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O mistério da libélula contou com a direção de Tom Shadyac e roteiro de Mike Thompson e Brandon Camp. Na trama, acompanhamos Joe Darrow (Kevon Costner), um doutor que é casado com Emilly (Susanna Thompson) que também é doutora e acaba morrendo em um trágico acidente ao tentar realizar um trabalho voluntário na Venezuela. Sofrendo com a perda, Joe passa a acreditar que Emilly está tentando entrar em contato com ele. Podemos dizer que o filme se enquadra em um drama sobrenatural e o roteiro ajuda a dar profundidade ao personagem de Costner pela construção de personagem secundários diante da sua dor no luto. Usando do ceticismo inicial do personagem principal e de praticamente todos os seus amigos, a trama trabalha na construção da fé, de crer para acontecer. Bem, e nisso o cético Joe passou a acreditar diante de alguns acontecimentos no filme. A ideia aqui é quanto mais fé o personagem tem, mais próximo de decifrar o mistério De fato, tem momento que isso se torna muito cansativo e Joe fica muito paranoico diante de algumas situações (o que atrapalha muito o filme). Ao menos, o terceiro ato entrega uma revelação que não estava a ser esperada.
Ótimo filme, com boas atuações, roteiro interessante, bela fotografia. Aborda o tema da vida além da morte. É tudo de bom que já mencionaram nos comentários anteriores.
Um dos preferidos da minha mãe. E hoje, um dos meus preferidos também.
Só não gostei de não terem explicado como as coisas aconteciam no mundo real
Com certeza veria outras vezes.
Só não gostei de não terem explicado como as coisas aconteciam no mundo real
Com certeza veria outras vezes.
Trama bem atrelada, empolgante e te prende do início ao fim. Contudo é bem previsível e conta com uma grande carga de crença em pós morte, destino, predestinação ou, ainda, em que tudo trabalhe para que as coisas se encaixem... Belíssima atuação de Kevin Costner, bem como de rodo elenco principal. Destaque para as crianças que foram magníficas em seus papéis!
O que mais me incomoda no filme é a falta de foco,durante os dois primeiros atos ele fica em um embate entre um suspense sobrenatural e um drama espiritual e quando assume um lado - Isso no terceiro ato - Ele termina com a sensação de que acabamos de ver algo bem blazé.
Desde as primeiras cenas o filme se assume uma jornada de fé,o protagonista que em determinado momento do filme afirma não acreditar em Deus logo tem uma instabilidade nessa afirmação a partir do momento que sua esposa falecida começa a se comunicar de alguma forma com ele,a incerteza toma conta dele.
Há muitos planos desde o início do filme onde o diretor posiciona a câmera lá em cima,sempre com a luz do ambiente em foco buscando essa constatação não só da luz divina quanto também de onde sua esposa o observa.As cenas iniciais com o uso de Flash Backs parecem não serem tão necessárias - Pelo menos nessa ordem que o filme tem - Já o suspense é aquele que você já viu inúmeras vezes,tem o jumps-scare de algum bichinho de estimação e aparições fantasmagóricas bem forçadas.
Shadyac no fim,tenta abordar uma trama espiritual com suspense sem muito ímpeto - Coisa que Shyamalan já fez muito bem - E não alcança o objetivo no Thiller enquanto na fé parece muito mais um filme que tenta te catetizar do que propor uma relação mais profunda.
Desde as primeiras cenas o filme se assume uma jornada de fé,o protagonista que em determinado momento do filme afirma não acreditar em Deus logo tem uma instabilidade nessa afirmação a partir do momento que sua esposa falecida começa a se comunicar de alguma forma com ele,a incerteza toma conta dele.
Há muitos planos desde o início do filme onde o diretor posiciona a câmera lá em cima,sempre com a luz do ambiente em foco buscando essa constatação não só da luz divina quanto também de onde sua esposa o observa.As cenas iniciais com o uso de Flash Backs parecem não serem tão necessárias - Pelo menos nessa ordem que o filme tem - Já o suspense é aquele que você já viu inúmeras vezes,tem o jumps-scare de algum bichinho de estimação e aparições fantasmagóricas bem forçadas.
Shadyac no fim,tenta abordar uma trama espiritual com suspense sem muito ímpeto - Coisa que Shyamalan já fez muito bem - E não alcança o objetivo no Thiller enquanto na fé parece muito mais um filme que tenta te catetizar do que propor uma relação mais profunda.
Enredo bem limitado, o que torna o filme sofrível. É o típico filme que você assiste e pensa “que tempo perdido”
NÃO ligo para as críticas. Ligo para o que eu sinto toda vez que vejo esse filme. Acredito que umas 10 vezes.
Esse filme me emociona do começo ao fim.
Nós mostra sobre o amor verdadeiro que hoje em dia e raro. Que devemos acreditar e ter fé igual o Protagonista diz no fim. NÃO tenho certeza se acredito de algum tipo de vida após a morte ou qualquer comunicação. Mas mesmo assim achei a temática do filme linda e que prende querer ver até o fim. Vi várias vezes e nunca enjoarei!
Esse filme me emociona do começo ao fim.
Nós mostra sobre o amor verdadeiro que hoje em dia e raro. Que devemos acreditar e ter fé igual o Protagonista diz no fim. NÃO tenho certeza se acredito de algum tipo de vida após a morte ou qualquer comunicação. Mas mesmo assim achei a temática do filme linda e que prende querer ver até o fim. Vi várias vezes e nunca enjoarei!
Este filme tem uma história muito boa, curti muito, recomendo para quem gosta de mistério e fortes surpresas.
O filme mais lindo que já assisti, é muito lindo..................................................
Amei o filme ,é uma lição de vida , nos faz refletir sobre os mistérios e os planos espirituais como estamos interligados de forma inexplicáveis!
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