Warriors - Os Selvagens da Noite
Média
4,1
200 notas

26 Críticas do usuário

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João Lucas B.
João Lucas B.

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4,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2020
Em "The warriors", penetramos em uma Nova Iorque marginal, tomada por gangues caricatas e estilizadas (típicos do gênero "teensploitation") que representam, cada uma, um trecho do território novaiorquino. O foco narrativo se estabelece sobre a gangue dos "Warriors", que saem de Coney Island, no Brooklyn, para um comício com o líder da maior gangue da cidade. Porém, esse líder é assassinado e a culpa recai sobre os Warriors, que tem de voltar para Coney Island enquanto são perseguidos por todas as outras gangues.
O figurino e a maquiagem tornam todas as gangues únicas e peculiares, por vezes até caricatas e artificial, o que acaba incluindo o filme em um universo característico e fantasioso, ao passo que brinca com o realismo com cenas de ação. Essas escolhas narrativas dão ao filme uma cadência própria e icônica, que muito influenciou a cultura pop americana.
Assim, o filme cresce e traça uma narrativa épica ao acompanhar a jordana dos Warriors, que entre brigas e fugas, apresentam uma identidade própria e uma forte união. A forma de retratar Nova Iorque também contribui para o universo sombrio e sujo de "The Warriors", funcionando como um faroeste urbano. Assim como em Taxi Driver, o filme dá vida própria à cidade, que respira e transborda pelas ruas desertas e ameaçadoras.
Desse modo, "The Warriors" abraça o caos da jornada que a gangue enfrenta e apresenta, em seu macro, uma unidade estilística, que torna o filme um clássico e o eleva muito além de um simples filme de ação do gênero exploitation.
Nota: 7.6
Junior Filho
Junior Filho

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de janeiro de 2020
Um dos melhores filmes de todos os tempos. Uma obra de arte, pra mim, sem exagero nenhum, o maior clássico que eu assisti. O filme que está a frente do seu tempo. Até hoje em 2020, não existe um filme tão completo como Wariors. Marcou minha adolescência , não participei, mas vi minha geração sem muito influenciada em formações de punks, que nunca fui a favor, mas marcaram época, adorava as roupas, trilha sonora, elenco. Simplesmente, entrar na melhor década que eu vivi, os anos 80 com o melhor filme até hoje do gênero. Quem não teve vontade de viver nem um pouco o que aconteceu no filme. Estou vendo agora, e até a música do final, é clássica. Um abraço a todos os fãs desse cult inesquecível.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de outubro de 2019
"The warriors" é do final dos anos 70, mas é um filme que já tem a cara dos oitenta, história juvenil, com escapes cômicos, problemas juvenis e ótima trilha sonora, aqui ainda temos o acréscimo da violência, pois é um filme que fala sobre gangues de rua, diversos são os bons aspectos, apesar de diversos problemas de continuidade e atuações medianas -embora carismáticas- tem um figurino incrível que consegue dar vida e personalidade própria a cada gangue que vem junto com a ótima maquiagem e primorosa direção de arte, que inclui boas composições de cenários e uma fotografia muito bonita, que faz até um contraste ao desenvolvimento do filme, é uma fotografia depressiva e escura.O longa é divertido e empolgante, apesar da transgressão juvenil que vai mais para um lado "Laranja mecânica" aliás, temos algumas referências ao clássico Kubrick a até "táxi driver" em aspectos mais técnicos como fotografia e trilha sonora, mas a verdade é que o longa de Walter Hill não chega nem perto desses dois filmes, mas não deixa de ser um clássico, um filme que divertiu gerações, que se leva a sério, e até hoje é divertido.  Nota 7
Marcio d
Marcio d

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5,0
Enviada em 7 de setembro de 2019
Filme simplesmente incrível , de baixo orçamento , se passa boa parte sobre as redes de metro de NY. A noite nunca termina, há sempre um complicador... Clima e cenários fantásticos , juntamente com "After Hours" de 1985 sao dois clássicos da atmosfera noturna novaiorquina.
Nilson M
Nilson M

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2019
Esta obra foi a mais comentada, na época, quando foi assistida pela TV aberta brasileira. A juventude daquela época, imediatamente, passou a copiar aquelas personagens e absorver os valores pregados pelos GUERREIROS neste filme inesquecível.
Giovanni87
Giovanni87

