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Yuri
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551 críticas
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2,0
Enviada em 7 de maio de 2026
O filme é fraco e muito decepcionante. A história é rasa, totalmente sem fundamento e com vários furos. Esperava muito mais do filme, principalmente por contar com os dois ótimos atores: Taron Egerton e Charlize Theron como protagonistas. O que adianta ter esses dois ótimos atores no elenco, sendo que a história é muito fraca, previsível e totalmente sem graça? Sinceramente, não entendo. Poderiam ter feito um filme bem melhor e com conteúdo. A única coisa que presta é a boa atuação dos protagonistas. Não recomendo.
1º Ato - Construção da Super Girl. É criado um propósito pra Super Girl virar uma loba solitária.
2º Ato - A Super Girl ganha um antagonista sem cérebro, só pra cumprir o papel de vilão clássico. Então rola aqueles clichês de lei… e a Super Girl toma “composto V” e fica ainda mais poderosa.
3º Ato - Modo vilão pastelão/humano was activated successfully, os diálogos ficam monótonos e sem sentido, e a Super Girl basicamente vira o Ethan Hunt e finaliza esse péssimo filme “com chave de ouro”.
Mesmo com os absurdos, o filme podia ser bom. Mas ele é realmente ruim. Uma pena, porque pelo elenco parecia ser promissor. De bom, só a fotografia. Esse filme é bem curto, mas me deu a sensação de ter umas 3 horas de duração. Eu torcendo pra acabar e a desgrama ficava ali, se arrastando.
Decidi escolher um filme curto no domingão à noite, depois da derrota do meu time, na intenção de ter um fim de final de semana mais leve . Porém terminei pior do que quando comecei. Rs
Para chegar a ser ruim tinha que ser refeito de trás pra diante e de cabeça pra baixo. Charlize empresta talento para um filme péssimo. Não consigo entender como alguém ganha para escrever e dirigir uma coisa dessas. Para não jogar tudo no lixo, aproveitaria as lindas paisagens para fazer um clip de rock. No máximo.
ótimo filme, muita adrenalida, sem dúvida a muito tempo não ficava aflito em cenas como de perseguição e também pelos esportes radicais que no filme explora. Única negativa que pude notar são em algumas cenas que me parecem terem sido repetidas mas mesmo assim tirando isso é muito recomendo.
Tem tudo o que define um filme de catálogo da Netflix: proposta direta, nomes fortes e uma estrutura que você sente que já viu antes. E, sendo justo, isso até funciona. É aquele tipo de filme que você dá play sem pensar muito e, quando vê, já foi.
Charlize Theron segura bem o lado físico da coisa, enquanto Taron Egerton entra quase como uma versão do James McAvoy correndo no meio da selva. A dupla sustenta boa parte do filme, principalmente nos momentos de perseguição e tensão, que são onde ele realmente funciona.
O problema é quando tenta ser mais do que isso. A história é genérica, cheia de clichês, e até flerta com algo mais psicológico, mas nunca vai fundo de verdade.
No fim, é entretenimento rápido. Funciona na hora. Só não fica muito depois.
Com uma profundidade rasa, limitada pela própria direção, e preenchida, em grande parte, de forma desnecessária, por um incidente praticamente irrelevante, sua crítica se apoiará no pouco que, de fato, foi substancial – e que, sim, isto foi realmente bom, mas superficial.
Produzido pela Netflix, O jogo do predador é um filme de sobrevivência com tons de suspense, que contou com a direção de Baltasar Kormákur e roteiro de Jeremy Robbins. Na trama, acompanhamos Sasha (Charlize Theron), uma mulher que vive em busca de aventuras radicais em meio a natureza. Após a morte do seu marido através de um acidente, Sasha resolve depositar seus objetos em meio a natureza selvagem na Austrália. O grande problema é que Sasha conhece Ben (Taron Egerton), um morador local que pretende caça-la. A ideia no papel é um e a execução é outra. O filme até começa bem, com uma boa fotografia durante as cenas de escaladas e nas corredeiras na Austrália, mas o roteiro em si, parece que vai deslanchar, mas não deslancha e não agrada. Num primeiro momento existe uma construção até relevante da floresta em que Sasha vai: pessoas costumam morrer e desaparecer; não é indicado a ir sozinha, ela é uma mulher ( muito homens ficam com piadas e gestões machistas e ela está introspectiva, pois está atravessando um luto. Some isso a um personagem que aparenta ser bonzinho e prestativo: Ben. Depois de 30 minutos, finalmente somos convidados a cena de caça. Ben finalmente começa a caça Sasha em jogo sádico. Mas tudo fica fácil demais : Ben conhece a floresta, está armado e tem um pontaria extraordinária. Isso faz o roteiro inserir um segunda parte de sua narrativa que nos faz desistir de vez do filme: mostrar que não é um jogo de Ben, mas um ritual, nem que para isso passam a se apropriar de nativos canibais. A partir daí,o filme vai perdendo sentido. Ainda que temos cenas interessantes da luta corporal entre ambos, mas nada mais do que isso. As cenas em que Sasha cai no rio é muito repetitiva e se tornam chatas. A cena da sua escalada de salvação já no terceiro ato tbm é chata e previsível. No mais, o roteiro nao agrada e a direção pouco ten para solucionar. A parte técnica fica acima da média dos filmes desse calibre, pois além da boa fotografia, temos bons efeitos que são jogados de forma pontual.
Muito bom!!! É diferente e até melhor do que eu esperava. Juntar Charlize Theron e Taron Egerton foi uma ótima ideia. Que dupla, hein? A dinâmica e a história surpreendem. Um jogo de caça mortal e eletrizante.
Há filmes que inovam pela história e outros que conquistam pela execução. **O Jogo do Predador** pertence ao segundo grupo. Sua premissa não apresenta grandes novidades para quem acompanha o gênero de sobrevivência, mas consegue construir uma narrativa envolvente graças ao bom ritmo, à tensão constante e ao duelo psicológico entre caçador e presa. É um suspense que aposta menos nas reviravoltas mirabolantes e mais na construção da perseguição.
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## Principais Atores e Personagens
* **Charlize Theron** — Sasha * **Taron Egerton** — Ben * **Demais integrantes do elenco** — personagens que surgem durante a jornada da protagonista.
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## Estória
Sasha é uma mulher apaixonada por aventuras extremas. Acostumada a desafiar seus próprios limites, ela acredita que o maior perigo está na natureza.
Do outro lado está Ben, um homem inteligente, metódico e perturbado, que encontrou uma forma cruel de alimentar sua obsessão: transformar seres humanos em suas presas.
O encontro entre os dois parece ser fruto do acaso para Sasha. Porém, para Ben, tudo faz parte de um plano cuidadosamente arquitetado. Desde o primeiro momento, ela já havia sido escolhida como sua próxima vítima.
O que começa como uma perseguição se transforma em um intenso jogo psicológico, no qual cada armadilha exige inteligência, resistência física e coragem. Aos poucos, os papéis começam a se inverter, e o predador percebe que sua presa talvez seja muito mais difícil de derrotar do que imaginava.
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## Crítica
O maior mérito de **O Jogo do Predador** é conseguir transformar uma história familiar em um entretenimento eficiente.
O cinema já apresentou inúmeras narrativas sobre caçadores de pessoas, sobrevivência e perseguições em ambientes isolados. Ainda assim, o longa encontra espaço para prender a atenção graças ao bom controle da tensão e ao constante clima de perigo.
**Charlize Theron**, aos cinquenta anos, demonstra uma impressionante presença física. Sasha convence como uma protagonista capaz de enfrentar situações extremas sem que isso pareça forçado. Embora sua interpretação siga um estilo mais contido e de poucas variações emocionais — característica recorrente em boa parte de sua carreira — sua força em cena sustenta boa parte do filme.
É inevitável lembrar que sua atuação mais transformadora continua sendo em **Monster – Desejo Assassino**, papel em que desapareceu completamente atrás da personagem. Aqui, ela aposta novamente na postura firme, silenciosa e determinada que o público já conhece, funcionando muito mais pela credibilidade física do que pela intensidade dramática.
Quem acaba surpreendendo é **Taron Egerton**. Seu Ben transmite desconforto desde os primeiros minutos. Há uma calma inquietante em seus gestos, como se cada decisão fosse cuidadosamente calculada. O ator consegue construir um antagonista perturbador sem recorrer aos exageros típicos do gênero.
A direção conduz bem as cenas de perseguição e utiliza a fotografia para ampliar a sensação de isolamento. Os cenários naturais colaboram para criar um ambiente hostil, onde qualquer erro pode significar a morte.
Por outro lado, o roteiro dificilmente surpreende. Muitas situações seguem caminhos previsíveis, e o espectador acostumado ao gênero consegue antecipar boa parte dos acontecimentos. Ainda assim, o filme mantém um ritmo consistente e evita cair na monotonia.
Outro aspecto interessante é a escolha de colocar praticamente todo o peso da narrativa sobre uma única protagonista. Diferente de muitos suspenses em que um grupo divide o protagonismo, aqui Sasha enfrenta praticamente sozinha toda a caçada. Essa decisão aproxima o filme de produções como **A Mãe**, protagonizado por Jennifer Lopez, em que uma única personagem conduz toda a tensão da história.
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## Reflexão Final
No universo da sobrevivência, existe um momento inevitável em quase toda caçada: aquele em que o predador percebe que escolheu a vítima errada.
**O Jogo do Predador** trabalha justamente essa inversão de poder. A caça aprende, adapta-se e reage, enquanto o caçador, acostumado ao controle absoluto, começa a perder o domínio da situação.
Talvez o filme não apresente nada realmente inovador, nem possua cenas destinadas a entrar para a história do cinema. Porém, entrega exatamente aquilo que promete: suspense, ação, boas interpretações e uma perseguição capaz de manter o espectador atento até os minutos finais.
**Mesmo seguindo uma estrutura já conhecida, *O Jogo do Predador* se destaca pela boa condução do suspense, pelo duelo convincente entre Charlize Theron e Taron Egerton e pela tensão constante da perseguição. Não reinventa o gênero, mas prova que uma execução competente ainda é suficiente para prender o público do início ao fim.**
Embora seja uma história meio insana, prende muito a atenção, cenas de tirar o fôlego, belíssima fotografia e atuações perfeitas. Ótimo suspense, do começo ao fim. A carne seca vendida na loja foi genial (Argh!).
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