Média
2,0
174 notas
5
17 críticas
4
6 críticas
3
15 críticas
2
14 críticas
1
13 críticas
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Vi o filme e gostei, achei bem além das expectativas... Vim ver aqui depois as avaliações e vi q muita gente sequer entendeu o começo e julgaram o fim rsrsrsr
spoiler:
primeira parte, história real... Atriz principal doutoura real, criança humanoide feita para aprender ser "emocionalmente humana", fim da linha espaço acidente segunda parte nada mais real, apenas simulação agora com a Doutora criando a mãe "emocionalmente humana"
Concordo que o filme se entrega após os 40 minutos e quebra o suspense, mas se vê que isso foi feita com extrema consciência pelo diretor, ele não quis esconder... Ele quis mostrar.... Faltou um pouco pra esse filme ser algo a mais, mas mesmo sem isso é um filme muito bom e interessante que vale a pena assistir.
Concordo que o filme se entrega após os 40 minutos e quebra o suspense, mas se vê que isso foi feita com extrema consciência pelo diretor, ele não quis esconder... Ele quis mostrar.... Faltou um pouco pra esse filme ser algo a mais, mas mesmo sem isso é um filme muito bom e interessante que vale a pena assistir.
Pela capa, tenta mostrar um desastre de fim dos tempos; mas não entrega nada! A inundação deixa de ser o foco principal, e o contexto se perde; não deixando claro se é um experimento, sonho, IA. O filme se passa em um prédio, onde as cenas são sempre em degraus. Roteiro confuso, loop infinito e cansativo. Nada de interessante acontece. Serio, não perca o tempo de vocês.
Quiseram complicar um roteiro que era simples de se fazer. Agora quando misturou a idiotice da viagem no tempo o roteiro se perdeu.
Um pouco confuso, mas no geral gostei bastante da história e principalmente ali do finalzinho! Uma grande mulher
Esse filme não tem pé nem cabeça, não tem muita explicação pra muitas coisas e que te deixam bem confuso. É um filme com uma boa ideia, mas que não conseguiu colocar no papel.
Gostei. Começa fraco e até irritante mas depois vai melhorando e termina bem. Não é uma obra de arte mas vale...
Percebe-se que a ideia era muito boa, mas o filme se perde muito. A segunda metade faz qualquer um desistir do filme. E dois dos personagens principais tem 0 instinto de sobrevivência, irrita demais.
A Grande Inundação
Alguns filmes nascem cercados de expectativa. Seja pelo marketing, pelo elenco ou pela promessa de uma grande história. The Great Flood — conhecido em português como A Grande Inundação — chegou justamente assim: cercado de curiosidade e impulsionado pela presença de Kim Da-mi, atriz que chamou muita atenção em The Witch: Part 1. The Subversion (A Bruxa).
Lançado em 2023, com aproximadamente 110 minutos de duração, o filme tenta misturar ficção científica, suspense e drama de sobrevivência. A proposta parecia promissora: um desastre global, mistério científico e personagens lutando contra o tempo. Porém, na prática, o resultado acaba sendo bem mais irregular do que se imaginava.
Gêneros: Ficção científica, Suspense, Drama de desastre
Sequências: O filme não possui continuação confirmada.
Principais personagens e atores
Anna — Kim Da-mi
Hee-Jo — Park Hae-soo
易 Primeiras Impressões
Desde o início, A Grande Inundação tenta criar uma atmosfera de mistério e urgência. A ideia de um desastre climático que ameaça a humanidade poderia render um thriller intenso.
Mas conforme a narrativa avança, a sensação é de que o filme perde direção. O que parecia uma história linear e tensa começa a se fragmentar em repetições narrativas e momentos que confundem mais do que esclarecem.
O espectador passa boa parte do tempo tentando entender para onde exatamente a história está indo.
Enredo
A trama acompanha personagens tentando sobreviver a um evento catastrófico que coloca o planeta à beira do colapso. As águas avançam, cidades entram em caos e o tempo se torna o maior inimigo.
No centro da história está Anna, personagem interpretada por Kim Da-mi, que se vê envolvida em uma situação onde ciência, sobrevivência e decisões humanas se misturam.
