Com uma profundidade rasa, limitada pela própria direção, e preenchida, em grande parte, de forma desnecessária, por um incidente praticamente irrelevante, sua crítica se apoiará no pouco que, de fato, foi substancial – e que, sim, isto foi realmente bom, mas superficial.
Ator Taron atua muito bem, apesar de ser um vilão clichê , acho que a responsabilidade é mais do roteiro que dele mesmo. O filme deixa a gente tenso, apesar de alguns furos, eu gostei e cumpre o papel propondo na sinopse. Recomendo!
Filme péssimo. Muito apelativo pra tentar criar um suspense e ficou ridículo como tentaram imitar o filme fragmentado com a personalidade do personagem.
Para chegar a ser ruim tinha que ser refeito de trás pra diante e de cabeça pra baixo. Charlize empresta talento para um filme péssimo. Não consigo entender como alguém ganha para escrever e dirigir uma coisa dessas. Para não jogar tudo no lixo, aproveitaria as lindas paisagens para fazer um clip de rock. No máximo.
Produzido pela Netflix, O jogo do predador é um filme de sobrevivência com tons de suspense, que contou com a direção de Baltasar Kormákur e roteiro de Jeremy Robbins. Na trama, acompanhamos Sasha (Charlize Theron), uma mulher que vive em busca de aventuras radicais em meio a natureza. Após a morte do seu marido através de um acidente, Sasha resolve depositar seus objetos em meio a natureza selvagem na Austrália. O grande problema é que Sasha conhece Ben (Taron Egerton), um morador local que pretende caça-la. A ideia no papel é um e a execução é outra. O filme até começa bem, com uma boa fotografia durante as cenas de escaladas e nas corredeiras na Austrália, mas o roteiro em si, parece que vai deslanchar, mas não deslancha e não agrada. Num primeiro momento existe uma construção até relevante da floresta em que Sasha vai: pessoas costumam morrer e desaparecer; não é indicado a ir sozinha, ela é uma mulher ( muito homens ficam com piadas e gestões machistas e ela está introspectiva, pois está atravessando um luto. Some isso a um personagem que aparenta ser bonzinho e prestativo: Ben. Depois de 30 minutos, finalmente somos convidados a cena de caça. Ben finalmente começa a caça Sasha em jogo sádico. Mas tudo fica fácil demais : Ben conhece a floresta, está armado e tem um pontaria extraordinária. Isso faz o roteiro inserir um segunda parte de sua narrativa que nos faz desistir de vez do filme: mostrar que não é um jogo de Ben, mas um ritual, nem que para isso passam a se apropriar de nativos canibais. A partir daí,o filme vai perdendo sentido. Ainda que temos cenas interessantes da luta corporal entre ambos, mas nada mais do que isso. As cenas em que Sasha cai no rio é muito repetitiva e se tornam chatas. A cena da sua escalada de salvação já no terceiro ato tbm é chata e previsível. No mais, o roteiro nao agrada e a direção pouco ten para solucionar. A parte técnica fica acima da média dos filmes desse calibre, pois além da boa fotografia, temos bons efeitos que são jogados de forma pontual.
Sasha (Charlize Theron) viaja para a Austrália para se despedir simbolicamente de seu marido Tommy, morto em um acidente de escalada na Noruega. Durante uma aventura solo pelo outback australiano, ela acaba presa em um jogo perverso de caça com Ben (Taron Egerton), um assassino psicopata que caça humanos por esporte.
Muito ruim. Mais do mesmo. Roteiro parece copiado de outros filmes do tipo. Falas totalmente do personagem de Taron Everton. Mesmo considerando que o cara seja doido. Não empolga, não causa tensão e precisa de muita suspensão de descrença.
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