Pecadores
Média
4,1
950 notas

246 Críticas do usuário

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Luan Max
Luan Max

8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 13 de julho de 2025
A gente começa sem entender, é meio arrastada a história até chegar na “ação” ali pela metade do filme. Legalzinho. Tem duas cenas pós creditos. Só descobri pq fui ao banheiro e deixei rolando..
Murilo Soto
Murilo Soto

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de junho de 2025
FOTOGRAFIA SENSACIONAL, TRILHA SONORA MUITO BOA, MOSTRAR PROBLEMAS RACIAIS QUE TIVEMOS E NUNCA DEVEMOS ESQUECER DISSO, MUITO BOM, MAS SE QUERIAM INSERIR UMA FICÇÃO DE spoiler: VAMPIRO
, O ROTEIRO DEIXOU A DESEJAR, spoiler: UNS INDIOS APARECERAM EM UMA CENA DEPOIS NUNCA MAIS APARECEU DE NOVO
, SEI LA, PODIA SER UMA SERIE TALVES, DO NADA O NEGOCIO FICOU PRONTO PARA ABRIR, FALTOU.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de junho de 2025
Filme: Sinners: Pecadores @sinnersmovie Assistido: 15/6/25
Elenco: @michaelbjordan @haileesteinfeld @_milescaton_ @wunmimosaku @jaymelawson @lijumli @omarbensonmiller @theauthenticdelorylindo @nathanielarcand @jackoconnellove @lolakirke
Modelo: #suspense #ação
Duração: 2h 17m Ano: 2025
Minha opinião: Assistir a este filme me fez lembrar de “O Drink do Inferno” Clooney, Tarantino, Salma e Trejo, Um filme de 1996 e que considero estilo trash, também tendo Tarantino. Um filme Jordan, que faz 2 papeis no filme, Fumaça e Fuligem, como irmãos. Onde um e todo mais certinho calculista, pé no chão. O outro ja mais liberal, mulherengo, do jeitinho. Eles voltam de Chicago para terra natal no sul país, com uma boa grana e com projeto de abrir um local de dança, música e bebidas. E compram um barracão e fazem a preparação para abrir, contrata as pessoas em cada função, porteiro, cantor, pianista, barman, balconista,.... E pegam seu primo de 20 anos, cheio de sonhos que toca Blues. O filme retrata muito bem o periodo onde o racismo era bem contundente na época, tanto a existência da klux klan. E também a vida de miséria que todos viviam por serem explorados pelos fazendeiros, quase igual a escravos. E os irmão descobrem que isso é verdade na dia da abertura, quando viram o caixa e pouco que arrecadaram, pelo povo não ter dinheiro. Até que aparece Remmick um estranho e quer entrar na festa, porem ele é branco. Lembrando que Mary (Hailee) um jovem branca já havia entrado por ser uma Afair de um dos irmãos. Acabam expulsando Remmick antes que desse um problema, mas como precisavam de dinheiro, MAry vai atras para chama-los para entrar na bar. Mas ai ele morde ela, pois ele é um vampiro. Até aqui via o filme como um drama, mas quando vi o vampiro, brochei. Assisti até o final com todos sendo mordido ao estilo Drink. Porém no Drink é mais sangrento. Um dos irmão é mordido. Remmick e o bando que formou foi morto. Até chegar anos quando ja estão velhos e aparece o irmão e MAry, jovens e vampiros.
Vale apena assistir? Eu me decepcionei, mas a critica e muitos gostaram do filme.
Nota: tudo é bem produzido. 6
Walter Belian
Walter Belian

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de junho de 2025
vale a pena pelo Blues e pela luta contra segregação ... do meio pro final o filme muda completamente.
seria um ótimo filme, se não fosse por essa quinada.
participação especial de Buddy Guy (88 anos) ainda tocando e cantando muito.
spoiler: qlqr ref a Um Drink no Inferno, de Tarantino não é mera coincidência.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de junho de 2025
O filme é bom, tem uma boa fotografia e ambientação. As atuações do Michael B. Jordan foram boas também. Principalmente até o meio do filme. Aliás, os dois primeiros terços do filme são muito bons e nos deixam curiosos pra saber onde o roteiro vai nos levar. Apesar da narrativa ser bem insólita, ela funciona até então.

Porém, não gostei do terço final do filme. Achei que a trama desandou e que tudo se tornou meio galhofa, pastelão e forçado. A apresentação dos elementos, que de início serviu muito bem, começou a tomar o caminho negativo e clichê que a maioria dos filmes do gênero segue. Não acontece uma introdução, que a gente até esperava que ocorresse mesmo que tardiamente, e o roteiro simplesmente se perde. Até que desistimos e apenas aceitamos que o filme não é aquilo que esperávamos.

Como já mencionaram, o filme, em certo ponto, segue o gore e exageros de 'Um Drink no Inferno'. Certamente teve ele como referência, inclusive repetindo os mesmos erros.

