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Jessica Dias
1 crítica
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0,5
Enviada em 27 de outubro de 2024
Sofrível! Difícil terminar de ver. Não contou a real história, quem não acompanhou o caso na época não vai saber quem foi o Maníaco. Cortes de cenas ruins. Sabemos mais da vida da jornalista fictícia do que do Maníaco
Só gostei da atuação de Silvero Pereira, porém ele ficou de coadjuvante. Apesar das críticas negativas, ainda quis assistir so filme, porém me arrependi. Dá preguiça de chegar até ao final. Tinha tudo para ser bom, mas infelizmente não souberam trabalhar o produto. Achei que passou dos limites o papel dessa jornalista, creio que a confundiram com uma delegada. A parte do filme a qual gostei, foi quando começou com a frase " fatos reais " e quando acabou com as "informações recentes". Apenas.
Ao longo de todo o filme, mais aparece a jornalista ao próprio assassino. Isso pode ter sido uma tentativa de impedir de criarmos "empatia" pelo Maníaco. Porém, eu senti que estava assistindo um filme sobre a história da jornalista, não do assassino em si. Ou seja, o filme simplesmente não cumpre o seu papel. Além disso, algo que me irrita - e MUITO - em filmes do gênero é que sempre pecam em retratar o assassino como um ser animalesco, não-humano. Nesse filme certamente não foi diferente. Tentaram tanto desumanizar o assassino que ele aparentava um vampiro, JURO! Tem uma cena onde o Francisco (o Maníaco do Parque) vê uma mulher e ele fecha seus olhos e começa a, aparentemente, sentir o CHEIRO DELA. É ridículo de ver. Sem falar das cenas dos assassinatos, onde ele está rindo todo abobadinho. É tanto esteriótipo... Os assassinos em série são assustadores por serem gente como a gente, não por "serem vampiros"! Se eu quisesse ver um filme de vampiros sanguinários, eu assistiria Drácula. Esperava nada desse filme, mas ele conseguiu ser pior do que imaginava! Superou expectativas
Detalhe na cena da prisão ocorrida na cidade de Itaqui no Rio Grande do Sul , a policia militar , aqui chamada de Brigada Militar, o policial que prende o " maníaco do parque" , aparece "com barba" o que não é permitido pelas regras militares.
Prezados, se entre vocês há um roteirista ousado, refaça este filme e crie uma obra que cumpra seu papel. Sou psicólogo por formação e profissão, pós graduado em psicologia forense e jurídica. Tenho 56 anos, como muitos acompanhei matérias da época sobre o caso...Resumindo... Por gentileza, algum diretor construa esta história abordando fatos desde a infâncias, adolescência e fase adulta. Sugiro que reflitam nas fases do desenvolvimento psicossexual, Édipo, na questão de neurose de caráter, sobre a capacidade argumentativa deste superego, frente as demandas do ID... Acrescente a questão dos arquétipos e usem a criminologia científica em análise do algoz, vítimas e demais envolvidos.
Péssimo, o filme ou "documentário" chamado o MANIACO DO PARQUE, não conta a história do maniaco mas sim de uma jornalista. Ok você colocar algumas críticas da sociedade no filme, mas o filme ser SOMENTE isso, quem não conhece o ocorrido e ver esse filme vai ficar sem saber como foi a história pois não mostra nem 5 % do ocorreu, do terror da época que esse cara gerou, em fim dinheiro e tempo gastos completamente atoa.
Primeiro, esse filme é sobre o maníaco do parque, mas não faz o menor sentido Esse filme não conta literalmente nada sobre a vida dele, infância, adolescência, vida familiar, literalmente NADA A única cena familiar foi sobre a mãe dele, e não demorou nem 5 minutos. Esse filme é um lixo Algumas músicas, gírias nem eram da época. Sem mencionar da personagem "principal" que é a jornalista, qu Ela é a "estrela" do filme, mas isso não faz sentido, a cena que ele foi preso, ela surta.. mas eu não sei o do pq ela surta, já que ela quem """"ajudou"""" a prender o maníaco.. mas não faz sentido ela surtar, e depois chora vendo um álbum de fotos com uma música melosa... ?? Como isso é possível?? E eu não consegui ver depois dessa cena.. fiquei com sono e preguiça e mais para terminar ele...
Esse filme é um CRIME. Se fosse para ser tão ruim, então era melhor nem existir
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