Pânico 7
Média
3,1
250 notas

101 Críticas do usuário

5
19 críticas
4
13 críticas
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20 críticas
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27 críticas
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Thiago Petherson
Thiago Petherson

169 seguidores 274 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de abril de 2026
Temos que admitir que a fonte secou. O filme é ruim.

Os últimos filmes estão sofríveis. Estão mantendo uma narrativa desgastada. Parece que estamos em um looping filmes ruins nessa franquia. Tem faltado ideias para esses roteiristas. Tentaram incluir o hype do momento, IA, mas ainda assim não deu certo. Banalizaram a Final Girl...

Pra mim, a franquia foi muito boa até o seu terceiro filme. O quarto filme ainda é aceitável. Mas os demais foram ruins. Pensar em um remake ou reboot até vai. Agora, pra continuações, não dá mais.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

28 seguidores 537 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de agosto de 2026
"Pânico 7" apresenta uma fatura que parece exagerar na nostalgia, sem conseguir trazer algo realmente novo à mesa. Ao revisitar personagens clássicos e cenários já conhecidos, o longa parece vestir um manto de fan service que acaba obscurecendo a originalidade. O que poderia ser uma oportunidade para renovar a franquia se transforma em uma repetição quase sem ideias frescas, levando o espectador a uma jornada previsível.

Além disso, a tentativa de integrar temas contemporâneos como Inteligência Artificial e deep fakes se mostra rasa, resultando em um roteiro que não aprofunda suas reflexões e acaba não capturando a complexidade dessas questões. Isso fragiliza a narrativa e a faz parecer mais como um recurso do que uma contribuição significante para a trama.

Por outro lado, a atuação de Neve Campbell como Sidney Prescott é um ponto de destaque, trazendo uma profundidade e uma carga emocional que se destacam em meio a um enredo confuso. Sua performance oferece um vislumbre do que "Pânico" poderia ter sido se tivesse se arriscado mais em novas direções, ao invés de se apoiar em velhos clichês. O filme poderia ter se beneficiado de um enredo mais atraente e inovador.
Thomas bryan Da Silva
Thomas bryan Da Silva

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de março de 2026
Realmente o filme é bom, só q oq quebra é q o final foi meio sem sentido, a motivação dos Ghostfaces é sem sal, colocaram personagens "figurantes" pra serem os Ghostfaces, mais tirando isso, o filme em si é MUITO bom, mesmo eles trazendo a trama de IA, isso foi envolvente até, só q por mim ainda seria melhor se colocassem o stu como Ghostface e trazerem algum que possa estar vivo para o filme como mickey altieri, jill roberts, etc.
Mais tirando isso, o filme é uma nota 7,5 - 8,1
Ricardo L.
Ricardo L.

63.323 seguidores 3.245 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de abril de 2026
Mais una obra vazia e repetitiva de um filme que já deu, que não se reinventa! Falta história e carisma.
Nelson J
Nelson J

51.056 seguidores 1.987 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2026
Tem que ser muito fã da franquia e ter ótima memória. Muita carnificina e muitos vilões. Muitas pistas falsas, mas também verdadeiras em algum sentido.
Jackson A L
Jackson A L

13.714 seguidores 1.248 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de março de 2026
Depois de "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)" ser uma tremenda porcaria, esse aqui também é uma baita bomba, com assassinos sem identidade e personalidade, motivações as mais estúpidas possíveis, as cenas de lutas são bizarras, chega a lembrar de "Os trapalhões". Uma porta de vidro trancada de um estabelecimento comercial onde nem tentar quebrar o vidro, a menina que ergue um extintor pesado e acerta o rosto do assassino na maior facilidade, etc.
spoiler: O pior de tudo é conseguir chegar ao final e descobrir que os Ghostfaces são tão irrelevantes que um deles, nem lembrava quem era kkk
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.176 seguidores 990 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de março de 2026
Mais do mesmo, dessa vez em família. O ponto positivo é sempre a continuidade do roteiro, mas não tem mais elementos pra inovar, gerando um tipo de sarcasmo até mesmo do elenco.
NerdCall
NerdCall

69 seguidores 517 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2026
Depois das polêmicas que abalaram os bastidores e colocaram em dúvida o futuro da franquia, Pânico 7 surge como uma tentativa clara da Paramount Pictures de recolocar a saga nos trilhos. A estratégia é evidente: jogar no seguro. Trazer nomes conhecidos, recolocar Sidney Prescott no centro da narrativa e apostar em uma história mais íntima, agora com foco em sua família.

O resultado é um filme que funciona durante boa parte do percurso. Tem ritmo, tem violência, tem energia. Mas, ao apostar excessivamente na nostalgia como sustentação dramática, entrega um dos desfechos mais anticlimáticos da franquia iniciada em 1996. E esse final frágil compromete diretamente a experiência que, até então, vinha sendo conduzida com competência.

O sétimo capítulo nasce em meio a uma reformulação quase completa. Após a demissão de Melissa Barrera e a saída de Jenna Ortega, o projeto precisou se reorganizar. A solução encontrada foi simbólica: trazer de volta Kevin Williamson, roteirista fundamental na consolidação da franquia. Ele escreveu o primeiro, o segundo e o quarto filme. Agora assume a direção em sua segunda experiência atrás das câmeras.

Isso naturalmente gerou dúvidas. Como ele se sairia na direção? Como o filme se posicionaria depois do sucesso do “soft reboot” dos capítulos cinco e seis? E, principalmente, como lidar com a promessa de retornos de personagens considerados mortos, especialmente a sombra de Stu Macher, constantemente evocada ao longo da campanha e da narrativa?

