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Para um filme que foi rodado em 1957 com poucos recursos tecnológicos para a época, mas com um bom roteiro, bons atores e diálogos afiados, prova-se que é possível fazer uma obra de arte. E olha que devemos levar em conta que só foram utilizados 12 personagens durante toda a trama em uma única sala o filme inteiro. O filme é excelente! Recomendo.
Muito boa atuação e roteiro, sendo uma ótima crítica a ignorância e racismo, além de mostrar o Poder do Argumento.
O filme é OTIMO o melhor filme que já vi ate agora
Excelente filme para quem está estudando Direito porque tem uma linguagem acessível, porém mostra as minúcias dos debates de um Júri condenatório, os furos deixados por advogados de defesa, falhas das provas testemunhais, perícias equivocadas, MP intransigente e indiferente. O mais impressionante é a forma como os argumentos a favor e contra são defendidos e destruídos neste filme, que são jogados no colo do telespectador para que tome a sua própria decisão a respeito. Simplesmente espetacular!
O filme é excelente. Demonstra bastante sobre a responsabilidade de julgamento da vida dos outros. E a dificuldade de percepção humana frente a determinados eventos. O filme aborda a dificuldade que temos de isolarmos nossas interpretações dos fatos e faz uma reflexão sobre julgamento. O enredo é bem interessante, o cenário simples e as atuações muito boas.
Um dos melhores filmes que já assisti. Demonstra muito bem como o poder da razão, da palavra e da argumentação pode vencer o preconceito, a intimidação e a força.
OBRA PRIMA! Se acomode no sofá e prepare-se para apreciar a essência da sétima arte.
Essa é a prova de que o cinema é algo formidável. É a prova de que dá pra entrar na história e ser um personagem também. É a prova da perfeição localizada em seu devido lugar. 12 Homens e Uma Sentença, é uma obra que o cinema agradece por existir.
12 jurados são convocados para julgar um assassinato causado por um jovem de dezoito anos. Onze deles tem certeza de que o réu é culpado, e um acha que o réu possa ser inocente. Como esse único jurado irá convencer os outros de que o jovem pode não ser o culpado? A resposta é: Boa seção.
É muito difícil um diretor estrear no cinema com uma grande obra. Sidney Lumet conseguiu esse grande feito, fazendo um dos melhores filmes da década de 50. Lumet também conseguiu acrescentar uma grande crítica que continua presente em nossa sociedade. Até quando veremos pessoas sendo julgadas e acusadas sem provas suficientes? Ou por puro preconceito?
Com apenas 96 minutos a obra da uma aula de roteiro. Ficamos tão envolvidos e submersos na história, que viramos o 13° jurado. A trama é levada por grandes atuações e grandes diálogos dentro de um único ambiente. O calor do local e a tensão, aumentam a cada debate contra e a favor do réu. Um grande detalhe do roteiro, é que nenhum personagem tem seu nome divulgado, exceto o de Henry Fonda. Esse detalhe carrega uma metáfora e a crítica social citada acima, mostrando que julgar e acusar vem de qualquer um. O personagem de Henry Fonda representa a minoria de pessoas perante a sociedade, que agem da forma adequada mediante a situações de julgamentos e acusações.
O plano sequência é o ponto forte tecnicamente do filme. A câmera acompanha os personagens e dá para cada um o seu devido espaço, sem nenhum corte momentâneo. Tudo acaba sendo muito bem coreografado, dando assim, um ar mais realista e teatral.
Todos os atores se saem muito bem, dando aulas de atuações. Os dois grandes destaques ficam por conta de Henry Fonda e Lee J. Cobb. A perseverança dos dois causam decisões, dúvidas e conflitos entre os outros personagens. Fonda tem a convicção de que o réu possa ser inocente. Seus argumentos são tão fortes e contagiantes, que junto com alguns júris criamos sua mesma convicção. Cobb leva consigo a certeza de que o réu é culpado. Sua razão e seu grande orgulho atraí boa parte do júri.
12 Homens e Uma Sentença carrega a arte de fazer cinema. Carrega grandes personagens protagonizados por grandes atores. Carrega críticas ainda muito presentes no mundo e arranca aplausos ao desfecho da trama. OBRA PRIMA!
Essa é a prova de que o cinema é algo formidável. É a prova de que dá pra entrar na história e ser um personagem também. É a prova da perfeição localizada em seu devido lugar. 12 Homens e Uma Sentença, é uma obra que o cinema agradece por existir.
