Clube dos Cinco
Média
4,4
1548 notas

146 Críticas do usuário

5
89 críticas
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apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de agosto de 2014
Se você não viu este filme veja agora eu demorei muito tempo para ver e acabei me arrependendo o filme é incrível impressionante oque o cara conseguiu fazer isto tudo apenas com uma escola!
Arthur
Arthur

5 seguidores 85 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2022
Lançado em 1985 e escrito e dirigido por John Hughes, 'The Breakfast Club' é um drama adolescente sobre cinco estereótipos de estudantes do ensino médio de cinco subculturas diferentes ficam juntos durante uma detenção em sua escola suburbana de Chicago. Molly Ringwald interpreta a garota popular, Emilio Estevez, o atleta, Anthony Michael Hall, o CDF, Judd Nelson, o rebelde fumante de drogas e Ally Sheedy, a E-Girl. Paul Gleason e John Kapelos estão à disposição como o principal anfitrião e zelador, respectivamente. Este filme tem uma grande reputação como um filme adolescente dos anos 80, mas à real é que ele na verdade é bem superestimado. A maioria das discussões entre os cinco alunos parece artificial e pouco convincente. Alguns dos diálogos são realmente assustadores, mas o filme não parece lidar bem com isso (fica uma impressão muito desconfortável)

O rebelde poderia ter funcionado como personagem, como o Fonz ou o Vinnie Barbarino, mas ele é simplesmente um babaca narcisista (e o filme não parece ter conta disso) impossível ter qualquer simpatia por ele, principalmente quando ele estupra verbalmente a personagem da Molly Ringwald em várias ocasiões sem motivo ostensivo. O fato de os dois terminarem juntos no final adiciona insulto à injúria. Sem mencionar dois outros que se unem de forma irreal. É estranho que "The Breakfast Club" seja anunciado como uma comédia porque há muito pouco que é engraçado, embora seja ocasionalmente divertidinho, como algumas das sequências musicais. Infelizmente, Hughes não estava no lado mais pesado do rock e, portanto, a trilha sonora consiste apenas em bandas de new wave dos anos 80, como seus outros filmes adolescentes dos anos 80 (por exemplo, "Sixteen Candles", "Pretty in Pink" e "Ferris Bueller's Day Off"). Não me interpretem mal, existem algumas músicas de qualidade, como "We Are Not Alone" de Karla DeVito, mas onde estão as bandas populares mais pesadas de 1984, como Van Halen, Scorpions, Judas Priest, Ratt, Dokken, Queensryche, Def Leppard, AC/DC ou Motley Crue? É pedir muito ter UMA música que realmente arrasa?

Mas a música é o menor dos problemas do filme (e não é realmente um problema, exceto que não há faixas pesadas). Os atores estão bem, mas o diálogo de Hughes não convencem. Como tal, você não compra os personagens. E o pior de tudo é que quando você analisa bem, a grande mensagem do filme é muito tóxica e muito problemática. 'The Breakfast Club' é com toda a certeza um filme que não envelheceu bem, se que um dia ele já foi objetivamente bom.
Leon K.
Leon K.

112 seguidores 117 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2012
Sensacional um dos melhores filmes que ja,nossa o John se supero ao escrever esse filme os atores,a trilha,o roteiro enfim tudo muito impecavel,sem falhas recomendo a qualquer a vida de 5 jovens que lidam com problemas familiares a idade mais complicada da vida enfim nota 10"""
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de junho de 2015
O estilo do filme é um aula de estética dos anos 80, especialmente nas roupas dos adolescentes. A trilha sonora de rocks oitentistas segue na mesma linha, com músicas de ritmo agitado e com muitos teclados, com destaque para a música que abre e fecha o filme, Don´t You (Forget About Me), do Simple Minds (clique aqui para ver o clipe).

