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Natália Moraes Barbosa
1 crítica
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0,5
Enviada em 23 de março de 2026
Sinceramente, o filme é pessimo! filme não tem sentido do começo ao fim, são Ghostface que são seres totalmente resistentes e inabalaveis, personagem SONSA que não queria nem uma tensão além de estresse por roteiro porcaria, mortes ridiculas de irreais. Além de tudo, para piorar, os Ghostface são pessoas que não fazem sentido algum.
Filme “bom” te mantém ligado no filme , porém achei fraco a conexão com os personagens , muitas mortes , quando o personagem tava se desenvolvendo, era assasinado . O motivo tbm para os assassinatos ficou muito vago
Depois de "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025)" ser uma tremenda porcaria, esse aqui também é uma baita bomba, com assassinos sem identidade e personalidade, motivações as mais estúpidas possíveis, as cenas de lutas são bizarras, chega a lembrar de "Os trapalhões". Uma porta de vidro trancada de um estabelecimento comercial onde nem tentar quebrar o vidro, a menina que ergue um extintor pesado e acerta o rosto do assassino na maior facilidade, etc. spoiler: O pior de tudo é conseguir chegar ao final e descobrir que os Ghostfaces são tão irrelevantes que um deles, nem lembrava quem era kkk
otimo passatempo, mas mesma coisa de sempre, tu realmente sabe o que vai acontecer kkkk não te prende a tela. O lado bom mesmo é que vem o todo mundo em Pânico junto.
Poucas franquias de terror conseguiram sobreviver a tantas décadas mantendo relevância cultural quanto Scream 7, conhecido no Brasil como Pânico 7. Lançado em 2026, com cerca de 114 minutos de duração, o filme tenta novamente equilibrar nostalgia e renovação — algo que a saga vem tentando fazer desde que o terror pós-moderno nasceu com Scream em 1996.
Gêneros: Terror, Suspense, Slasher, Mistério
A franquia sempre se destacou por brincar com as próprias regras do gênero. Porém, após tantos capítulos, surge uma pergunta inevitável: até onde uma franquia pode ir antes de começar a repetir a si mesma?
Principais personagens e atores
Sidney Prescott — Neve Campbell
Gale Weathers — Courteney Cox
Chad Meeks-Martin — Mason Gooding
Mindy Meeks-Martin — Jasmin Savoy Brown
Hannah Prescott — filha de Sidney, nova geração da história
Nesta nova fase da franquia, o retorno de Sidney sugere também uma tentativa de passar o bastão para uma nova geração, possivelmente representada por sua filha Hannah.
Curiosamente, o filme também chama atenção pela ausência de personagens centrais dos capítulos recentes, como os vividos por Jenna Ortega e Melissa Barrera, que pareciam ser o futuro da franquia.
易 Primeiras Impressões
Pânico 7 aposta novamente na fórmula que tornou a saga famosa: mistério, paranoia e múltiplos suspeitos.
Mas desta vez o filme tenta elevar o jogo ao apresentar não um, mas três Ghostfaces, criando um quebra-cabeça mais complexo para o espectador.
A pergunta central continua a mesma que acompanha a franquia há décadas: quem está por trás da máscara?
Enredo
A história retorna ao universo marcado por assassinatos brutais cometidos pelo misterioso Ghostface.
Enquanto a trama tenta confundir o espectador com vários possíveis suspeitos — Tatum, Jessica, Lucas, Chad, Ben e Mindy — a narrativa conduz o público por pistas falsas e revelações inesperadas.
Ao mesmo tempo, o filme resgata elementos do passado da franquia, incluindo referências a Stu Macher, personagem clássico do primeiro filme.
Um vídeo surge sugerindo que ele poderia estar de volta, levantando dúvidas sobre seu destino e alimentando teorias dentro da própria narrativa.
No entanto, a revelação final acaba envolvendo personagens menos esperados ligados a um hospital psiquiátrico — incluindo um paciente e um supervisor do local — além de uma figura aparentemente esquecida na trama.
里 História e construção narrativa
A estrutura segue o modelo clássico da franquia:
apresentar vários suspeitos
induzir o público ao erro
revelar múltiplos assassinos no terceiro ato
O problema é que, após tantos filmes, esse mecanismo começa a ficar previsível.
Mesmo assim, o roteiro ainda consegue gerar momentos de tensão e brincar com as expectativas do público.
Produção
A produção aposta fortemente na nostalgia.