A resposta inicial parece segura: voltar às raízes. Menos foco na nova geração, mais foco em Sidney. A protagonista, ausente no sexto filme, retorna agora como mãe e esposa. Essa mudança cria um terreno fértil para explorar sua evolução desde os eventos traumáticos do passado. Ao menos na teoria.

O primeiro arco é eficiente. O filme mantém a tradição da franquia com uma cena de abertura longa, tensa e brutal, culminando no primeiro encontro com Ghostface. É uma das melhores aberturas da saga, deixando claro que este será um capítulo mais violento. O gore retorna com força: não apenas sangue, mas vísceras e órgãos expostos. Há uma intenção clara de mostrar um assassino mais agressivo e imprevisível.

Em paralelo, o roteiro rapidamente situa Sidney em sua nova realidade. Ela é reconhecida por todos, carrega o peso da própria história e vive sob a constante lembrança do que sobreviveu. A dinâmica com a filha é o principal elemento novo. A jovem não compreende totalmente o trauma da mãe e, ao mesmo tempo, sofre a pressão de ser “filha da Sidney”. Essa tensão é interessante, ainda que pouco aprofundada. O filme estabelece essa relação, mas raramente a desenvolve além do necessário para sustentar o conflito imediato.

Aqui surge uma primeira contradição que o próprio filme precisa equilibrar: ele tenta humanizar Sidney e aproximá-la emocionalmente do público, mas ao mesmo tempo a transforma quase em uma máquina de combate. Ela enfrenta o assassino sem hesitar. O medo, que antes era o motor da personagem, agora se desloca para a proteção da família. Essa mudança funciona como senso de urgência, mas também gera conveniências no roteiro, especialmente quando apenas Sidney e sua filha parecem capazes de reagir com eficácia ao assassino, enquanto os demais personagens são facilmente dominados.

O segundo arco mantém um ritmo ágil. O filme não perde tempo com contemplação. Há um núcleo grande de personagens, o que deixa evidente a função de muitos deles: servir como suspeitos e, eventualmente, vítimas. Alguns não recebem qualquer desenvolvimento antes de serem descartados. Ainda assim, as cenas de ataque são bem conduzidas. Williamson cria boas ambientações nos momentos de tensão, aproxima a câmera da protagonista e mantém o espectador envolvido.

O problema começa quando a nostalgia passa de elemento complementar para sustentação central. O roteiro insinua o retorno de Stu Macher, flerta com a ideia de que ele estaria vivo, sugere manipulações com deepfake e brinca constantemente com a obviedade. O filme aponta culpados, desmente, aponta novamente, e assim segue por quase toda a duração. A intenção é clara: enganar o público.

Mas aqui há outro impasse. O público de Pânico já conhece as regras do jogo. A tentativa excessiva de despistar acaba criando o efeito contrário. Ao perceber o jogo de falsas pistas, o espectador começa a procurar soluções fora do núcleo mais óbvio. A revelação, que deveria surpreender, torna-se previsível por exclusão.

Quando finalmente chegamos ao terceiro arco, a promessa construída pela nostalgia não encontra sustentação. Os assassinos revelados têm motivações rasas. O confronto final carece de impacto emocional. Depois de insinuar uma conexão grandiosa com o passado de Sidney, o desfecho entrega vilões periféricos, cuja presença não carrega o peso simbólico prometido.

O filme passa boa parte do tempo preparando o terreno para um grande embate com o legado da franquia, mas não cumpre essa promessa. A revelação não conversa com a dimensão que foi sugerida. O resultado é um encerramento anticlimático, talvez um dos mais fracos da saga.

Isso não invalida completamente o percurso. O ritmo é bom. As mortes são inventivas. A violência tem impacto. A ambientação funciona. Há entretenimento genuíno em muitos momentos. Mas a sensação final é de que o filme queria ser maior do que conseguiu ser. Ao tentar entregar nostalgia, surpresa e reinvenção ao mesmo tempo, acaba não aprofundando nenhuma dessas frentes.

Pânico 7 evidencia uma franquia que tenta sobreviver apoiando-se no próprio passado. Ao trazer Sidney de volta ao centro e apostar em retornos simbólicos, o filme acena diretamente ao fã. O problema é que nostalgia, sozinha, não sustenta um grande final.

Kevin Williamson consegue conduzir um filme ágil, violento e, em muitos momentos, divertido. Mas encontra dificuldades claras em fechar sua própria proposta. A tentativa constante de enganar o público esvazia o impacto da revelação. O desfecho, que deveria ser o ponto alto, transforma-se em obstáculo.

No fim, o sétimo capítulo parece usar todas as cartas disponíveis, retornos, fan service, violência ampliada, e ainda assim demonstra falta de fôlego para renovar a franquia. É um filme que funciona no caminho, mas tropeça na chegada. E em uma saga que sempre dependeu da força de sua revelação final, isso pesa mais do que qualquer cena bem construída ao longo da jornada.
Myn
Myn

26 seguidores 274 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de abril de 2026
Gostei do filme. Fez uma abordagem interessante com o uso da IA e trouxe personagens antigos dos outros filmes. As cenas de mortes foram pesadas em algumas partes. Não tem como o filme fugir muito do outros, pois a ideia sempre vai ser a mesma:
- mortes
- Grupo de pessoas envolvidas
- Suspeitos dentro desse grupo
- um final desvendando o mascarado.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

24 seguidores 452 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de março de 2026
Tirando as atitudes completamente burras/ingênuas da filha da protagonista e o fato de os vilões parecerem "inquebráveis", o filme é muito bom. Senti adrenalina do início ao fim e errei todos os meus palpites hahah
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