Acredito que o filme prometeu ser sério e entregar bastante em boa parte do seu desenvolvimento, mas no final acabou entregando mais do mesmo. O seu final, na verdade, pra mim, foi bem decepcionante e inverossímil. Lógico que eu não espero verossimilhança nesse em filmes desse gênero, porém pelo menos um pouco de coerência cairia bem. Além dos efeitos visuais da batalha final serem bem ruins.

Aquela situação de confundir uma pessoa bêbada e run derramado com uma pessoa morta ensanguentada foi realmente um teste real para ver a inteligência e paciência do telespectador que, até aquele momento ali, ainda tinha esperança do filme soltar coisas boas. Se o telespectador passou dessa parte sem ser afetado, então realmente esse filme é para ele (e isso não é demérito, só uma constatação).

Para finalizar, a parte musical do filme, pra mim, até não foi um problema. Mas a trilha sonora do Ludwig Göransson, que eu costumo gostar muito nos filmes, dessa vez não achei tão boa.
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de junho de 2025
Filme bem bom , o começo é lento , mas depois da primeira hora a parada fica Tensaaa,,, eletrizante que te prende até o último segundo de filme !! Assistam !!!!
Francisco Marinho
Francisco Marinho

3 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de junho de 2025
Filme bom. Começou muito bem desenvolvendo os personagens, começou a desenvolver uma história, mas no meio acabou atropelando alguns atos e se perdeu.

Em resumo era um filme que prometeu muito no inicio que teve um final apressado.

No geral 3/5
João Pedro Ramos Pereira
João Pedro Ramos Pereira

16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de maio de 2025
A noite pertence aos Pecadores
Ambientado no Mississipi da década de 1930 perante a segregação racial. Com o objetivo de se afastar de uma vida conturbada de crime e violência, os gêmeos Fumaça e Fuligem (Michael B. Jordan) retornam para sua cidade natal buscando um recomeço, criando um clube, onde tentam, pelo menos por uma noite, serem livres. Contudo, descobrem que um grande mal está pairando sobre eles, que irá reacender seus traumas e medos mais profundos.
Ryan Coogler, conhecido por "Creed - Nascido para lutar" e "Pantera Negra", constrói em sua narrativa, um cruzamento entre o sobrenatural, resistência, terror e, surpreendentemente musical, pode parecer temas que não se encaixam, não é? Porém, o diretor junto à sua equipe, alcançaram esse feito, tornando o filme um dos mais peculiares dessa década, no bom sentido.
Por meio de uma ambientação impecável, somos levados a um Estados Unidos totalmente diferente dos dias atuais de maneira instantânea, além de se familiarizarmos com aquela região, também conhecemos um pouco de suas fortes raízes, como a dinâmica religiosa e principalmente a musical, o "Blues".
Um dos pontos essenciais do filme é a música, não apenas como uma mera função técnica, mas que diáloga especialmente com nossa noção de pertencimento e conexão. Ao longo de todo o filme, percebemos que nenhum personagem está verdadeiramente livre; todos estão presos a algo, seja questões românticas, socias ou raciais, sendo a música, o escape. A música nos conecta a quem realmente somos, rasgando máscaras, despertando memórias, acalmando dores ou nos confrontando com verdades que tentamos evitar, ela é nosso elo entre a raiz ancestral e o fruto contemporâneo, nossa conexão com o ser e o povo.
Como uma peça tão fundamental da obra, a trilha sonora se destaca, uma composição magistral de Blues com pitadas ancestrais, algo característicos do compositor Ludwig Göransson (Oppenheimer, Pantera Negra e Tenet), presente em "Pantera Negra e Wakanda Para Sempre", que mais uma vez, não desaponta. A trilha sonora é como uma extensão do roteiro, acentuando momentos de tensão, horror, desejo e paz.
Em uma narrativa onde nada é pelo acaso, Ryan Coogler apresenta diversas críticas, sutis e outras alarmantes, temáticas como resistência, memória e pertencimento que são bem perceptíveis por toda a história. Temáticas essas que são como raízes, que sustentam todo o filme, presentes em cada conversa e situação, tornando cada diálogo, uma pérola a parte. Muito por parte de um elenco repleto de carisma e talento, como Michael B. Jordan, que em um difícil trabalho, conseguiu fazer dois personagens completamente diferentes. Enquanto Fumaça, um homem mais frio e calculista, porém que carrega consigo uma grande dor, a perda prematura de um ente querido, Fuligem é mais descontraído e emocionado, e leva em seu coração, um amor por alguém que a sociedade não tem bons olhos. Ambos representam uma resistência.
Outro personagem que ficou escondido nos materiais promocionais e que proporciona um papel fundamental na obra, é o Sammie, interpretado brilhantemente por Miles Caton, que em seu primeiro papel, trouxe uma performance incrível, sendo responsável pelas melhores cenas da obra, protagonizando uma em específico, e sintetiza tudo aquilo o que a música deve significar.
Um dos tópicos e provavelmente o grande chafariz, os grandes antagonistas da narrativa, os vampiros. Forças poderosas e antropofomizadas da natureza, cujo objetivo é tomar sua alma e sua cultura, exatamente o que você leu, cultura! Nesta narrativa, além de comentários críticos e filosóficos, também estão presentes muitas metáforas, e os vampiros são uma delas. Os vampiros desempenham ótimas cenas, transitando pelo horror do imaginário e o ciclo de violência tão presente na história americana, mostrando que o mal está presente sutilmente em todo lugar. O destaque vai para Remmick (Jack O'Connell), o vampiro catalizador, que utilizará de manipulações e tentações para adentrar e tomar para si aquilo que o tornar humano, a conexão com sua origem. Todavia, é um espelho de uma cultura dominante que, para sobreviver, precisa consumir e apagar tudo o que possa ser diferente. São a encarnação de um sistema que não aceita o outro como ele é, e prefere roubar sua identidade até que não reste mais resistência, apenas submissão.
Em síntese, "Pecadores" se destaca ao construir uma narrativa que inteligentemente cruza o horror do imaginário, por meio do sobrenatural, com um colonialismo simbólico e a busca por um lugar a pertencer, relatando resistência e valorização em suas cenas, apesar de alguns pontos narrativos carecem de mais desenvolvimento. Utilizando-se da música como um incrível e surpreendente recurso narrativo, sendo a ponte entre nossas conexões com passado, presente e identidade, traçando paralelos históricos e reivindicando aquilo que é nosso por direito. "Pecadores" é uma experiência marcante e muito necessária.
Lua Damas
Lua Damas

