Média
3,5
109 notas
5
11 críticas
4
5 críticas
3
9 críticas
2
4 críticas
1
7 críticas
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3 críticas
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Um filme que tem vários anteriores que já poderia finalizar, mas fizeram esse com menos apreço, colocando o excesso de gore como patamar maior, decepcionou um pouco.
Filme excelente, o final poderia ser melhor
Mais no geral 10/10
Foi simplesmente foda ver no cinema ️
Mais no geral 10/10
Foi simplesmente foda ver no cinema ️
Sim, é claro que o gênero terror esconde uma crítica social. Como eu disse, esconde. Este escancara. Eu não acho que estraga o filme, mas perde um pouco a graça. O filme é bom, mas dos recentes é o mais fraco (o sarrafo é alto, pois os dois últimos são filmaços).
Este filme é bom, porém não tem nada memorável.
Este filme é bom, porém não tem nada memorável.
Ninguém mata cachorro em filme de terror só de ter matado ganha minha desaprovação, podia matar qualquer pessoa, mas o animal não
A morte do demônio: em chamas é um filme de terror que contou com a direção e roteiro de Sébastien Vaniček. Na trama, Alice (Souheila Yacoub), uma mulher que perde o seu marido em um trágico acidente de carro. Logo após o sepultamento, Alice decide ficar um tempo na casa dos sogros em uma isolada casa de campo. Porém, o reencontro em família acaba virando uma tragédia inesperada. É inegável que a franquia sabe se renovar ao longo do tempo. E isso deu margem para o roteiro colocar novos elementos nesse novo filme. O roteiro nos apresenta Alice, uma francesa que está casada com Will (George Pullar), mas é um relacionamento altamente tóxico para a moça. Além disso, a mesma toma conta da contabilidade de um restaurante em que Will é dono. Após uma acalourada discussão, Will estava sob efeito do álcool e acaba se acidentando. O peso emocional sob Alice avança, pois ela ( e nem ninguém da família de Will) sabe que ele foi assassinado por um demônio. Esse peso de Alice já é visível dentro da família antes das mortes acontecerem. A mesma por ser uma estrangeira (francesa) , parece nao ser vista com bons olhos pela maioria dos membros da família, que a culpa por ter deixado Will sair bêbado com o carro. Logo, o caos se instala, pois os membros da família vao se contaminando a ponto de Alice ser a única em sã consciência. O roteiro vai oferecendo um aspiral de desespero. A aposto no gore é muito alta e dá certo, temos cenas que incomodam bastante, que vão de enfiar uma caneta dentro do ouvido a ponto de furar o tímpano até tirar a dentadura da vovó colocar na boca e por novamente na velha. A medida em que o filme avança isso vai ficando melhor e a tensão psicológica e física só aumenta. Praticamente toda as cenas sao dentro da casa de Joseph (Hunter Doohan), que é o irmão de Will e vale lembrar que a casa é dele. A ideia de focar a trama e violência dentro da casa ajuda a atmosfera de prisão. Apenar na metade final do filme é aue soubemos a razão do demônio está atacando a família: Joseph tem artefatos sagrados que seu avô colecionava em vida. E uma adaga interessa ao demônio. Porém, nem tudo sao flores no filme. Acredito que ficou faltando desenvolver melhor a mitologia, em especial dos artefatos. Outro ponto foi na forte aposta no gore que e derivado, na maioria dos casos, na luta corporal. Foi tao exagerado que parecia cena de Dragon Ball Z. Boa atmosfera, fechada, cinzenta e nevando, para na parte final trocar pelo vermelho intenso do incêndio na casa. Agradável suspresa por deixar um "retorno de Will" para o final. Poderia até ter usado mais cenas com ele. O demônio serve como uma ótima metáfora para mostrar as feridas de uma família "tradicional ". No mais, ao fechar os olhos para os demais filmes da franquia, poderiam dizer que esse filme teve mais acertos do que erros.
Nada de novo no front, sem inovações no enredo, apenas cenas mais pesadas. Mesmo assim diverte apesar da sensação de mais do mesmo.
Eu adorei o filme! Que se dane a história, se os personagens são fracos e a história rasa. Eu quero ver cenas boas, principalmente de gore e muita loucuragem. Me diverti demais. Acho que podia terminar no
spoiler:
momento que pega fogo na casa, aquele bicho de cgi não tinha porque existir,
mas tirando isso, achei excelente. Eu quero me divertir, não precisa ser profundo e blá-blá-blá.
mas tirando isso, achei excelente. Eu quero me divertir, não precisa ser profundo e blá-blá-blá.
DE LONGE O PIOR FILME DA FRANQUIA.
O filme até tem uma direção competente, bons efeitos e sim, consegue, por mais que bem pouco, te dar alguns sustos. Porém, desde que a franquia fez seu soft-reboot e quis abraçar o terror e o grotesco, não tinha um filme tão fraco.
