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O filme é uma grande obra prima que te prende do início ao fim. Inicialmente a gente tem quase certeza que o jovem réu é cupado, entretanto, no decorrer do filme surgem tantas dúvidas que a gente fica perdido. A interação dos jurados com o público é excelente, a forma como eles reproduzem algumas cenas... Enfim, o filme me deixou surpreso, acreditei que não iria gostar, pois, é muito antigo, mas, me deixou de boquiaberto. Vale muito a pena assistir, recomendo!!
Um filme bastante interessante sobre o processo da presunção de inocência. Hoje podemos dizer que é bastante inovador, ao prender nossa atenção durante todo o tempo num cubículo contendo 12 personagens caricatos do povo americano e sua carga cultural. Quase é possível sentir o calor da sala. Atualmente (2018), podemos até mesmo considerá-lo previsível, já que nossa bagagem cinematográfica inclui muitas obras que beberam dessa fonte, mas lembremos que o ano em questão é 1957, onde não havia tanta informação difundida. Nesta época, pós-II Guerra, aconteceram os julgamentos de Nuremberg (11 anos antes) e aconteceria em breve o julgamento do nazista Adolf Eichmann, ambos bastante controversos (e demonstrados no cinema). O tema ainda era latente e rendia discussões. Interessante perceber como alguns princípios constitucionais são impregnados no senso comum, o que não se verifica aqui no Brasil, por exemplo, onde a maioria da população sequer sabe o que é uma Constituição. O tema do preconceito foi surpreendentemente abordado, numa época em que o racismo era muitíssimo forte, mostrando que o cinema e o rock n' roll foram grandes protagonistas na mudança de mentalidade desse país.
Um daqueles filmes que criticam o sistema penal e a pena de morte, bem como todo o poder judiciário. Indicado ao Oscar de 1958 como melhor filme, melhor direção, melhor roteiro adaptado; e indicado no Globo de Ouro do mesmo ano por melhor filme, melhor ator para Henry Fonda, melhor ator coadjuvante para Lee J. Cobb, e melhor direção, não levando nada para casa. Realmente é um belo roteiro, e uma boa adaptação, bem como a construção cênica claustrofóbica da sala do júri e seus diversos momentos tensos. Um elenco bem equilibrado de atores e todos possuindo bons momentos na trama. A história em si já vale a pena ver pela dura crítica contra a facilidade em se julgar alguém nos dias atuais, o poder que os jurados possuem como se fossem deuses, e as falhas do sistema de testemunhas, advogados e promotoria. Este filme ainda foi refeito em 1997 e existem muitas peças teatrais usando adaptações do filme, inclusive no Brasil. O que falha no filme seja alguns devaneios que ocorrem nas falas que criam certas barrigas na história, bem como seu final bem insosso. Mas ainda assim não faz perder o brilho dirigido por Sidney Lumet, especialista em filmes com longos diálogos de suspense como Rede de Intrigas, Assassinato no Expresso do Oriente e O Veredicto, transformando um orçamento de 350 mil dólares numa receita de 1 milhão de dólares.
Um dos maiores exemplos que é possível fazer um filme bom de baixo orçamento, ele é praticamente ambientado em um único cenário e você acompanha todos os diálogos do começo ao fim com ansiedade de saber qual vai ser o próximo argumento, o jurado que está mais irredutível parece ser impossível de convencer...o que o fará mudar de ideia? Que filme...que grande obra...A unica coisa que poderia ser mudada ou no caso acrescentada é que se o filme tivesse nos mostrado uma cena antes simulando o depoimento das 2 testemunhas para que pudêssemos visualizar os fatos que foram nos ditos como a marca dos óculos no rosto da mulher...o homem manco...Mas isso é só um detalhe. O Filme é sensacional e ele deve ser visto.
Uma obra-prima do cinema, possivelmente um dos melhores filmes que já existiu, senão o melhor. 12 homens de um júri decidem se um garoto é culpado ou não. 11 o consideram culpado e cabe ao jurado n°8, interpretado por Fonda, tentar convencê-los do contrário, mesmo ele não tendo convicção de que o mesmo é inocente. É fácil identificar as características de cada personagens e ao mesmo tempo trazer
ver na nossa realidade, em debates, argumentações ou conversas, pessoas que tem o mesmo perfil dos personagens. Aquele que não está nem aí pra discussão, aquele que baseia sua ideia apenas em preconceitos, aquele que tem argumentos fortes e inteligentes, aquele que é mais agressivo com quem discorda da sua opinião. Além de um grande filme, é uma aula de civilização.
ver na nossa realidade, em debates, argumentações ou conversas, pessoas que tem o mesmo perfil dos personagens. Aquele que não está nem aí pra discussão, aquele que baseia sua ideia apenas em preconceitos, aquele que tem argumentos fortes e inteligentes, aquele que é mais agressivo com quem discorda da sua opinião. Além de um grande filme, é uma aula de civilização.
Filme excelente sobre como a superficialidade das provas, fragilidade da defesa e os preconceitos podem interferir em um julgamento. Ponto a ponto as provas vão endo questionadas e o drama de cada um vai mostrando o que está em jogo. Brilhante.
Gosto do tema Justiça, poderia ter me formado em Direito, mas optei por Jornalismo. Aconselhada por uma amiga, resolvi assistir a este filme e gostei. Brilhantes atuações de Henry Fonda (personagem com o qual me identifiquei, porque gosto de ouvir todos os lados de uma questão e conhecer a fundo os porquês), Lee J. Cobb, Martin Balsam, entre outros. Mais uma ótima direção de Sidney Lumet. Neste filme de 1957 (que recebeu vários prêmios) estão presentes elementos muito interessantes, como o preconceito racial e social, questões pessoais,por exemplo. Defendo os direitos humanos. Este filme deveria ser assistido por juristas, porque é uma verdadeira lição para todos. Ótimo final. Nota dez
Júri. Parado. Discussões. Instigante. Visões. Opiniões. Assassinato. Decisão. Raiva. Impaciência. Interessante.
Com certeza um dos melhores filmes de julgamentos já feitos.. Filme que te faz pensar do começo ao fim.
Esse é um dos melhores filmes que já assisti!
eu não tenho mais nada a falar
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