12 jurados são convocados para julgar um assassinato causado por um jovem de dezoito anos. Onze deles tem certeza de que o réu é culpado, e um acha que o réu possa ser inocente. Como esse único jurado irá convencer os outros de que o jovem pode não ser o culpado? A resposta é: Boa seção.
É muito difícil um diretor estrear no cinema com uma grande obra. Sidney Lumet conseguiu esse grande feito, fazendo um dos melhores filmes da década de 50. Lumet também conseguiu acrescentar uma grande crítica que continua presente em nossa sociedade. Até quando veremos pessoas sendo julgadas e acusadas sem provas suficientes? Ou por puro preconceito?
Com apenas 96 minutos a obra da uma aula de roteiro. Ficamos tão envolvidos e submersos na história, que viramos o 13° jurado. A trama é levada por grandes atuações e grandes diálogos dentro de um único ambiente. O calor do local e a tensão, aumentam a cada debate contra e a favor do réu. Um grande detalhe do roteiro, é que nenhum personagem tem seu nome divulgado, exceto o de Henry Fonda. Esse detalhe carrega uma metáfora e a crítica social citada acima, mostrando que julgar e acusar vem de qualquer um. O personagem de Henry Fonda representa a minoria de pessoas perante a sociedade, que agem da forma adequada mediante a situações de julgamentos e acusações.
O plano sequência é o ponto forte tecnicamente do filme. A câmera acompanha os personagens e dá para cada um o seu devido espaço, sem nenhum corte momentâneo. Tudo acaba sendo muito bem coreografado, dando assim, um ar mais realista e teatral.
Todos os atores se saem muito bem, dando aulas de atuações. Os dois grandes destaques ficam por conta de Henry Fonda e Lee J. Cobb. A perseverança dos dois causam decisões, dúvidas e conflitos entre os outros personagens. Fonda tem a convicção de que o réu possa ser inocente. Seus argumentos são tão fortes e contagiantes, que junto com alguns júris criamos sua mesma convicção. Cobb leva consigo a certeza de que o réu é culpado. Sua razão e seu grande orgulho atraí boa parte do júri.
12 Homens e Uma Sentença carrega a arte de fazer cinema. Carrega grandes personagens protagonizados por grandes atores. Carrega críticas ainda muito presentes no mundo e arranca aplausos ao desfecho da trama. OBRA PRIMA!
Uma obra prima do cinema mundial! um dos melhores filmes de todos os tempos! Atuações memoráveis! tendo como maior destaque o Grande Henrry Fonda!!! Simplesmente fantastico!!!
12 homens e uma sentença. O que dizer sobre esse clássico? Maravilhoso, genial, esplêndido? Difícil decidir. O filme critica principalmente a sociedade "maria vai com as outras", os famosos coxinhas, que sem uma opinião formada prefere seguir uma maioria. Engraçado ver que anos 50 já existiam pessoas assim, aliás, o ser humano é assim no geral. Há outras críticas no longa, como o preconceito que temos com pessoas que vivem em periferias, o julgamento precipitado levando em conta a aparência, os advogados e jurados que não se interessam por um caso (principalmente aqueles não famosos) e de não pensar duas vezes antes de falarmos algo. Com uma direção incrível, há tomadas enormes que nos leva a acreditar que aquela cena é natural. As conversas paralelas fazem o filme perder o objetivo, ou podem ser conversas que eu não tenha entendido a metáfora. Mas uma metáfora eu entendi: o dia está quente e começa a chover. Com isso começa a mudar a situação
spoiler:
e o "jogo" começa a desempatar para mais inocentes.
. Além desse ponto fraco de perder um pouco o objetivo, o filme tem uma pitada (muito pouca) de suspense e drama, principalmente do pai e filho spoiler: mas que foi uma boa saída no final
. Mas por não ser um filme de drama, não há o que reclamar. Excelente filme para quem quer conhecer um pouco mais do passado da sétima arte.
. Além desse ponto fraco de perder um pouco o objetivo, o filme tem uma pitada (muito pouca) de suspense e drama, principalmente do pai e filho spoiler: mas que foi uma boa saída no final
. Mas por não ser um filme de drama, não há o que reclamar. Excelente filme para quem quer conhecer um pouco mais do passado da sétima arte.
Uma obra prima! Quando terminei de ver sentir vontade de aplaudir de pé! Um filme de 1957 que dá um show e uma lição de enredo. Um bom filme é àquele que te deixa inquieto, elucubrando, estupefato! Foram os meus sentimentos ao findar! Preciso ver mais filmes antigos hehehehehe
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