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Yuri
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542 críticas
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2,0
Enviada em 7 de maio de 2026
O filme é fraco e muito decepcionante. A história é rasa, totalmente sem fundamento e com vários furos. Esperava muito mais do filme, principalmente por contar com os dois ótimos atores: Taron Egerton e Charlize Theron como protagonistas. O que adianta ter esses dois ótimos atores no elenco, sendo que a história é muito fraca, previsível e totalmente sem graça? Sinceramente, não entendo. Poderiam ter feito um filme bem melhor e com conteúdo. A única coisa que presta é a boa atuação dos protagonistas. Não recomendo.
1º Ato - Construção da Super Girl. É criado um propósito pra Super Girl virar uma loba solitária.
2º Ato - A Super Girl ganha um antagonista sem cérebro, só pra cumprir o papel de vilão clássico. Então rola aqueles clichês de lei… e a Super Girl toma “composto V” e fica ainda mais poderosa.
3º Ato - Modo vilão pastelão/humano was activated successfully, os diálogos ficam monótonos e sem sentido, e a Super Girl basicamente vira o Ethan Hunt e finaliza esse péssimo filme “com chave de ouro”.
Mesmo com os absurdos, o filme podia ser bom. Mas ele é realmente ruim. Uma pena, porque pelo elenco parecia ser promissor. De bom, só a fotografia. Esse filme é bem curto, mas me deu a sensação de ter umas 3 horas de duração. Eu torcendo pra acabar e a desgrama ficava ali, se arrastando.
Decidi escolher um filme curto no domingão à noite, depois da derrota do meu time, na intenção de ter um fim de final de semana mais leve . Porém terminei pior do que quando comecei. Rs
Para chegar a ser ruim tinha que ser refeito de trás pra diante e de cabeça pra baixo. Charlize empresta talento para um filme péssimo. Não consigo entender como alguém ganha para escrever e dirigir uma coisa dessas. Para não jogar tudo no lixo, aproveitaria as lindas paisagens para fazer um clip de rock. No máximo.
ótimo filme, muita adrenalida, sem dúvida a muito tempo não ficava aflito em cenas como de perseguição e também pelos esportes radicais que no filme explora. Única negativa que pude notar são em algumas cenas que me parecem terem sido repetidas mas mesmo assim tirando isso é muito recomendo.
Tem tudo o que define um filme de catálogo da Netflix: proposta direta, nomes fortes e uma estrutura que você sente que já viu antes. E, sendo justo, isso até funciona. É aquele tipo de filme que você dá play sem pensar muito e, quando vê, já foi.
Charlize Theron segura bem o lado físico da coisa, enquanto Taron Egerton entra quase como uma versão do James McAvoy correndo no meio da selva. A dupla sustenta boa parte do filme, principalmente nos momentos de perseguição e tensão, que são onde ele realmente funciona.
O problema é quando tenta ser mais do que isso. A história é genérica, cheia de clichês, e até flerta com algo mais psicológico, mas nunca vai fundo de verdade.
No fim, é entretenimento rápido. Funciona na hora. Só não fica muito depois.
Com uma profundidade rasa, limitada pela própria direção, e preenchida, em grande parte, de forma desnecessária, por um incidente praticamente irrelevante, sua crítica se apoiará no pouco que, de fato, foi substancial – e que, sim, isto foi realmente bom, mas superficial.
Produzido pela Netflix, O jogo do predador é um filme de sobrevivência com tons de suspense, que contou com a direção de Baltasar Kormákur e roteiro de Jeremy Robbins. Na trama, acompanhamos Sasha (Charlize Theron), uma mulher que vive em busca de aventuras radicais em meio a natureza. Após a morte do seu marido através de um acidente, Sasha resolve depositar seus objetos em meio a natureza selvagem na Austrália. O grande problema é que Sasha conhece Ben (Taron Egerton), um morador local que pretende caça-la. A ideia no papel é um e a execução é outra. O filme até começa bem, com uma boa fotografia durante as cenas de escaladas e nas corredeiras na Austrália, mas o roteiro em si, parece que vai deslanchar, mas não deslancha e não agrada. Num primeiro momento existe uma construção até relevante da floresta em que Sasha vai: pessoas costumam morrer e desaparecer; não é indicado a ir sozinha, ela é uma mulher ( muito homens ficam com piadas e gestões machistas e ela está introspectiva, pois está atravessando um luto. Some isso a um personagem que aparenta ser bonzinho e prestativo: Ben. Depois de 30 minutos, finalmente somos convidados a cena de caça. Ben finalmente começa a caça Sasha em jogo sádico. Mas tudo fica fácil demais : Ben conhece a floresta, está armado e tem um pontaria extraordinária. Isso faz o roteiro inserir um segunda parte de sua narrativa que nos faz desistir de vez do filme: mostrar que não é um jogo de Ben, mas um ritual, nem que para isso passam a se apropriar de nativos canibais. A partir daí,o filme vai perdendo sentido. Ainda que temos cenas interessantes da luta corporal entre ambos, mas nada mais do que isso. As cenas em que Sasha cai no rio é muito repetitiva e se tornam chatas. A cena da sua escalada de salvação já no terceiro ato tbm é chata e previsível. No mais, o roteiro nao agrada e a direção pouco ten para solucionar. A parte técnica fica acima da média dos filmes desse calibre, pois além da boa fotografia, temos bons efeitos que são jogados de forma pontual.
Muito bom!!! É diferente e até melhor do que eu esperava. Juntar Charlize Theron e Taron Egerton foi uma ótima ideia. Que dupla, hein? A dinâmica e a história surpreendem. Um jogo de caça mortal e eletrizante.
Embora seja uma história meio insana, prende muito a atenção, cenas de tirar o fôlego, belíssima fotografia e atuações perfeitas. Ótimo suspense, do começo ao fim. A carne seca vendida na loja foi genial (Argh!).
Sasha (Charlize Theron) viaja para a Austrália para se despedir simbolicamente de seu marido Tommy, morto em um acidente de escalada na Noruega. Durante uma aventura solo pelo outback australiano, ela acaba presa em um jogo perverso de caça com Ben (Taron Egerton), um assassino psicopata que caça humanos por esporte.
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