Até a metade do filme, tudo indica que estamos acompanhando uma narrativa clara dentro de uma única linha do tempo. Porém, a partir de certo ponto, o roteiro começa a repetir eventos, criando uma estrutura confusa que quebra o ritmo da história.
O que deveria aumentar o suspense acaba causando desorientação narrativa.
里 História e roteiro
O maior problema do filme está justamente no roteiro.
A ideia central — um desastre global com possíveis manipulações temporais ou eventos repetitivos — poderia ser extremamente interessante. Mas a execução não consegue sustentar essa ambição.
As repetições de cenas e situações acabam tirando impacto da narrativa. Em vez de criar tensão, elas provocam uma sensação de estagnação.
Produção
A produção tenta apostar em uma atmosfera dramática e apocalíptica. O cenário de desastre é ambicioso e claramente pensado para criar impacto visual.
No entanto, o desenvolvimento da história não acompanha essa ambição, fazendo com que o filme pareça maior na proposta do que na execução.
Fotografia
A fotografia utiliza tons frios e ambientes carregados para reforçar a sensação de catástrofe e desespero. Em alguns momentos, o visual consegue transmitir bem o clima de fim do mundo.
Porém, em várias cenas os efeitos visuais não passam a confiança necessária para convencer totalmente o espectador.
Efeitos especiais
Os efeitos tentam representar a escala do desastre, com água dominando cenários e estruturas destruídas. Alguns momentos funcionam bem, mas em outros a execução parece irregular.
Para um filme centrado em um evento catastrófico, os efeitos deveriam ser um dos pilares da experiência — e infelizmente não atingem todo o potencial.
Atuações
Kim Da-mi continua demonstrando presença de tela e talento dramático. Sua atuação é, possivelmente, o ponto mais consistente do filme.
Já Park Hae-soo entrega uma performance sólida, mas o roteiro não oferece material suficiente para desenvolver plenamente seu personagem.
Entre tanta confusão narrativa, o elenco acaba fazendo o possível para manter a história de pé.
Filmes semelhantes
Quem gosta de filmes de desastre ou sobrevivência pode preferir obras mais bem estruturadas como:
The Day After Tomorrow — O Dia Depois de Amanhã
2012 — 2012
Snowpiercer — Expresso do Amanhã
Todos exploram catástrofes globais com narrativas mais sólidas.
⭐ Avaliação Final
A Grande Inundação tinha potencial para ser um grande thriller de desastre, especialmente com uma atriz promissora como Kim Da-mi no protagonismo.
Mas o roteiro confuso, as repetições narrativas e a falta de direção clara acabam prejudicando a experiência.
O filme começa despertando curiosidade, mas aos poucos perde consistência até deixar a sensação de que a história poderia ter sido muito melhor explorada.
Vale a pena assistir?
Apenas para quem gosta muito do gênero ou quer acompanhar o trabalho de Kim Da-mi.
⭐ Nota final: 4 / 10
Alguns filmes nascem cercados de expectativa. Seja pelo marketing, pelo elenco ou pela promessa de uma grande história. The Great Flood — conhecido em português como A Grande Inundação — chegou justamente assim: cercado de curiosidade e impulsionado pela presença de Kim Da-mi, atriz que chamou muita atenção em The Witch: Part 1. The Subversion (A Bruxa).
Lançado em 2023, com aproximadamente 110 minutos de duração, o filme tenta misturar ficção científica, suspense e drama de sobrevivência. A proposta parecia promissora: um desastre global, mistério científico e personagens lutando contra o tempo. Porém, na prática, o resultado acaba sendo bem mais irregular do que se imaginava.
Gêneros: Ficção científica, Suspense, Drama de desastre
Sequências: O filme não possui continuação confirmada.
Principais personagens e atores
Anna — Kim Da-mi
Hee-Jo — Park Hae-soo
易 Primeiras Impressões
Desde o início, A Grande Inundação tenta criar uma atmosfera de mistério e urgência. A ideia de um desastre climático que ameaça a humanidade poderia render um thriller intenso.
Mas conforme a narrativa avança, a sensação é de que o filme perde direção. O que parecia uma história linear e tensa começa a se fragmentar em repetições narrativas e momentos que confundem mais do que esclarecem.
O espectador passa boa parte do tempo tentando entender para onde exatamente a história está indo.
