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Alaelton Seabra lemos
1 crítica
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5,0
Enviada em 17 de maio de 2024
Esse filme relata o mundo jovem seus pensamentos , inseguranças , reafirmando o contexto de base em muitas civilizaçao . São jovens com buscam de formas diferentes se adaptar em sociedade de vários perfil .Há um ditado que jovem e adrenalina pura se não dosar explode . . Muitos crescem juntos em mesmo lugar e nos anos escolares se transformam muitas vezes grupos rivais diante da sociedade . Enfim esse filme traz uma ideia de cenário da falha paterna e materna . Aqui ainda não introdução paliativa Com pretexto de complementos . No olhar de um visionário se prescreve a crise , a sabedoria e formas de comunicação diversas mais todos com um mesmo objetivo , buscar burlar o processo educacional . Por fatores de normais de uma sociedade (corrompida )se mergulham em seus ideais sendo capaz a romper com seus ideais de família . Aqui se configura ou nada . Mais o que mais me faz pensar que em algum lugar alguém cresceu , passou pelo processo e teve a oportunidade de relatar que o crime não compensa . E traz de forma divertida comedida motivacional em buscar de resgate desses jovens que estão nas vias de grande adrenalina em diversos lugares perdidos muita das vezes em suas mentes . Uma luta pra lugar nenhum ... Vale assistir esse filme com espírito de reflexão com uma finalidade de não ter medo de dizer para muitos desses jovens que vale apena dar uma chance para si mesmo . Ton Seabra .
Filme muito legal, ótimo de assitir. Não diria que é uma análise de uma geração, nem que é uma grande comédia ou drama, tampouco que teve atuações memoráveis ou grande roteiro. Mas o conjunto é muito agradável, recomendo a todos, se eu soubesse votar aqui no site eu daria 5 estrelas, porque realmente consegue entreter muito bem pessoas de qualquer idade.
“O Clube dos Cinco” é um marco do cinema adolescente de 1985 que continua firme e forte depois de mais de 40 anos. Preso em uma biblioteca durante um sábado de detenção, o filme junta cinco jovens de mundos opostos – o nerd Brian, o atleta Andrew, a patricinha Claire, a esquisita Allison e o rebelde Bender – e os obriga a se encarar sem escapatória. John Hughes acerta em cheio ao usar estereótipos do colégio como ponto de partida, mas logo mostra que cada um tem camadas: pressões da família, inseguranças e raivas que explodem em diálogos crus e reais. Não há grandes reviravoltas ou efeitos especiais – só conversa franca, risadas e brigas que qualquer um que passou pela adolescência reconhece na hora. Os atores jovens entregam tudo: Judd Nelson rouba a cena como o provocador Bender, Molly Ringwald mostra o tédio da garota popular, Emilio Estevez dá peso ao atleta certinho, Anthony Michael Hall humaniza o gênio fracassado e Ally Sheedy traz mistério à outsider. A química entre eles carrega o filme inteiro, transformando um dia banal em algo inesquecível. As falas são afiadas, engraçadas e honestas, cheias de humor ácido sobre pais, escola e status social. A trilha com Simple Minds fecha com chave de ouro, e aquela carta final – admitindo que todo mundo é um pouco de cada – vira um soco no estômago positivo. Sem frescuras modernas, o filme captura a essência crua do ensino médio: rótulos que machucam, amizades inesperadas e a fúria de ser jovem. É puro entretenimento inteligente, com emoção genuína e zero enrolação. Clássico absoluto que merece nota máxima pela honestidade e impacto geracional.
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