Mais no link...
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de setembro de 2014
Esse filme é perfeito. Mostra que a vida de ninguém é perfeita e que por mais que as pessoas sejam diferentes elas podem sim ser amigas, nem que seja só por um dia. Por mais que eu ame todos os personagens, e por mais que o meu favorito seja o Bender o ator não interpretou ele com o devido respeito, Judd Nelson não fez jus ao papel.
Janiê Maia C.
Janiê Maia C.

22 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de agosto de 2013
O Clube Dos Cinco- (The Breakfast Club) – 1985
Existem várias pessoas e estilos, um cérebro, uma princesa, o rebelde, a psicótica e o atleta.

Olá!!! De volta depois de um tempinho afastada, coisas pessoais! Estudos! E, não posso deixar de mencionar, que esta é a minha primeira postagem oficial no 01PorDia! Uhuuuuu! Valeu genteeee! Então vamos ao que interessa, mais uma crítica vem aí. E ao olharem a imagem acima vocês pensaram “que velharia de filme é esse?” Opps! Velharia não, é um clássico ultra, mega cult, e como tais nunca envelhecem. O Clube dos Cinco (The Breakfast Club) é um filme norte-americano do gênero drama produzido em 1985.
Foi escrito e dirigido por John Hughes e estrelado por Emilio Estevez (Andrew "Andy" Clark), Molly Ringwald (Claire Standish), Judd Nelson (John Bender), Anthony Michael Hall (Brian Johnson), Ally Sheedy (Allison Reynolds), Paul Gleason (Diretor Richard Vernon). A década de 80 é o baú dos tesouros para filmes cool, e este é um deles, ele simplesmente é perfeito em sua proposta inicial: mostrar o quadro caraterístico da juventude da época. Acertou em cheio, e continua sendo atual, mesmo 26 anos depois.
O filme começa com a narração da seguinte carta: Sábado, 24 mar 1984. Shermer High School, Shermer, Illinois. 60062. "Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção pelo que fizemos de errado ... e o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco por nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Que te importa? Você nos enxerga como você deseja nos enxergar ... Em termos mais simples e com definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós nos víamos, às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral." Sim, uma carta, escrita e narrada pelo até então desconhecido ‘nerd’ Brian (Anthony Michael Hall). No decorrer da narração, é exposta as imagens da escola em questão, e da chegada dos cinco castigados, uns vindos de carro, com pais e mães indo deixar com ‘segurança e preocupação’ na porta da escola. De início dá para sentir o conflito existente na vida destes, os problemas na escola são causados por conflitos na família? É a primeira pergunta que paira no ar.
Assim o longa mostra um dia na vida de cinco adolescentes, que por terem se comportado mal na escola, ficam detidos nesta, um sábado inteiro como uma forma de penalidade educacional, cada um apresentando personalidade diferentes mas no decorrer da história vão trocar experiências que mudarão suas vidas ao se conhecerem melhor. Ou seja, uma ideia simples, inovadora, pode ser considerada minimalista, mas considero brilhante porque mostra que um ótimo filme não precisa de um alto custo de produção.
Como atividade educacional, uma chatice daquelas e no sábado, o diretor da escola Richard (Paul Gleason) passa uma redação com no mínimo mil palavras, sendo que o tema da redação consistia em falar como eles enxergavam eles mesmos. Daí começa a fodástica história, nenhum deles pode se mover de seus cantos, se falarem ou saírem da sala. Cruel, muito cruel, para cinco adolescentes que podiam está se divertindo num sábado de sol!
Óbvio que vocês sacaram, que nenhum deles seguirá nenhuma destas regras. Eu não seguiria! A profundidade dos personagens começa a ser mostrada aqui. A grande sacada desta obra está no explorar dos conflitos familiares, na atmosfera escolar sem aquelas enfeites tipo High School Music, onde todo mundo é perfeitinho, bonitinho, tão glam. É diferente porque a fotografia escolar, está na realidade desta, sem mesmice, sem ser demasiado piegas, mostra como odiamos nossos diretores escolares, o quanto praticamos bullying com os outros. Este é o clube, formado por adolescentes comuns como eu e você, que somos rotulados por uma sociedade maçante.
