Clube dos Cinco,é uma atração juvenil.O filme nos proporciona,momentos de aventura,mesmo tendo apenas uma locação,a escola.O que impressiona de fato,são os interessantes momentos e diálogos da classe.Cada um com seu estranho jeito de agir e pensar.Ally Sheedy e Molly Ringwald,estão fascinantes.Rostinhos anjelicais,mais,que escondem mistérios.Já,Emilio Esteves,Anthony Michael e Judd Nelson,são os responsáveis por nos alegrar,com suas discussões de hora em hora.As canções são cativantes,a moda da época,também é bem colocada.Fazendo do filme,um dos grandes clássicos daquele ano.
Apesar de parecer mais um filme sessão da tarde, Howard Hughes desafia o raciocínio em cima dos estereótipos dos jovens de sua época, mostrando como cada um deles no fundo é uma peça única, e que não podem ser rotulados pelos adultos.
Primeiramente temos que destacar a data do filme.: 1985 . Então algumas situações e soluções encontradas são obviamente e propositadamente lúdicas. Mas é uma boa experiência para análise de empatia em época escolar... mas arrastado.
Neste ano, o filme Clube dos Cinco, dirigido e escrito por John Hughes, completa 35 anos de seu lançamento. A obra é um dos clássicos dos anos 80, com cenas e uma trilha sonora emblemáticas.
Em Clube dos Cinco, cinco adolescentes (interpretados por Molly Ringwald, Emilio Estevez, Anthony Michael Hall, Judd Nelson e Ally Sheedy) são obrigados a passar o sábado no colégio onde estudam, como uma forma de punição por terem cometido pequenos delitos.
Neste dia, eles recebem uma tarefa: escrever uma redação, contendo mil palavras, sobre o que eles pensam de si mesmo.
O interessante, no filme, é que, cada um desses jovens, reforça o estereótipo que vemos nas séries colegiais: temos a patricinha, o atleta, o rebelde, o nerd e a esquisita. E, ao se verem confinados no mesmo ambiente, tendo que conviver forçadamente uns com os outros, esses mesmos jovens aprendem a compreender as suas diferenças – nem que seja só por aquele momento – e enxergam um nos outros as vulnerabilidades que todos temos como pessoas.
Com cenas divertidas que se passam apenas dentro de uma escola,o filme é agradável.Tem ótimos diálogos e um roteiro leal e eficiente a sua proposta!!!!!!!!!!!
A obra resgata bem o espírito da juventude 80s americana, muita coisa precisava ser dita naquela época por um representante de cada movimento, os filmes daquele momento não davam conta. Faz o estilo do pessoal daquela época, americanos. Do Brasil fica a investigação. É divertido e não cansa são 90 min apenas. A obra passa inteira numa escola com 90 min de detenção em uma clássica high school americana. Conta com a boa faixa do Simple Minds -Don't You (Forget About Me).
Incrivelmente surpreendente, é algo significante o que acontece na vida de cada adolescente, nem tudo que parece ser realmente é, ainda mais na época primordial de nossas vida, que é o tempo de colégio, esse filme retrata dos os tipos de grupos ou estilo de adolescente, apesar do filme ser dos anos 80/90, ainda hj em pleno século XXI, nada mudou, ainda existem esses grupos e classes sociais diferentes, cada um no seu mundo alternativo, mas no fundo somos todos iguais, ser humanos e temos sentimentos como qualquer ser, e apesar das diferenças, temos que nos amar, que filme expressivo e educativo.
Se você não viu este filme veja agora eu demorei muito tempo para ver e acabei me arrependendo o filme é incrível impressionante oque o cara conseguiu fazer isto tudo apenas com uma escola!
Filme bom, mas não o suficiente pra ter se tornado um clássico. Os clichês são aceitáveis(menos na bizarrice que foi quando eles fumaram maconha), devido à epóca e à mensagem que o filme quer passar. Porém algo simplesmente não "conectou". O inicio parece de um filme juvenil qualquer e só consegue melhorar no último terço do filme, quando todos tem uma conversa franca entre si e mostram confiança nos outros ao compartilhar seus sentimentos e os motivos que os levaram até ali. Algumas peças ainda não se encaixam, algumas atitudes ainda não se explicam, mas foi um final satisfatório.
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