Retornamos mais uma vez a uma das franquias mais renomadas de terror, que até então não tinha nenhum filme ruim (ao meu ver, somente filmes mais fracos). Mas aqui, pela primeira vez tivemos um filme ruim, conseguindo ter uma história pior que a de Pânico 3, que até então era o mais fraco de toda a franquia.
A história se viu muito prejudicada após a saída de Melissa Barrera e Jenna Ortega, que eram as protagonistas da, até então, nova trilogia. Infelizmente é uma pena não podermos ver o desenrolar dessa trama.
Aqui, a trama tenta recolocar Sidney como protagonista, e até se sai bem com isso, introduzindo também sua filha à trama. Ele começa contando bem a história, com assassinatos bem violentos e marcantes, sendo um dos que tem mortes mais brutais e gráficas da franquia, porém com o desenrolar da história parece que isso foi somente um artifício para desviar a atenção de um roteiro bem fraco e preguiçoso, quando chegamos no terceiro ato do filme e nos é revelado o verdadeiro assassino, só conseguimos ter a sensação de que aquilo foi uma decisão bem desesperada, mediante a tudo que a franquia passou nesse último ano. Um ghostface com uma motivação risível, com um segundo assassino menos motivado ainda. Até tenta inovar com uma subtrama falando sobre o perigo da IA, porém fica tão rasa que é praticamente insignificante, e caso fosse retirada do filme não faria falta alguma.
Em resumo, aqui temos oficialmente o primeiro filme ruim de Pânico, que tenta como último suspiro engrenar pela 4ª vez uma nova turma para continuar o legado dos filmes (que já estava praticamente definida desde Pânico 5), mas que caso siga neste rumo, só jogará a franquia no esquecimento.