Vamos ver quem forma este tão maneiro clube? Vejamos: o rebelde John Bender (Judd Nelson), quanto charme e rebeldia, comecei com o meu preferido! Adoroo! O ator Judd Nelson dá vida a Bender, o personagem que dá um up no enredo. O moço aí ao lado é magistralmente o mais rebelde, enfrenta problema familiares graves, não causa uma boa impressão à primeira vista. Mas depois, no decorrer dá história você começa a entender o porquê de ele ser ‘desprezível’ inicialmente. Ele e Claire, a princesa, vão ter uma relação de amor e ódio, uma linha bem tênue. Despreza a tudo e a todos, não importa em ferir os sentimentos dos outros, porque ele mesmo já está bem ferido. Por que tanta rebeldia? Não posso contar, assistam! Detenção causada por vandalismo escolar e indisciplina.
Claire Standish (Molly Ringwald), a princesa. É a bonitinha e perfeitinha do grupo, representa o status rico e fútil do clube. É usada como desculpa pelos pais para não se divorciarem, que pressão hem! É a inspiração dos insultos de Bender, acusada pelos outros de usar a sexualidade provocativa como charme. Sua frase de efeito é, eu sou popular, você me veneram! Ohh, não se choquem. Ela tem seus problemas. Detenção causada por gazear aula para ir ao shopping com as friends.
Brian Johnson (Anthony Michael Hall), o cérebro. É o nosso tão conhecido nerd, é ele que narra e define a carta tão legal que representa todos eles. Ou seja, ele define a característica de cada um, o amigão de todos, super legal, o chamado cara gente fina! Segundo Bender, ele é o filho perfeito de todo papai! Adoro essas ironias!! Ele começa tímido, calado, mas vai se tornando bem descolado ao fumar uma maconha, o ajudou! O coitado sofre na família por ser o inteligente, que não pode tirar menos de 10 nas avaliações. Detenção causada por levar uma “arma” para a escola. Isso é engraçado!
Andrew "Andy" Clark (Emilio Estevez), o atleta. Hummm! Acho que nem preciso definir detalhadamente este personagem. Mais uma coisa o torna diferente dos outros, ele é o mais tranquilo e doce. Pois é, que ironia não? Logo o lutador! Mas é como dizem, as aparências enganam e muito. Andy sofre, porque o pai o pressiona bastante para ele ser sempre o melhor atleta, e para ser como aqueles idiotas que praticam bullying com os não populares. Detenção causada por praticar bullying cruel em um colega para agradar o pai.
Allison Reynolds (Ally Sheedy), o caso perdido. É a personagem mais misteriosa do clube, de início chegamos a pensar que ela sofre algum distúrbio mental. Uma péssima primeira impressão. O problema dela não é a pressão dos pais, e sim, a ausência deles, não que ela seja órfã, quase isso, eles a ignoram. Os pais de Allison simplesmente não se importam, por isso sempre age estranhamente, de modo a causar desconforto e curiosidade ao outros. Adoro ela! Ela representa às vezes o mundo a parte em que nós jovens temos que nos refugiar. Detenção causada por, ah ela não fez nada, foi para escola porquê não tinha o que fazer no sábado. Genial!
Uauuu! Cinco figuras diferentes e tão iguais. No decorrer do filme irá acontecer cenas super legais, a trilha sonora é sem igual, anos 80 puro, na sua melhor forma. E quando eles cantam e dançam dá vontade de ir junto, de viajar no tempo. E ficar frustrado ao mesmo tempo, por não ter participado de uma geração tão original. O elenco do filme é espetacular, jovens atores promissores. Eles faziam parte da turma de cinema Brat Pack, são atores e atrizes que alcançaram a fama por aparecerem frequentemente juntos em filmes para adolescentes nos anos 80.
Ah, não posso deixar de comentar uma cena clássica em que os cinco se encontram sentados em círculo no chão da biblioteca e começam a contar sobre o porquê da detenção, daí surge as revelações sobre os problemas que cada um tem. O curioso é que no roteiro original esta cena não tinha falas, e o diretor deixou livre para que cada ator falasse o que quisesse. Acho que está aí a razão da espontaneidade e profundidade dos diálogos e isso sem falar que o roteiro do filme foi escrito em dois dias pelo diretor John Hughes.
O Clube dos Cinco é um filme que não é cansativo, se fosse não o teria assistido tantas vezes, por isso recomendo a vocês. É um clássico antes de tudo, a grande genialidade do filme está nisso, a juventude mostrada sem máscaras e sem pudores, tais como: oh não fale palavrões! Em 2008, o filme foi escolhido como um dos 500 melhores filmes de todos os tempos, ganhando popularidade cultural até hoje. Todos temos nosso clube dos cinco, dos seis, não importando a quantidade, e sim a particularidade que temos. E são elas que fazem a complexidade do ser que somos, especialmente na juventude tão transviada quanto se vê rompendo leis. Parafraseando Brian: “você nos enxerga como você deseja nos enxergar. Em termos mais simples e com as definições mais convenientes.”

