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Mayara Dayane L. Santos
1 crítica
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0,5
Enviada em 30 de setembro de 2025
A muito tempo eu não tinha visto um filme tão ruim como esse, meu Deus total perda de tempo, não assistam, é péssimo, não tem história, não sai do lugar, o filme todo nesse apartamento, a pior criação, não sei como a Netflix ta deixando essa porcaria por tanto tempo no ar.
Faz tempo que eu não via um filme excelente feito esse. Filme que traz a reflexão da vida da gente, eu gostei mais que demais. Quem não entendeu nada é pq lhe falta o mínimo de discernimento
"Dentro" é um filme cansativo. Cansativo porque te obriga a raciocinar e manter o foco em todos os detalhes e simbolismos. Não é um filme para qualquer um. É como música clássica, que poucos sabem apreciar.
Ruim é apelido! Incrível ver comentarios falando bem desse filme horrível, inventando coisas pra gostar, " parece chato". Não, esse filme é chato. Ruim demais
A atuação de Dafoe é o que tem de bom no filme. É totalmente incoerente, os comparsas simplesmente não avisarem que tem alguém preso no tal apartamento, e quando existe um furo deste tamanho a trama toda se perde. É forçar a barra querer filosofar em cima do que acontece. Quem quer direcionar para o existencialismo com toques de loucura associados à solidão, melhor assistir O Iluminado. Esse filme é tediso, com barulhos irritantes e sem final.
Filme muito bom, apropriado para pessoas que gostam de uma abordagem intelectual, não é um filme para todos. Interpretação como sempre impecável do ator Willem Dafoe. O filme se distingue por sua abordagem filosófica, sobre as questões mais profundas da experiência humana, a validade dos valores morais e o significado da vida.
Lamento pelas críticas negativas que o filme vem recebendo, mas é inegável que certas obras exigem um repertório mais amplo para serem plenamente apreciadas. Trata-se de um filme que se articula como uma poderosa metáfora sobre as futilidades humanas e aquilo que, de fato, é essencial. A aparição do livro O Casamento do Céu e do Inferno de William Blake, encontrado pelo protagonista como se fosse um refúgio oculto no inconsciente, é um ponto crucial que sintetiza com precisão o espírito da obra.
O desfecho, marcado por aquela cena simbólica de ascensão, funciona como a culminação de toda a proposta do filme: uma trajetória que transcende a materialidade e aponta para algo mais elevado, ainda que indefinido. É um daqueles filmes que, mais do que provocar impacto imediato, vai reverberando aos poucos, “batendo” com força dias depois da sessão. Em suma, uma experiência cinematográfica potente, que merece ser revisitada e amadurecida com o tempo. Ótimo.
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