Enredo
A trama acompanha personagens tentando sobreviver a um evento catastrófico que coloca o planeta à beira do colapso. As águas avançam, cidades entram em caos e o tempo se torna o maior inimigo.
No centro da história está Anna, personagem interpretada por Kim Da-mi, que se vê envolvida em uma situação onde ciência, sobrevivência e decisões humanas se misturam.
Até a metade do filme, tudo indica que estamos acompanhando uma narrativa clara dentro de uma única linha do tempo. Porém, a partir de certo ponto, o roteiro começa a repetir eventos, criando uma estrutura confusa que quebra o ritmo da história.
O que deveria aumentar o suspense acaba causando desorientação narrativa.
里 História e roteiro
O maior problema do filme está justamente no roteiro.
A ideia central — um desastre global com possíveis manipulações temporais ou eventos repetitivos — poderia ser extremamente interessante. Mas a execução não consegue sustentar essa ambição.
As repetições de cenas e situações acabam tirando impacto da narrativa. Em vez de criar tensão, elas provocam uma sensação de estagnação.
Produção
A produção tenta apostar em uma atmosfera dramática e apocalíptica. O cenário de desastre é ambicioso e claramente pensado para criar impacto visual.
No entanto, o desenvolvimento da história não acompanha essa ambição, fazendo com que o filme pareça maior na proposta do que na execução.
Fotografia
A fotografia utiliza tons frios e ambientes carregados para reforçar a sensação de catástrofe e desespero. Em alguns momentos, o visual consegue transmitir bem o clima de fim do mundo.
Porém, em várias cenas os efeitos visuais não passam a confiança necessária para convencer totalmente o espectador.
Efeitos especiais
Os efeitos tentam representar a escala do desastre, com água dominando cenários e estruturas destruídas. Alguns momentos funcionam bem, mas em outros a execução parece irregular.
Para um filme centrado em um evento catastrófico, os efeitos deveriam ser um dos pilares da experiência — e infelizmente não atingem todo o potencial.
Atuações
Kim Da-mi continua demonstrando presença de tela e talento dramático. Sua atuação é, possivelmente, o ponto mais consistente do filme.
Já Park Hae-soo entrega uma performance sólida, mas o roteiro não oferece material suficiente para desenvolver plenamente seu personagem.
Entre tanta confusão narrativa, o elenco acaba fazendo o possível para manter a história de pé.
Filmes semelhantes
Quem gosta de filmes de desastre ou sobrevivência pode preferir obras mais bem estruturadas como:
The Day After Tomorrow — O Dia Depois de Amanhã
2012 — 2012
Snowpiercer — Expresso do Amanhã
Todos exploram catástrofes globais com narrativas mais sólidas.
⭐ Avaliação Final
A Grande Inundação tinha potencial para ser um grande thriller de desastre, especialmente com uma atriz promissora como Kim Da-mi no protagonismo.
Mas o roteiro confuso, as repetições narrativas e a falta de direção clara acabam prejudicando a experiência.
O filme começa despertando curiosidade, mas aos poucos perde consistência até deixar a sensação de que a história poderia ter sido muito melhor explorada.
Vale a pena assistir?
Apenas para quem gosta muito do gênero ou quer acompanhar o trabalho de Kim Da-mi.
⭐ Nota final: 4 / 10
Com certeza um dos piores filmes da década, uma verdadeira tortura, faltando apenas 18 minutos e eu tinha impressão de que o tempo tinha parado. Só fui até o final porque já tinha chegado até ali, mas pelo menos uma coisa é certa esse filme entrou para minha lista de filmes que jamais assistirei novamente, a menos que seja sob tortura.
No começo achei que seria somente um filme cliché que iria ter um fim cliché e ponto, mas o filme da uma reviravolta tremenda e acaba virando um liquidificador de conteúdo, pareceu interestelar com o espaço, aí virou açã com tiro e morte, aí do nada a gente descobre que são simulações estilo matrix enfim, uma verdadeira gororoba de conteúdo em 1h50. O filme tinha tudo pra ser ótimo mas o diretor quis adicionar tanta coisa talvez querendo agradar todo mundo ao mesmo tempo e ficou um trabalho bem meia boca, os efeitos especiais são incríveis, mas o gerenciamento do roteiro em si deixou a desejar...
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