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de abril de 2025
Pecadores (2025) é um filme que, à primeira vista, impressiona pelo enredo ambicioso e cinematografia digna de premiações internacionais. A direção ousada, o ritmo bem construído e as atuações intensas poderiam facilmente ter levado o longa a disputar prêmios de prestígio como o Oscar. No entanto, uma escolha absolutamente desastrosa compromete todo o potencial da obra: a forma grosseira, desrespeitosa e racista com que a religião da Umbanda — tradição de raízes negras e profundas conexões com a história afro-brasileira — é tratada.

A decisão dos roteiristas e da direção de associar elementos da Umbanda à invocação de vampiros, caracterizados como "demônios", é não apenas uma interpretação irresponsável, mas uma agressão cultural. A Umbanda é uma religião que promove a paz, a caridade, o amor e o acolhimento. Vinculá-la a forças do mal em uma alegoria rasa e preconceituosa revela ignorância e perpetua estereótipos extremamente danosos que há séculos são usados para marginalizar religiões de matriz africana.

Não se trata aqui de "liberdade artística" — trata-se de racismo religioso. É lamentável ver um filme com tamanha qualidade técnica e narrativa optar por reforçar preconceitos em vez de elevá-los. Ao ouvir cânticos da Umbanda usados como "chamados de demônios", o espectador minimamente informado sente um misto de indignação e vergonha alheia. Essa escolha de roteiro é ofensiva, mal pensada e, sobretudo, desrespeitosa com milhões de praticantes.

O universo vampiresco tem um enorme potencial para metáforas inteligentes sobre vício, morte, desejo e marginalização — mas ao usar uma religião real e viva para alimentar o horror, Pecadores perdeu a oportunidade de criar um universo ficcional independente e inovador.

Pontos positivos:

A construção de mundo é rica e instigante, com um trabalho de ambientação impecável.

O roteiro, fora o grave erro temático, é envolvente, com reviravoltas bem planejadas e personagens complexos.

As atuações, especialmente dos protagonistas, são extremamente fortes e convincentes.

A trilha sonora e a fotografia são de altíssimo nível, criando uma atmosfera que oscila habilmente entre o épico e o sombrio.


Conclusão: Pecadores (2025) é uma obra que poderia ter sido histórica no cinema contemporâneo. Contudo, ao tropeçar feio na insensibilidade cultural e reforçar preconceitos religiosos, transforma-se em um exemplo de como um erro ético pode arruinar todo o valor artístico de um filme. O talento e a qualidade estão lá, mas foram ofuscados por uma escolha irresponsável, que jamais deveria ter passado despercebida em pleno 2025.
Uaiigomes
Uaiigomes

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de abril de 2025
Bom filme. Mas, perdeu uma boa oportunidade de ser perfeito. O plot dos vampiros foi clichê brochante, um filme denso que virou a Buffy caça vampiros. Poderiam explorar outros mitos que permeiam o racismo, como rituais, ou mesmo a história dos zoombies. Não dá perspectiva da 'magia negra' racista, mas de como os negros eram objeto de experiência por brancos escravagistas para trabalhar mais. Perdeu uma oportunidade de realmente inovar, mas ainda é um bom filme.
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