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Vandytol
1 crítica
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0,5
Enviada em 23 de abril de 2024
O Filme é incoerente, narrativa fraca, uma casa tão cheia de artes caras e tão tecnológica e ninguém para verificar após o disparo do alarme. Nada faz sentido, mas a construção do filme é péssima. Cansativo demais.
O filme têm basicamente um personagem principal, que uma vez preso na cobertura, com pouca comida, água e recursos... Gasta seus dias tentando sobreviver e encontrar uma maneira de fugir, em meio a arte que o cerca e da qual se cerca para continuar lúcido. No final, não se sabe se conseguiu escapar com vida, ou se a morte foi enfim, a sua fuga... Achei que para alguém que num incêndio deixaria para trás sem culpas, seus pais e a irmã, mas salvaria a arte.... Bom, morrer cercado por ela, é um tanto qto hilário... Por incrível que pareça, o filme é um drama, mas eu ri várias vezes... Sinceramente, ninguém mandou se meter a roubar obras de arte milionárias. Cavou a sua sepultura. Uma sepultura de concreto, gerenciada pela IA. Uma morte glamourosa para um reles desconhecido, que certamente ganhará seus 5 minutos de fama e as capas dos jornais, pelo seu fracassado intento. É um filme que vc consegue achar graça, porque de certa forma, há uma medida de justiça no roteiro. Ele escolheu seu caminho... Um drama com gosto de "cara, pra quê??!!"
A arte é subjetiva assim como essa obra. O filme quebrou todas as minhas expectativas por isso é interessante. Ele me instigou a assistir de forma penetrada, o fato de não ter muitos diálogos te faz se conectar com os sons e sentimentos do ator, coberto de angústia e anseios por descoberta ele não segue o óbvio, convida o expectador a devanear nas opções do personagem, assim como as sensações da solidão e escassez. Outro ponto interessante é a contraste da escassez e a abundância do espaço. Me parece que o segredo o tempo todo são as palavras encontradas junto a obra do auto retrato, algo que é secreto e precioso, e fala sobre a limitação da energia. Falta de energia essa que acaba com o personagem. O final só prova o quanto a fotografia deste filme é bela, a beleza da arquitetura e do caos, luz e sombra assim como as experiências do personagem. A arte é subjetiva e só quem tem sensibilidade consegue se aprofundar.
Achei maravilhoso, é psicológico, filosófico, frustrante, angustiante, provoca esses sentimentos com atuação perfeita de Dafoe. É um monólogo algumas vezes da para prever as ações mas as saídas são criativas e artísticas, projeta a mente do personagem no ambiente e vai transformando o cenário conforme o tempo passa. A esperança apaga e reacende várias vezes, a gente fica com vontade de ir lá e dar uma força. Direção e atuação primorosas.
Resumindo em uma palavra: Péssimo. Está entre os piores filmes que assisti em toda a minha vida. O que salva é a decoração do apartamento. Mas para ter acesso a isto, 5 minutos de filme bastam
Péssimo. Horrível! Perdi meu tempo. Começa bem,…..! Mas nada mais acontece. Ele destrói a casa. Alaga a mesma, se machuca. Arranca a luminária da claraboia… E vc fica sem entender se ele sai, se ele cai,…… o filme acaba 臘♀️
A quantidade de personagens é limitada quase ao mínimo: um. A vantagem é que o ator que o representa vale por muitos: Willen Dafoe. A insanidade da solidão quando nos é retirada a liberdade de escolha. As faces boa e má da tecnologia. A arte (Isso é arte?) como criação oriunda da destruição. Quem vai desistir primeiro: o personagem ou o espectador?
Filme demonstra uma sanidade moral ao demonstrar os fatos tecnologicos ali presentes, casa é retratada como um forte altamente seguro, tecnologia em todo o ambiente, voce programa a inteligencia artifical para deixar a casa nos conformes enquanto os donos nao estao, analise as plantas que sao regadas todos os dias no mesmo horario, sanidade do ator em conseguir sobreviver a falta de comida e de agua alem da temperatura controlada, buscamos seguranca e esquecemos que como ele retrata: Sua casa é a sua fortaleza segura mas pra mim foi uma prisao, salvei 3 coisas importantes para voce, isso demonstra que o ator estava em conflito moral e psicologico, ele ficou semanas preso tentando sobreviver com o que tinha dentro da casa, se analisarem o filme por completa percebe-se que ate a escada improvisada que ele fez é uma arte, eu diria que esse filme tem mais haver com a compreensao artitisca do que a sanidade emocinal; Escada criada por ele com os moveis, o pensamento critico de uma divindade ao pintar a parede e por final a arte das pessoas na escada.
Devido o final ser um misterio devido os acontecimentos, nao sabemos se a prisao foi um experimento do dono da casa de forma artistica, se havia camera escondida, isso faz refletir, apenas pessoas que entendem arte conseguirao compreender esse filme, eu gostei, filme de reflexao.
O filme é muito interessante. Explora crítica do papel e importância que estamos atribuindo à tecnologia nas nossas vidas; o papel da arte e da mente humana como fontes de libertação frente à modernidade e prisão que criamos e vivemos dentro de nós mesmo, além da manutenção da sanidade. Precisa de reflexão para compreensão do filme.
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