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Um dos piores filmes que eu já vi (na verdade cheguei perto do final, mas não consegui terminar). História de um casamento onde a mulher tem um filho pequeno, quer muito sex0, anda de quatro o tempo todo e arrebenta a cara em vidro ou espelho o tempo todo.
Grace vive um conflito profundo entre identidade e papel social. "Morra, amor", sugere um quadro de sofrimento psíquico intenso ligado à depressão (seja pós-parto ou não) e à dissociação. Ela não se reconhece no lugar que ocupa, sendo mulher isolada no campo, esposa e mãe.
spoiler: A cena que ela volta para casa depois da internação retrata bem a questão de se sentir uma estranha no ninho.
spoiler: A maternidade e o casamento surge como experiência que absorve totalmente quem ela era antes, e o sentimento de amor e carinho logo dá entrada ao a cansaço, culpa e irritação.
spoiler: Não gosto muito de finais abertos como esse, para mim, sempre será preguiça ou receio do diretor de fazer um fechamento convincente.
spoiler: A cena que ela volta para casa depois da internação retrata bem a questão de se sentir uma estranha no ninho.
spoiler: A maternidade e o casamento surge como experiência que absorve totalmente quem ela era antes, e o sentimento de amor e carinho logo dá entrada ao a cansaço, culpa e irritação.
spoiler: Não gosto muito de finais abertos como esse, para mim, sempre será preguiça ou receio do diretor de fazer um fechamento convincente.
O filme na verdade deveria se chamar "Morra, de tédio", conta a história de uma mulher que não trabalha, só quer sexo e que só sabe criticar o marido.
Cada ano que passa percebo que bons filmes está cada vez difícil de ter mesmo com tanta tecnologia e bons atores nestes.
Enredo pobre, confuso, e sem nexo.
Filme hoje em dia não basta ter bons atores famosos.
Enredo pobre, confuso, e sem nexo.
Filme hoje em dia não basta ter bons atores famosos.
Ruim, um drama forçado cheio de cenas
sub- entendidas e fora de ordem para gerar expectativa, mas nada acontece, cheia de flash-back aleatórios para dar ritmo em filme com um roteiro bem fraco, nem a competente e bela Jennifer Lawrence, salvou o filme.
sub- entendidas e fora de ordem para gerar expectativa, mas nada acontece, cheia de flash-back aleatórios para dar ritmo em filme com um roteiro bem fraco, nem a competente e bela Jennifer Lawrence, salvou o filme.
Grandes atores e um tema relevante, diante de um roteiro frágil e bem confuso. Promete muito, mas entrega uma estória cheia de buracos.
Pra mim sem pé e nem cabeça.. final totalmente sem rumo . Se tiver alguém mais experiente sobre filme, eu adoraria entender o contexto do mesmo .
Fraco, fraco, fraco com um final mais fraco ainda. Perderam a oportunidade de aproveitar o talento do elenco
Morra, Amor promete muito mais do que consegue entregar. Lynne Ramsay cria um ambiente de desconforto constante, onde maternidade, isolamento e desejo se cruzam de forma sufocante, mas a narrativa rapidamente se perde em ciclos repetitivos, sem foco claro e sem avanço real.
A montagem irregular e a fusão entre alucinação e rotina prejudicam o ritmo, embora a fotografia em 35mm e o design de som construam uma atmosfera impecável. No fim, é Jennifer Lawrence quem mantém o filme vivo, entregando uma performance visceral que supera o próprio material.
Morra, Amor tem potência, mas tropeça na execução. O impacto existe, só não vem exatamente de onde o filme imagina.
A montagem irregular e a fusão entre alucinação e rotina prejudicam o ritmo, embora a fotografia em 35mm e o design de som construam uma atmosfera impecável. No fim, é Jennifer Lawrence quem mantém o filme vivo, entregando uma performance visceral que supera o próprio material.
Morra, Amor tem potência, mas tropeça na execução. O impacto existe, só não vem exatamente de onde o filme imagina.
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