Média
2,6
616 notas
5
33 críticas
4
20 críticas
3
29 críticas
2
43 críticas
1
53 críticas
0
63 críticas
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Enquanto o primeiro é nota 10, esse roteiro ficou muito sem graça e demasiadamente cheio de prolongamentos desnessários e chatos. Nota 3.
Vergonha alheia! Simplesmente o que define esse filme !
Um cenário ridículo! Revoltante fazer isso com uma bela obra
Um cenário ridículo! Revoltante fazer isso com uma bela obra
Fugiu da proposta original e teve foco em política e críticas sociais com escolha de lado.
spoiler:
O filme em si são os primeiros 10 minutos, depois apenas coisas ignoráveis e só volta mesmo ao filme quando o personagem de Luis Miranda aparece. Essas partes são boas e de fato continuam a historia do primeiro, porém entre elas parece que são apenas coisas pra encher linguiça. (E as cenas com Eduardo Sterblich e Fabiula Nascimento são pessimas).
Estragaram totalmente a continuação de auto da compadecida. Selton Mello não tem mais mais o carisma de antes que tinha no primeiro filme. Matheus Nachtergale ainda representou legal seu papel como anteriormente. Porém deixou a desejar. Não vi comédia nada de comédia. Cenas forçadas. E pra piorar tudo feito dentro de um estúdio cheio de efeitos especiais. Tiraram a essência toda do verdadeiro Auto da Compadecida. Se eles soubessem os vários erros que eles cometeram era melhor não ter feito essa continuação horrorosa.
Uma linda poesia contada no filme, uma história do grande sertão e da fé que carregamos em nossos corações.
Um filme que só foi feito para arrecadar dinheiro, péssimo filme. Não quero nem comentar mais. O primeiro (1999)Auto da Compadecida beira a perfeição em todos os sentidos.
"O Auto da Compadecida 2": Entre Expectativas e Realidade
A aguardada sequência de um dos maiores clássicos do cinema nacional chega às telas carregando o peso de sua própria herança. Embora mantenha elementos do original, o filme deixa uma sensação de incompletude que possivelmente reverberará entre os fãs da obra inaugural.
Matheus Nachtergaele retorna como João Grilo, mantendo a excelência interpretativa que marcou sua carreira. Sua performance continua precisa e carismática, honrando o personagem icônico. Por outro lado, Selton Mello, no papel de Chicó, apresenta uma atuação que, ainda que competente, não alcança todo seu potencial dramático.
Um dos maiores desafios do filme recai sobre Taís Araújo, que assume a complexa responsabilidade de interpretar Nossa Senhora Aparecida. O elenco de apoio cumpre bem seu papel, com destaque especial para Luis Miranda como Antônio do Amor - ator que demonstra vocação particular para papéis antagônicos.
Os efeitos visuais computadorizados representam um dos pontos mais controversos da produção. A opção por cenários digitais destoa da estética original e possivelmente encontrará resistência entre os espectadores. Soma-se a isso uma narrativa que por vezes parece fragmentada, gerando lacunas que podem suscitar questionamentos do público.
Tais escolhas criativas e suas prováveis repercussões já alimentam especulações sobre uma possível terceira parte - "O Auto da Compadecida 3: A Remissão" - que poderia responder às críticas e reconquistar a essência que consagrou a obra original. (Texto Reelaborado por Inteligência Artificial - https://claude.ai/chat/) - 27 de jan. 2025.
A aguardada sequência de um dos maiores clássicos do cinema nacional chega às telas carregando o peso de sua própria herança. Embora mantenha elementos do original, o filme deixa uma sensação de incompletude que possivelmente reverberará entre os fãs da obra inaugural.
Matheus Nachtergaele retorna como João Grilo, mantendo a excelência interpretativa que marcou sua carreira. Sua performance continua precisa e carismática, honrando o personagem icônico. Por outro lado, Selton Mello, no papel de Chicó, apresenta uma atuação que, ainda que competente, não alcança todo seu potencial dramático.
Um dos maiores desafios do filme recai sobre Taís Araújo, que assume a complexa responsabilidade de interpretar Nossa Senhora Aparecida. O elenco de apoio cumpre bem seu papel, com destaque especial para Luis Miranda como Antônio do Amor - ator que demonstra vocação particular para papéis antagônicos.
Os efeitos visuais computadorizados representam um dos pontos mais controversos da produção. A opção por cenários digitais destoa da estética original e possivelmente encontrará resistência entre os espectadores. Soma-se a isso uma narrativa que por vezes parece fragmentada, gerando lacunas que podem suscitar questionamentos do público.
Tais escolhas criativas e suas prováveis repercussões já alimentam especulações sobre uma possível terceira parte - "O Auto da Compadecida 3: A Remissão" - que poderia responder às críticas e reconquistar a essência que consagrou a obra original. (Texto Reelaborado por Inteligência Artificial - https://claude.ai/chat/) - 27 de jan. 2025.
Em uma palavra: Bomba. Em Algumas: Estragou muito o filme anterior, principalmente o
spoiler:
Chicó rindo igual a um jumento
Não sou de desprezar filmes nacionais, inclusive acho errado quem faz isso... Mas, dessa vez tive que concordar com a maioria. O filme não conseguiu superar, muito menos acompanhar, o de Suassuna. Um dos piores pontos foi o uso excessivo de computação gráfica nos cenários, que fez perder totalmente a magia do filme, diferente daquele primeiro em que as coisas eram naturais. Outro ponto negativo é que tem algumas pontas soltas no filme.
E claro, o detalhe principal, esse filme foi custeado com 20 milhões do dinheiro público. Você pagou duas vezes para vê-lo, a primeira com impostos e a segunda com o ingresso do cinema.
No mais, achei brilhante as críticas políticas tanto para a esquerda, quanto para a direita, escondidas no filme. Ficaram entre linhas, e quem entendeu... Entendeu. Também foi ótima a crítica sobre os pontos turísticos religiosos, chegando até citar o falecido Padre Cícero.
Gostei muito da atuação do Eduardo Sterblitch, me surpreendeu.
E claro, o detalhe principal, esse filme foi custeado com 20 milhões do dinheiro público. Você pagou duas vezes para vê-lo, a primeira com impostos e a segunda com o ingresso do cinema.
No mais, achei brilhante as críticas políticas tanto para a esquerda, quanto para a direita, escondidas no filme. Ficaram entre linhas, e quem entendeu... Entendeu. Também foi ótima a crítica sobre os pontos turísticos religiosos, chegando até citar o falecido Padre Cícero.
Gostei muito da atuação do Eduardo Sterblitch, me surpreendeu.
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