estilo de vida e condição social, todos sofrem pressão de diferentes maneiras e aprendem a lidar com isso.
Esse filme é perfeito. Mostra que a vida de ninguém é perfeita e que por mais que as pessoas sejam diferentes elas podem sim ser amigas, nem que seja só por um dia. Por mais que eu ame todos os personagens, e por mais que o meu favorito seja o Bender o ator não interpretou ele com o devido respeito, Judd Nelson não fez jus ao papel.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade