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Caike Nunes
3 seguidores
124 críticas
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1,0
Enviada em 15 de julho de 2026
Materialistas (2025) – ⭐☆☆☆☆
Infelizmente, Materialistas não funcionou para mim. Eu esperava uma história mais envolvente, mas achei o filme bem chato do começo ao fim.
O roteiro não conseguiu me prender e, em vários momentos, senti que a história simplesmente não fluía. Mesmo com um elenco muito bom, não consegui me conectar com os personagens nem com o romance apresentado.
Foi um filme que não correspondeu às minhas expectativas e dificilmente assistiria novamente. Por isso, minha nota é 1 estrela.
O filme propõe tirar as máscaras e reconhecer o quanto alguns valore$ importam dentro de um casamento. Através da personagem principal, ele estabelece que casamento é um acordo comercial, uma forma de vestimento. Tomada dessa ideia, em seu trabalho ela sistematiza ainda mais o romance, facilitando encontro entre pessoas que mais correspondem interesses e afinidades em "check boxes" e porcentagens.
Mas quando ela encontra o seu date de investimento, ela percebe que o amor ainda faz parte dessa matemática. Ela aceita quem ela é e o que ela busca, mas vai dar uma chance para o lado emocional da coisa. É um pouco inocente, se pensar bem... ao mesmo tempo que realista por reconhecer certas fantasias da sociedade.
Em um estilo elegante e atuações um tanto retraídas, o filme desperta a curiosidade do espectador. Mas entre diálogos um tanto expositivos demais, acaba perdendo a força emotiva que poderia ter como em Past Lives.
Sinopse: Lucy é uma casamenteira de Nova York que se vê dividida entre Harry, um empresário romântico e misterioso e John, um ex-namorado que continua tentando equilibrar sua vida, mas desperta uma antiga paixão na mulher.
Crítica: "Amores Materialistas" apresenta uma proposta intrigante ao abordar o tema do amor através de uma lente crítica, questionando a estrutura da "indústria do afeto". O filme, que se desenvolve no contexto competitivo dos encontros em Nova York, lida com a construção de relacionamentos como se fossem transações financeiras, o que, por si só, oferece uma perspectiva contemporânea e relevante.
Apesar das boas intenções, a execução parece falhar em capturar a profundidade emocional que um triângulo amoroso naturalmente deveria evocar. A escolha de um tom mais blasé, embora intencional, pode levar a uma experiência cinematográfica que se torna superficial e, em alguns momentos, desinteressante. A própria performance de Dakota Johnson, ao ser considerada entediada, pode ressoar com a crítica à mercantilização do amor, mas também acaba afastando o público da conexão emocional desejada.
Embora Celine Song demonstre sua sensibilidade, herança de "Vidas Passadas", o resultado final pode decepcionar aqueles que esperam uma química vívida entre os personagens. A abordagem única do filme pode ser vista como um acerto ao desconstruir os clichés do romance convencional, mas também pode resultar em uma narrativa que não satisfaz as expectativas de um público ávido por emoção e intensidade.
"Amores Materialistas" se esforça para desafiar normas românticas comuns, porém, sua realização pode não ressoar plenamente com todos os espectadores, gerando imprecisões na entrega e na profundidade emocional.
O filme tenta construir uma crítica sobre interesses e outras questões relevantes, mas o resultado é completamente perdido. A proposta não se sustenta, a narrativa é confusa e o desenvolvimento acaba se tornando arrastado e chato, sem conseguir comunicar claramente o que pretende dizer.
Bom romance com um trio de stores muiti bem em cena com uma boa trilha sonora, ressalvas para alguns decisões de roteiro que não cabia. Mas fake sim a pena assistir.
Terminei o filme com a sensação de “mas que besteira foi essa”? A atriz principal demonstra um perfil emocional durante todo o filme e nos últimos momentos sem nenhuma razão ela muda completamente….
Em um filme que brilha pela excelência de seu elenco, atuações impecáveis que capturam as sutilezas da maturidade e da toxicidade com hipnotizante precisão, o roteiro tropeça fatalmente na verossimilhança, construindo uma dicotomia relacional instigante entre um amor idílico e harmonioso, que atende perfeitamente às expectativas mútuas, e um laço corrosivo onde a parceira humilha e manipula quem diz amar, ecoando dinâmicas abusivas reais que clamam por um desfecho inevitável de ruptura ou catarse. No entanto, o final trai essa narrativa com uma resolução conciliadora e ilógica, subvertendo a tensão acumulada e privando o público de uma reflexão autêntica sobre relacionamentos desequilibrados, transformando o que poderia ser um estudo incisivo em um drama romântico previsivelmente frustrante.
Infelizmente, essa produção não conseguiu me cativar. O roteiro apresenta fragilidades que comprometem o envolvimento do espectador, e a história, embora tivesse potencial, acaba se desenvolvendo de maneira bastante superficial. A sensação é de que faltou profundidade tanto nas motivações dos personagens quanto na construção do enredo.
Um filme interessante e inteligente, já era de se esperar, pois um filme da A24 não poderia ser diferente. Achei uma safadeza terem vendido como uma comédia romântica gostosa e terem entregado isso. Não é de todo mal, tem uma ótima premissa, figurinos bons e até uma trilha sonora cativante. Mas o roteiro vai se perdendo aos poucos, a protagonista vai ficando sem sal e os casais formados sem a menor química. Era melhor a Lucy ter ficado sozinha, faria mais sentido diante do recado que a diretora quis passar. Não entendi o motivo de não terem juntando o Sophie com o personagem do Pedro Pascal, eles seriam perfeitos um para o outro.
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