Média
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Não surpreende que este filme tenha vencido em Cannes. Poderia ter sido um pouco mais curto, mas abordou profundamente as relações de um casal com filho — especificamente, uma relação em que a mulher é profissionalmente mais bem-sucedida. O filho de 11 anos demonstrava uma maturidade muito além da sua idade. Cada um terá sua própria interpretação sobre o que realmente aconteceu para levar à morte do marido por queda, mas há o fator da relação entre mãe e filho: embora não fossem particularmente próximos, eram a família que restara. Alguns personagens foram pouco ou nada desenvolvidos, como a assistente da equipe de defesa de Sandra — a protagonista alemã que não falou uma palavra sequer em sua língua materna durante todo o filme e que estava totalmente afastada de sua família de origem.
Quando o filme foi lançado eu resisti um pouco à assistir e achava que era um simples filme de investigação. Mas com o desenrolar da história nota-se que o conflito familiar e emocional é mais importante e nos gera mais estímulo do que saber se a acusada cometeu ou não o crime
spoiler:
(coisa que ninguém soube). As atuações foram ótimas, a fotografia é bem agradável e o diálogo é muito provocativo pois nos leva a pensar sobre o modo de vida e de lidar com um relacionamento e com as adversidades que cada personagem, Sandra e Emanuel, faz de forma diferente, afinal o que seria mais honroso, útil ou até moralmente certo fazer enquanto, marido e esposa; pai e mãe; e escritores. A discussão do casal mostra como é complicado manter uma relação com uma pessoa que pensa e age de forma diferente, a personalidade de Sandra é muito autentica e marcante. Os traumas e as circunstâncias determinam muitos aspectos da vida dos personagens. Enfim, foi o melhor filme que assisti no ano.
(coisa que ninguém soube). As atuações foram ótimas, a fotografia é bem agradável e o diálogo é muito provocativo pois nos leva a pensar sobre o modo de vida e de lidar com um relacionamento e com as adversidades que cada personagem, Sandra e Emanuel, faz de forma diferente, afinal o que seria mais honroso, útil ou até moralmente certo fazer enquanto, marido e esposa; pai e mãe; e escritores. A discussão do casal mostra como é complicado manter uma relação com uma pessoa que pensa e age de forma diferente, a personalidade de Sandra é muito autentica e marcante. Os traumas e as circunstâncias determinam muitos aspectos da vida dos personagens. Enfim, foi o melhor filme que assisti no ano.
Em montanhas encobertas por neve, próximas a Grenoble, a escritora Sandra (Hüller) tenta proporcionar uma entrevista/conversa com a estudante Zoé (Rutherford), mas desiste após a crescente explosão sonora proporcionada pelo marido dela, o professor Samuel (Theis). O filho do casal, Daniel (Graner), cego, vai passear com o cachorro Snoop.
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O filme traz atuações interessantes como a de Sandra e do seu filho, porém o filme é bem chato, demorado e cansativo, fora que se espera um desfeixo incrível esqueça.
Acabei de assistir Anatomia de uma Queda e, sinceramente, ainda tô pensando sobre tudo o que aconteceu. Não é aquele tipo de filme que você termina e já tem uma opinião formada. Na real, ele te deixa meio desconfortável, no bom sentido — faz a gente questionar o tempo todo quem tá falando a verdade, se é que dá pra falar em "verdade" nesse caso. A trama gira em torno da Sandra, uma escritora que é acusada de matar o marido. A gente passa o filme tentando entender se ela é culpada ou não, mas o mais louco é que o foco não é exatamente o crime — é o relacionamento deles, o desgaste, os jogos de poder, as frustrações. Parece mais sobre como uma relação pode se corroer aos poucos do que sobre um assassinato em si. O que me pegou muito foi a atuação da Sandra Hüller. Ela entrega uma personagem super complexa, que você nunca sabe se está dizendo a verdade ou só manipulando tudo com muita inteligência. E o filho dela, que é cego, traz um olhar inocente e ao mesmo tempo super profundo sobre tudo que tá acontecendo. A maneira como ele tenta entender os pais é de cortar o coração. Agora, não é um filme "fácil". Tem diálogos longos, cenas que exigem atenção e muita coisa fica no subtexto. Mas isso é o que torna ele tão bom também — não te trata como bobo e não te dá tudo mastigado. É o tipo de filme que você fica pensando por dias depois. Se você curte filmes mais psicológicos, que te colocam pra refletir e que desafiam o espectador, Anatomia de uma Queda vale muito a pena. Mas vá com paciência — ele é mais sobre as perguntas que levanta do que sobre as respostas que entrega.
um filme que no fim fica a dúvida? será que foi assassinato? um acidente ? ou um suicídio? existem coisas que os olhos não ver e a ciência não consegue explicar, no fim a versão verdadeira que vale é a de quem ficou vivo
Filme MUITO lento e sobre um assunto repetitivo. Perdi tempo com esse drama mequetrefe em busca de premiação. Chatice!
Filme bom pra quem é casado, advogado ou advogado casado, pra mim que não sou nenhum desses é um filme regular e extenso demais.
Filme imersivo, que consegue levar o espectador para dentro do tribunal. Durante o julgamento, os detalhes fazem toda a diferença. A performance dos envolvidos (do promotor à ré) é espetacular. Também sentimos o sofrimento do garoto durante todo o processo, desde a morte do seu pai até a decisão do júri.
Bom roteiro, mas muito longo. Achei um pouco monótono tbm..............................................................
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