Trazer Neve Campbell de volta ao centro da história é uma escolha claramente estratégica, especialmente para fãs que acompanharam a franquia desde os anos 90.
Por outro lado, essa decisão também cria um conflito: a saga parece querer seguir adiante, mas ao mesmo tempo continua voltando ao passado.
Fotografia
A fotografia mantém o estilo sombrio e urbano característico da franquia.
Ambientes escuros, corredores silenciosos e enquadramentos fechados ajudam a criar a atmosfera de paranoia constante.
Efeitos especiais
Os efeitos são discretos, focando principalmente na violência estilizada típica do gênero slasher.
Nada extremamente inovador, mas suficiente para manter o clima brutal esperado de um filme da série.
Atuações
Neve Campbell retorna como Sidney Prescott, agora claramente mais madura. Ainda transmite força e determinação, embora o tempo já esteja visível em sua presença na tela.
Courteney Cox continua interpretando Gale Weathers quase como uma “anjo da guarda” da franquia — sempre aparecendo nos momentos decisivos.
Já a personagem Hannah passa por uma transformação interessante: começa como alguém aparentemente frágil, mas evolui ao longo da narrativa até se tornar uma verdadeira sobrevivente.
Filmes semelhantes
Quem gosta de Pânico 7 provavelmente também aprecia franquias clássicas do terror slasher como:
Friday the 13th — Sexta-Feira 13
I Know What You Did Last Summer — Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado
Final Destination — Premonição
Scary Movie — Todo Mundo em Pânico
Todas franquias que também enfrentaram o desafio de continuar se reinventando ao longo dos anos.
⭐ Avaliação Final
Pânico 7 tenta manter viva uma franquia que já atravessou gerações.
O filme funciona como entretenimento e ainda consegue criar tensão em alguns momentos, mas também deixa claro que a saga começa a se apoiar demais em nostalgia e reviravoltas cada vez mais complexas.
Mesmo assim, o final deixa portas abertas para novas continuações — e tudo indica que o passado da franquia ainda não terminou.
Vale a pena assistir? Sim, especialmente para fãs da saga Pânico e do terror slasher clássico.
Pânico 7 chega com uma proposta clara de “remember”, resgatando a essência dos primeiros filmes e reconectando a história às suas origens. O roteiro é bem estruturado e aposta no retorno de elementos clássicos, incluindo referências diretas ao início da franquia e personagens que realmente fizeram parte da construção original da trama.
O destaque fica para o retorno de Sidney Prescott, agora em uma nova fase, trazendo uma camada mais emocional com a presença de sua filha e o medo constante de reviver os traumas do passado. Isso dá ao filme um tom quase de encerramento, como se estivesse fechando um ciclo importante da saga.
As cenas de morte seguem o padrão da franquia, mas com alguns momentos mais impactantes — especialmente a abertura, que já entrega um choque inicial forte. Ainda assim, o equilíbrio entre tensão e certo humor característico continua presente.
Depois de tentativas de mudança de foco nos filmes anteriores, Pânico 7 acerta ao resgatar a essência da franquia. No geral, é um dos capítulos mais completos e satisfatórios, funcionando quase como um fechamento digno para a história. Um filme envolvente, bem amarrado e, sem dúvida, um dos melhores da saga.
o filme e bem tenso a todo momento porem o final e ruim. os assassinos são pessoas que quase n aparecerão e n foram desenvolvidas. e o uso da ia e ate bom porem n foi bem usada
"Esperar por um filme que marcou gerações e receber uma entrega morna é frustrante. Pânico 7 tinha tudo para consolidar a nova fase da franquia, mas se perdeu completamente nos bastidores e entregou uma experiência arrastada. O que antes era sinônimo de suspense e metalinguagem inteligente, agora parece um 'caça-níquel' sem criatividade. A saída das protagonistas Sam e Tara deixou um buraco que a nostalgia da Sidney Prescott, sozinha, não consegue tapar. O filme tenta se escorar no passado porque não tem coragem de criar um futuro novo. A sensação é de um filme 'remendado'. Onde deveríamos ter tensão, temos diálogos expositivos e uma trama que não anda. Para quem viveu o impacto dos primeiros filmes de Wes Craven, ver o Ghostface se tornar previsível e a história se tornar uma chatice é um golpe duro. A franquia que definiu o gênero slasher hoje parece estar apenas pedindo para ser aposentada."spoiler:
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