Pearl
Média
4,2
457 notas

57 Críticas do usuário

5
27 críticas
4
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Ricardo L.
Ricardo L.

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4,5
Enviada em 29 de março de 2023
Mia Goth é com certeza um dos nomes mais falados do cinema mundial, pelo seu talento nato e por tido sorte em estar em dois filmes que parecem que nasceu para ela, sua química em X e Pearl é extraordinário.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2023
Uma ótima interpretação da protagonista psicopata que sonha em sair da afzenda e dançar pelo mundo, mas se sente presa aos pais e ao marido que foi para a guerra. Aos poucos a dramaticidade se eleva e foge do controle.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de outubro de 2023
Filme superior ao antecessor (na verdade quem começar assistindo esse não perderá nada, já que esse filme marca as origens de Pearl). Ambientação e produção muito boa, mantendo às origens da época. Mia Goth dando um show de talento em todas as cenas, principalmente no monólogo de quase 8 minutos e na cena final de quase 6 minutos.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de maio de 2023
Numa pegada bem diferente do primeiro filme. Enquanto o primeiro tinha muito mais tensão e suspense, este focou na construção da personagem antagonista e conseguiram explorar brilhantemente!! Apesar do ritmo ser um pouco mais lento o filme me prendeu bem. A personagem vem numa "crescente de loucura" muito interessante de acompanhar com grande destaque na interpretação da atriz principal, caramba!!! Fazia tempo que não via uma atuação tão grandiosa!!!! Encarnou o papel de uma forma brilhante (destaque para um monólogo durantes as cenas finais, sensacional!!). Gostei demais!
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2023
Esse tipo de filme normalmente não é o meu favorito. Mas devo dizer que dentro das expectativas me agradou.
Muito disso se deve à tão comentada atuação da Mia Goth. Um filme precisa fazer algo para manter o telespectador na frente da tela. Pode ser um bom roteiro, um tema interessante, piadas. Nesse caso, a atuação "dá um sentido à história". A mesma história, se fosse contada através de alguém com menos expressão, poderia ser comum. Com a Mia Goth, se tornou imprevisível -você pode até saber o que vai acontecer, mas não como e nem quando- e isso traz essa conexão com o telespectador.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de setembro de 2023
Já tive a oportunidade de assistir Pearl, gosto desse filmes de terror meio trexe, mas que não chega ao ponto de ser ruim, e é divertido, mas que não é um filme a ser levado muito a serio. A personagem principal e criada pelos pais em uma fazenda, e sonha em ser uma estrela da dança ou do cinema, enfim uma estrela. E conforme as coisas não dão certo, ela começa a matar quem entra no seu caminho.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2023
Um bom entreterimento, com alguns momentos engraçados, sendo eles de proposito ou não. Mas como terror achei mais ou menos
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2023
O melhor filme que já vi desse gênero, é um clássico moderno!
Atuação impecável da Mia Goth, uma injustiça ter sido ignorada pelo Oscar, por mero preconceito contra filmes de terror.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de outubro de 2025
Sinopse:
Presa em uma fazenda isolada, Pearl deve cuidar de seu pai doente sob a vigilância de sua mãe. Desejando a vida glamouroso que ela viu nos filmes, as tentações e repressões de Pearl colidem.

Crítica:
"Pearl" é um filme que nos leva a uma jornada sombria pela mente de uma jovem apaixonada por cinema, mas aprisionada por suas circunstâncias. Dirigido por Ti West, a obra se destaca principalmente pelo desempenho grandioso de Mia Goth, que traz à vida uma Pearl inteligente, flexível e horrivelmente cativante. Sua atuação é um dos pilares que sustenta a narrativa, incorporando uma complexidade que mescla vulnerabilidade e uma intensidade brutal.

O filme, que atua como uma história de origem da icônica vilã, faz um interessante paralelo com "O Mágico de Oz", compartilhando elementos visuais e temáticos que dão um certo charme, embora isso traga à tona um desafio: a continuidade. A intenção de conectar Pearl a um universo mais amplo, mesmo que interessante, parece às vezes dispersar o foco, tornando-se mais um jogo intelectual do que um enriquecimento da narrativa. Esse aspecto pode gerar uma sensação de desconexão nas expectativas do público, que por vezes encontra em "Pearl" mais arte conceitual do que profundidade emocional.

É inegável que a ambição de Pearl é um reflexo de muitos sonhos não realizados, e a própria evolução da personagem é um espelho do desespero e da luta. As condições opressivas em que se encontra com um pai doente, uma mãe autoritária e o peso da própria solidão se entrelaçam para formar um retrato fascinante e perturbador de uma mente à beira do colapso. Enquanto ela se transforma em alguém capaz de cometer atrocidades, a transição é habilidosamente construída, apoiada pela performance de Goth que mantém o público ao mesmo tempo fascinado e horrorizado.

No entanto, a ambição do filme em enriquecer seu simbolismo e suas referências traz um preço. A estratégia de Ti West e Mia Goth de inserir camadas profundas de referência visual e intertextualidade acaba, em algumas partes, ofuscando o desenvolvimento da narrativa e das relações interpessoais. O que deveria ser um dilema central na vida de Pearl se dissolve em meio a um jogo de referências, fazendo o público se questionar se está recebendo uma reflexão completa sobre a personagem ou se está sido desviado para a apreciação estética.

Apesar dessas falhas, a marca que "Pearl" deixa é indiscutível. A combinação de uma atuação poderosa e uma estética cuidadosamente trabalhada provoca impactos duradouros e leva o público a refletir sobre sonhos, frustrações e a busca desesperada por aceitação. Grande parte da força emocional do filme persiste muito depois que os créditos finais rolam. A obra é um convite para olharmos além das aparências e explorarmos a complexidade do desejo humano.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de dezembro de 2024
O filme é um terror slasher foi dirigido por Ti West e com a colaboração de Mia Goth. Na verdade o filme é uma continuação do filme X: A marca da morte (2022), e teve a intenção de explora a juventude da idosa Pearl que aparece e é uma das personagens destaques nesse primeiro filme. Aqui temos o clássico: o passado do vilão. Ao seu modo, isso funciona bem, pois Pearl é uma jovem que mora em uma fazenda isola nos EUA e que sonha em se tornar um estrela Hollywoodiana. Em meio aos eventos da primeira guerra mundial e da gripe espanhola, a mesma é casada, mas seu marido foi servir ao exército. Logo, a mesma vive com sua mãe bastante autoritária e o seu pai, um paralitico muito doente. O filme caminha numa tentativa desesperada de Pearl de sair da fazenda para se tornar uma estrela. Aqui merece o destaque para a interpretação de Mia Goth em seu papel de Pearl, o auge foi o seu monólogo no terceiro ato, na qual a personagem explica a razão dos seus comportamentos e atitude perante os demais. Apesar de seguir a temática do primeiro filme, nesse Ti West aposta de explorar de uma maneira menos sutil, pois aqui vemos a questão da liberação e escravização do modo feminino diante das questões sociais e religiosas.
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