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Ana Carolina Anequine
1 crítica
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1,5
Enviada em 22 de outubro de 2024
Esperava mais com certeza, filme sem grandes aprofundamentos, não teve a construção do personagem, como o Francisco se tornou o maníaco do parque, afinal era isso que gostaria de ter visto, o passado dele, os seus conflitos, dificuldades, etc. Além disso teve muito foco em uma personagem que é fictícia, nunca existiu essa reporter Atuações medianas, com exceção do Silverio, ele foi impecável.
O roteirista copiou a ideia de Zodiac (David Fincher, 2007) e deu mais destaque à ficticia jornalista Elena que ao matador (ainda que em Zodiac, o cartunista Robert Graysmith era alguém real e que realmente ficou obcecado em achar o assassino). Roteiro fraco, protagonista pródiga em caras e bocas em um personagem naturalmente fraco. Que dizer da irmã psicologa desvendando a personalidade do serial killer? Desse desastre, salvam-se a recriação cuidadosa de época e Silvero como o serial killer. Em duas palavras? Uma bomba.
Muito abaixo da expectativa ! O autor abusou muito da liberdade poética, de forma que o filme é mais sobre a jornalista pseudo detetive ( que sequer existiu ), do que das vítimas e de todo contexto do crime. O filme leva o expectador ao erro ao acreditar que os crimes, a resolução e até o temperamento do assassino eram aquele. Péssima escolha de protagonistas. O filme que tinha tudo pra ser claro e objetivo, é todo ruim.
Em particular eu gostei do filme, só que esperava muito mais, digamos que deixou um pouco a desejar, o que salvou de verdade o filme foi o ator Silvero Pereira, ele se encaixou perfeitamente no personagem, um excelente ator.
Fraquíssimo. KD a historia de infância cara? O título correto deveria levar o nome da jornalista já que ela foi a protagonista e lacradora. Se queriam fugir da realidade dos fatos, conseguiram. Desperdício total, perderam uma excelente oportunidade (e dinheiro). Que sirva de lição.
O filme é sobre uma jornalista, a história do maníaco do parque é apenas um pano de fundo, serve de pauta para… a jornalista fictícia, muito justiceira e pouco profissional, sem carisma algum, portanto, o nome do filme deveria ser “A jornalista”. Não aborda nada da vida do Francisco, não diz de onde veio, contexto da infância, relações amorosas antes dos crimes, amizades, detalhes dos casos, enfim, uma história riquíssima apesar de trágica, não apareceu nada, sem falar que tive a sensação de um Francisco com baixo desenvolvimento cognitivo, desenvolveu poucos diálogos, quando na verdade a “lábia” era uma das características mais marcantes, justificando inclusive o fato dele conseguir convencer essas mulheres a entrarem no mato com ele.
Silvero Pereira tá impecável como sempre! Seria totalmente possível aproveitar esse baita ator dando mais destaque ao personagem, mas não...focaram tanto na jornalista que o tema esvaziou. Não entra a fundo nas vítimas, motivação, e embarca numa ficção desnecessária, e com vários furos no roteiro.A trilha sonora é ótima mas inserida em contextos que parece que o filme foi editado por IA, seguindo modelos que lembram muito a edição de uma série. Enfim. Fiquei triste
Filme péssimo que traz como protagonista a jornalista que nem faz parte da história real. A história do maníaco e das vítimas ficou em segundo plano se é que pode se dizer que ela foi contada porque só mostra a parte dos crimes. Deveria ter sido explorada a história de vida dele desde a infância. Se foi feito dessa forma para não dar ibope ao criminoso então melhor não fazer um filme sobre ele do que fazer dessa forma rasa.
Tem seus momentos fortes, principalmente os ataques dentro do parque, a atuação de algumas vítimas e do Silveiro em muitas partes também são boas, mas infelizmente foi bem caricato e sem profundidade. Entendo as questões de genero e tal, mas deram uma voz (a elas) mais alta do que nescessário, tendo feito com que o filme tenha sido sobre a repórter e suas lutas de interiores e de genero. Talvez o diretor tenha optado por não dar ao Francisco mais uma vez o palco, mas fatalmente o filme tem o título " com o nome dele". Faltou profundidade na narrativa. No final, falam sobre as vítimas como coadjuvantes. Mas o filme inteiro foi sobre isso. Perderam uma senhora oportunidade de projetar o cinema brasileiro e entregaram só mais um drama policial duvidoso como os que existem aos montes.
Péssimo! Filme sem contexto algum! Quem apareceu no filme foi somente a jornalista, que por sinal, tbm não foi essas coisas toda! Filme não relatou nada! Absolutamente nada sobre o foco principal que é o maníaco! O documento dar de 10 a 0 nesse filme mecretefe! Não assistam! Po erda de tempo!
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