Fuizzz...Bjoossss
Janiê Maia Cunha
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Apesar de parecer mais um filme sessão da tarde, Howard Hughes desafia o raciocínio em cima dos estereótipos dos jovens de sua época, mostrando como cada um deles no fundo é uma peça única, e que não podem ser rotulados pelos adultos.
Lucas S.
Lucas S.

293 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de julho de 2013
Um clássico dos anos 80, bom filme para se assistir. Um drama/comédia que relata a auto crítica de 5 jovens de círculos sociais distintos, no qual fazem se interagir entre si com suas diferenças e coincidências.
Wendy S
Wendy S

5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de abril de 2020
Uma merda, não vale a pena ver, sem graça...........................................................................
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Luciene M.
Luciene M.

10 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de junho de 2015
Aqui eu não tenho como acreditar em final feliz.
Logo antes, eles tinham dito que na segunda feira nada mudaria e eu realmente acho que as cenas finais "catarticas" foram uma comprovação disso. A "caso perdido" não vai mudar porque ainda vai ser uma mentirosa compulsiva e quando chegar em casa seus pais ainda vão ignorá-la. A "descaracterização" ela curtiu porque aquilo era ela vivendo um personagem e serviu também para mostrar que o "esportista" continua supérfluo. A "princesa" indo se envolver com o "delinquente" foi, nada mais do que, um ato pra aumentar a auto estima dela e, provavelmente, dele também. Com ela, como fica bem comprovado quando ela dá importância em perguntar se ele realmente odiou o truque do batom, tem a função de fazê-la se sentir menos merda em relação àquele cara que a colocou no chão (pensamento parecido daquelas meninas que eram zoadas na escola, crescem ficam maravilhosas e decidem que revanche boa é conseguir transar com o cara que zoava ela; ou seja, procurar por migalhas). Com ele, é ele provando que ela é uma sedutora (quem lembra dessa discussão?) e fazendo a patricinha reverenciar o tipo de cara que ela geralmente torceria o nariz. O "nerd" também não desconstruiu nada, o prazer ele ainda encontra na realização intelectual e ele ainda vai querer morrer se tirar outro zero.
Os problemas são apresentados, mas eu não tenho porque ficar fantasiando sobre um final feliz quando o que aconteceu naquela sala não terá impacto no ambiente exterior. Ali havia um meio fértil para aquelas relações, mas segunda feira, depois de um domingo inteiro de choque de realidade com os problemas familiares de cada um, eles vão chegar na escola, encontrar com os amigos (os quais também exercerão pressão sobre eles) e eles não terão força alguma para fazer diferente, não valeria a pena tentar.Por isso, eu realmente gostei do filme e, sem querer parecer dona da verdade, mas acho um pena ele ser visto apenas como mais um filme adolescente com final romântico. Se é só isso que vocês acham que ele tem a oferecer, então sim, concordo com o pessoal que o considera superestimado. Mas ainda bem que o meu ver foi além.
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