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4,5
Enviada em 26 de abril de 2018
Warriors retrata um período de Nova York, aonde a cidade era assolada por gangues.
Um dia, o líder Cyrus, da maior gangue da cidade, os RIFFS, convoca uma reunião com todas as grandes gangues da cidade. Nesta reunião, aonde foi decretada uma trégua, espera-se que ninguém vá armado.
O filme já começa com a cena emblemática das gangues indo ao parque aonde ocorreria a reunião, e mostra o clássico discurso de Cyrus, que diz que, caso as gangues aceitassem deixar as diferenças de lado, e resolvessem se unir, seriam um exercito muito mais numeroso do que o contingente policial, e que provavelmente tomariam a cidade para eles.
Durante seu discurso, Cyrus é baleado por membros de uma gangue chamada Rogues aonde premeditavelmente haviam levado uma arma e quebram a trégua. Os Rogues acabam por jogar a culpa na gangue de nome Warriors; estes tem que fazer agora, durante a noite, um longo caminho do parque até Coney Island com todas as gangues da cidade e a polícia, na cola deles.
Warriors foi baseado no livro, de mesmo nome, escrito por Sol Yurick. O fime foi lançado em 1979, e o livro publicado em 1962.
Apesar de você reconhecer no livro as partes que dão inspiração para o filme, os dois são totalmente diferentes. O livro é muito pesado, e o filme quase passaria na Sessão da tarde com poucas cenas censuradas. No livro, Cyrus na verdade é Ismael, e as semelhanças acabam na premissa de que Ismael (Cyrus) é baleado durante uma grande reunião de gangues. A gangue protagonista do livro se chama, na verdade, Dominadores (no fime eles se chamam, como já foi dito, Warriors), e não são acusados de serem os autores dos tiros que acertaram Ismael, isso foi invenção do filme provavelmente para dar mais ação.
Com os tiros em Ismael, a trégua se acaba e toda gangue vira automaticamente inimiga uma da outra. No livro o principal inimigo dos dominadores são, na verdade, a polícia. Já no filme, os maiores inimigos dos Warriors são as outras gangues, que estão na caça deles, e em menor importância está a polícia.
Uma das referências mais diretas que o filme pega do livro é a garota Mercy, moradora de uma área bem pobre da cidade, território de uma gangue de menor expressão, que acaba se interessando pelos Warriors e segue viagem com eles até Cone Island.
Já com os Dominadores, ela é vitima de um estupro coletivo, logo após eles terem assassinado a facadas uma pessoa que estava na calçada e esbarrou com eles.
Outra cena do filme, que é facilmente identificada a inspiração no livro, é quando um membro da gangue (Ajax) da em cima de uma moça num parque a noite. Esta moça era policial a paisana e Ajax é preso.
No livro, tem uma cena similar, entretanto três integrantes da gangue são presos, e não apenas um, após nova tentativa de um outro estupro coletivo, mas desta vez em cima de uma enfermeira embriagada que chamou a policia.

A semelhança entre o protagonista do filme e do livro está que ambos seguem o mesmo ideal de que talvez, esteja na hora de parar com a vida de gangue, e que dificilmente esta vida irá levar para alguma coisa positiva.

A maior diferença entre filme x livro, em relação ao protagonista, está na volta para casa e nas cenas finais.

No filme, um dos membros da gangue Rogue acaba por se encontrar com os Riffs, gangue de Cyrus, e conta todo o ocorrido; a cena final mostra os Warriors a salvo em Coney Island, depois da clássica sequencia de enfrentamento com os Rogues (a gangue que os acusou de matar Cyrus) e a interferência dos Riffs no combate, para acertar as contas com os Rogues e pedir desculpas aos Warrios.
No livro, Hinton, protagonista, vai para sua casa, que ele chama de prisão, em Cone Island, e se depara com a sua realidade. Um lugar sujo, com seu irmão menor e sendo negligenciado pela mãe, que na hora fazia sexo com seu padastro, sem se importar com o choro da criança. O irmão drogado e tudo o mais que uma família totalmente disfuncional apresenta. Diferente do filme, cuja gangue volta para Cone Island e estão felizes e em segurança, no livro estarem de volta significava estar no lugar de onde querem fugir.
Tanto o livro quanto o filme são excelentes, e deveriam ser vistos/lidos ao menos uma vez.
Murari submundo
Murari submundo

3 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de novembro de 2015
Clássico dos clássicos do final da década de 70. Influenciou e muito a juventude no mundo. Por aqui no Brasil foi referência de muitas gangues, grupo de pixadores, de torcidas organizadas e tudo que a juventude do submundo absorvia. Conseguiu em um só filme colocar as questões das gangues e suas multiplas formas, estilos e ideologias influenciando muitos muleques como eu. O figurino do filme é sem igual, o enredo muito bem entrelaçado, o diretor foi muito fiel ao que acontecia nas ruas daquela época. A fotografia de primeira com muito cuidado e carinho em cada take. Recentemente saiu uma matéria com os atores mais velhos pegando o metrô que foi gravado o filme na revista Rollingstone, recomendo pesquisarem.
Saulo Zanella
Saulo Zanella

2 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Clássico dos clássicos! Um verdadeiro cult, uma marca da década de 70!
Marcio M.
Marcio M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de setembro de 2012
Nossa eu nem lembrava que ja tinha passado tanto tempo assim. é um filme pra ninguem botar defeito eu asisto quantas vezes passar. é D+ valeu.
spoiler:
Victor Tavares Alves
Victor Tavares Alves

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Conheci pelo jogo, ambos são ótimos!
Clássico dos classicos!
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