O filme conta com atuações fracas que em nenhum momento passam verdade em cima da atuação. O filme corre para ir logo ao massacre e o gore e deixa mal explicado o contexto, a motivação e COMO CARALHOS EXISTE MAIS UM NECRONOMICON, algo que sem uma pesquisa aprofundada na internet, você fica perdido.
A Lore inicial sobre o avô dos personagens principais era interessante, era algo a ser desenvolvido e bem explicado, mas o filme abandona e deixa de lado para, quem sabe, explicar em um próximo filme. Outra parte abandonada pelo roteiro que deixou mal explicado e mal explorado foi a questão da "falta de luto" da esposa devido as agressões domésticas que sofria do marido e como a família odiava a nora e defendia o filho a qualquer custo, tal qual como filho mimado, mesmo sabendo o qual podre ele era.
A cena pós créditos é a admição de que eles não tinham um rumo para esse filme e precisaram recorrer ao anterior pra chamar atenção. Confesso que a cena inicial foi muito boa e é ela o gancho que te prende ao filme.
Evil Dead (2013) e Evils Dead: Rise (2023) foram filmes de terror competentes, que te deixa até com um certo medo através do grotesco, já esse filme, se preocupa de menos com o Gore e resume todas as mortes ao contexto do título: Chamas. Todos vão pegar fogo em algum momento.
Em resumo, uma história lenta, mal explicado, péssimas motivações e os arcos interessantes para o desenvolvimento do filme não foram bem explorados. Entrou para a minha lista final de piores do ano. 2 estrelas é uma nota até alta para o filme, mas a cena inicial vale a pena, o que me fez aumentar a nota.
O filme até tem uma direção competente, bons efeitos e sim, consegue, por mais que bem pouco, te dar alguns sustos. Porém, desde que a franquia fez seu soft-reboot e quis abraçar o terror e o grotesco, não tinha um filme tão fraco.
O filme conta com atuações fracas que em nenhum momento passam verdade em cima da atuação. O filme corre para ir logo ao massacre e o gore e deixa mal explicado o contexto, a motivação e COMO CARALHOS EXISTE MAIS UM NECRONOMICON, algo que sem uma pesquisa aprofundada na internet, você fica perdido.
A Lore inicial sobre o avô dos personagens principais era interessante, era algo a ser desenvolvido e bem explicado, mas o filme abandona e deixa de lado para, quem sabe, explicar em um próximo filme. Outra parte abandonada pelo roteiro que deixou mal explicado e mal explorado foi a questão da "falta de luto" da esposa devido as agressões domésticas que sofria do marido e como a família odiava a nora e defendia o filho a qualquer custo, tal qual como filho mimado, mesmo sabendo o qual podre ele era.
A cena pós créditos é a admição de que eles não tinham um rumo para esse filme e precisaram recorrer ao anterior pra chamar atenção. Confesso que a cena inicial foi muito boa e é ela o gancho que te prende ao filme.
Evil Dead (2013) e Evils Dead: Rise (2023) foram filmes de terror competentes, que te deixa até com um certo medo através do grotesco, já esse filme, se preocupa de menos com o Gore e resume todas as mortes ao contexto do título: Chamas. Todos vão pegar fogo em algum momento.
Em resumo, uma história lenta, mal explicado, péssimas motivações e os arcos interessantes para o desenvolvimento do filme não foram bem explorados. Entrou para a minha lista final de piores do ano. 2 estrelas é uma nota até alta para o filme, mas a cena inicial vale a pena, o que me fez aumentar a nota.
Filme fraco, o pior da série, sem dúvida. Tá mais para filme de luta do que de terror. As interpretações são ruins, não dá vontade de assistir até o fim.
A Morte do Demônio: Em Chamas (2026) tenta se passar por um filme de terror "profundo", mas entrega uma das experiências mais frustrantes e mal escritas do ano. O longa sacrifica completamente o mistério, o suspense e a mitologia que tornaram a franquia famosa para tentar forçar uma metáfora social óbvia, mastigada e sem qualquer roteiro é preguiçoso e trata o espectador como bobo. Desde os primeiros minutos, somos jogados em uma dinâmica familiar com personagens insuportáveis e irritantes, cujas atitudes desafiam qualquer lógica humana. Fica impossível sentir medo ou torcer pela sobrevivência de alguém quando todo mundo age de forma burra. Elementos cruciais da trama e do sobrenatural são jogados na tela sem nenhuma explicação de regras ou contexto, deixando furos enormes na histó piorar, o filme confunde choque gratuito com terror de verdade. Ao escrachar a criatura o tempo todo e apelar para um gore forçado e cenas de automutilação que beiram o ridículo e o patético, a direção quebra totalmente a imersão e destrói o peso da violência, gerando risadas de nervoso em vez de medo real. No final, para compensar a falta de competência em construir uma narrativa visual, o filme recorre a diálogos literais constrangedores para explicar sua própria mensagem. Um lixo pretensioso que não serve nem como um bom terror e nem como drama. Passe longe.
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