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Caike Nunes
3 seguidores
124 críticas
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2,5
Enviada em 15 de julho de 2026
Morra, Amor (2025) – ⭐⭐½☆☆
Morra, Amor foi um filme que não conseguiu me prender. Achei a história um pouco parada e em alguns momentos fiquei sem muito interesse pelo que estava acontecendo.
Apesar de ter boas ideias, não foi um filme que funcionou para mim.
"Morra, Amor" é um filme que toca em temas profundos, como a depressão pós-parto e o processo psicológico que uma nova mãe enfrenta. A direção de Lynne Ramsay, conhecida por sua habilidade em abordar questões emocionais complexas, proporciona uma atmosfera densa e envolvente, que, embora carregada de intensidade, perde fôlego em sua narrativa repetitiva.
A atuação de Jennifer Lawrence realmente se destaca como um dos pontos altos do filme. Sua entrega emocional é impressionante; ela consegue transmitir a vulnerabilidade e a angústia da protagonista de maneira tão visceral que se torna difícil não se envolver com sua jornada. Críticos destacaram essa performance como um dos fatores que pode render indicações a prêmios, revelando a profundidade da dor e da confusão que acompanha a maternidade em uma situação de crise.
O roteiro apresenta um desafio significativo. A repetição dos surtos e delírios que a personagem principal experimenta, embora impactantes, acaba criando um ciclo que pode se tornar cansativo. Essa insistência em mostrar a desintegração mental da protagonista, sem suficiente variação ou desenvolvimento adicional, resulta em um ritmo que, em vez de captar a atenção, acaba por distanciá-la da história.
Além disso, a construção dos personagens secundários, especialmente o marido interpretado por Robert Pattinson e os vizinhos, sofre com um subdesenvolvimento que prejudica a compreensão total do contexto da trama. A falta de profundidade em suas histórias deixa lacunas que comprometem a força da narrativa. A interação entre eles e a protagonista poderia ter sido explorada com mais intensidade, proporcionando uma visão mais rica dos desafios que ela enfrenta em relação ao suporte familiar e comunitário.
O final do filme deixa uma sensação de frustração, já que a conclusão fragmentada não oferece respostas satisfatórias ou uma resolução clara dos conflitos que permeiam a trama. Embora essa escolha possa ter a intenção de refletir a confusão mental da protagonista, acaba gerando desconforto e insatisfação em quem busca uma resolução mais tradicional.
No entanto, é impossível não reconhecer a beleza da fotografia do filme, que complementa de forma sublime a narração emocional. A cinematografia transmite uma atmosfera de desolação e alucinação, com enquadramentos e uma paleta de cores que refletem a luta interna da protagonista. Cada imagem parece cuidadosamente composta, gerando um impacto visual que enriquece a experiência do espectador e contrabalança as falhas na narrativa. O trabalho visual, portanto, brilha como um elemento fundamental que ajuda a contar a história de maneira poética e intensa.
As atuações são boas, mas um atormentado Woody Allen, pelamordedeus, o filme " Morra, Amor " é uma mistura de todas as chatices do cinema. Que tédio. E eu paguei 14 reais pelo filme na Prime. Só assisti até o final porque paguei. Que sacooooo
Chatíssimo !!! Não sai do lugar, atores bons mas roteiro bagunçado, às x fica sem pé nem cabeça. Uma mulher andando o tempo todo de 4 pela casa, latindo p cachorro ... Perda de tempo
As principais pautas do filme são sérias - a depressão pós-parto, o isolamento e a solidão - mas não foram aprofundadas como poderiam. O enredo é monótono e arrastado, como a vida de Grace, em mais uma ótima representação de Jennifer Lawrence. Porém, a química entre ela e Robert Pattinson foi inexistente, não por culpa dela, mas sim dele, que em cena parecia um déjà vu do insosso Edward Cullen. Temos pinceladas do passado de Grace, que não explicam muito o comportamento dela no presente. Também é nebuloso o comportamento ausente e totalmente sem noção de Jack, (mal)interpretado por Pattison: qual é o seu trabalho, porquê ele some constante, deixando sua mulher e seu filho sozinhos, numa casa no fim do mundo, como ele se apaixonou e acabou se casando com Grace. A sua passividade chega às raias do absurdo no final do filmespoiler: , o que por outro lado acaba justificando o título do filme.
Está difícil terminar de assistir isso. Estava neutro até que a desequilibrada da personagem principal matou o cachorro, aí não dá. Espero que ela se lasque nessa merda de filme.
assistir a "Morra Amor" é como ser atropelado por uma locomotiva de angústias e sofrimentos, a interpretação de Jennifer Lawrence é o pilar central, ela consegue transmitir a radicalidade da maternidade e do casamento, o amor com o desejo de aniquilação, uma tensão que parece que vai romper a tela a qualquer momento.
Um dos piores filmes que eu já vi (na verdade cheguei perto do final, mas não consegui terminar). História de um casamento onde a mulher tem um filho pequeno, quer muito sex0, anda de quatro o tempo todo e arrebenta a cara em vidro ou espelho o tempo todo.
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