Drácula: Uma História de Amor Eterno : Recentes críticas
Drácula: Uma História de Amor Eterno
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Marcelo Amaro
1 crítica
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4,0
Enviada em 29 de dezembro de 2025
“Drácula: Uma História de Amor Eterno” não é um filme de terror tradicional — e isso é justamente seu maior acerto. Luc Besson opta por um caminho anti-clichê, humanizando Drácula e transformando o mito em um romance gótico trágico, mais interessado em sentimentos do que em sustos. O filme mistura Bram Stoker com “a história que ninguém contou”, fugindo do vampiro predador para apresentar um personagem marcado pela espera, pela dor e pelo amor que atravessa séculos. O terror aqui não está no sangue, mas na solidão. O final, longe de ser simples, é provocador e ambíguo. A morte de Drácula liberta muitos — mas não apaga o amor de Mina, que permanece. Isso não soa como erro, mas como escolha narrativa: o amor não é negado, nem resolvido de forma fácil. Ele continua. É um filme para quem aceita sair do óbvio, absorver a atmosfera e refletir depois que os créditos sobem. Não busca unanimidade — busca conexão. E comigo, funcionou plenamente.
Obra prima!!! Superou Sr. Ninguém, Ela, Interestelar, Ex Máquina e Show de Trulmam (PARA MIM). Tive que abrir conta hoje para avaliar esse filme que é uma obra de arte e subir nota. Não é terror. É um filme de amor que vai desgraçar sua mente (se vc tiver neurônios). Você vai ser emparedado. Avaliar o que é mal ou bem vai te dar um nó na cabeça. Pecou em algumas trocas de cenas? Sim. Mas a estética, conforme o enredo corre, perde a importância. Nota 6 estrelas.
Zero expectativas, grande surpresa. Releitura muito competente ao que se propôs. Claro que todos queríamos ver mais cenas do casal e menos estátuas vivas mas cabe ao imaginário do público. Lindíssimo, Caleb Jones surpreendente. Pontos extras pela Trilha sonora genial do Elfman, lendário ex oingo boingo. Depois desse filme, todas as mulheres estão repensando sobre amor kkkkkkk
Todos nós já conhecemos a história do Drácula, mas essa releitura, mesmo que já tenha visto vários outros filmes de Drácula, essa trás uma perceptiva bem diferente, é incrível, terminei de assistir o filme e fiquei baqueado, sem saber no que estava sentindo, por favor, assistem, dêem chance, não é só mais uma história de vampiro.
Com certeza a pior adptação pro cinema de Drácula, filme lento, vampiro que passa perfume pra seduzir as mulheres enfim uma porcaria nem parece file do Luc Besson é o típico filme pra mulher com zero testosterona, até as cenas onde eles estão fazendo sexo são fracas, sua namorada vai amar e o amigo gay dela também, recomende pra eles.
O filme não é ruim. Ele toca na ideia de reencarnação, do amor que atravessa vidas, mas no final opta por resolver tudo através de um gesto cristão de absolvição. Isso deixa aquela sensação de “ué, não era sobre voltar?”. Um final menos trágico e mais amoroso talvez honrasse melhor o caminho que a história abriu.
Gostei dos atores e da estética do filme, mas senti falta de desenvolver o romantismo. As cenas sensuais existem, mas o vínculo emocional entre eles quase não aparece. A única cena realmente romântica é aquela do reencontro no olhar, ali sim passa sentimento. No resto do filme, faltou construir esse amor. Mas é um filme tranquilo de ver.
O filme é bom, mas de terror não tem nada! Nele, Drácula encarna Lord Byron e fica tão romântico, uma romantismo digamos antiquado e sem sentido nos tempos modernos, que chega a ser meloso. E a influência do Drácula de Coppola nele é óbvia e evidente.
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