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Laís M. Gastaldon
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12 críticas
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1,5
Enviada em 16 de agosto de 2026
O Exorcista: O Devoto foi uma grande decepção para mim. O início do filme é bastante interessante e, nos primeiros minutos, ele consegue criar uma expectativa de que teremos uma história envolvente e uma continuação que faria jus ao peso da franquia. Infelizmente, essa impressão não se mantém.
Depois de um começo promissor, senti que o filme perde força rapidamente. O ritmo se torna acelerado e muitos acontecimentos são apresentados sem o desenvolvimento necessário. Em vez de construir gradualmente a tensão e o envolvimento com os personagens, o filme parece ter pressa para chegar aos momentos mais importantes.
Também achei que Chris MacNeil poderia ter sido muito melhor aproveitada. Considerando a importância da personagem para a franquia, esperava que sua presença tivesse um impacto maior na narrativa.
Outro ponto que me incomodou foi a maneira como o filme trabalha a questão religiosa. A tentativa de reunir diferentes tradições e elementos religiosos poderia ter sido interessante, mas, para mim, a execução não funcionou. Em alguns momentos, a mistura parece mais confusa do que enriquecedora.
Além disso, senti falta daquela atmosfera de terror que deveria ser fundamental em uma produção desse universo. O filme possui momentos interessantes, mas não conseguiu criar em mim a mesma sensação de desconforto e tensão que eu esperava.
O maior problema é que havia potencial. O começo mostra que o filme poderia seguir por um caminho muito mais interessante, mas, conforme a história avança, algumas escolhas do roteiro acabam enfraquecendo o resultado.
No geral, achei um filme que promete mais do que entrega. Não considero que seja completamente sem qualidades, mas esperava muito mais, principalmente levando em consideração o peso de O Exorcista dentro do gênero.
Péssimo. Não é envolvente, você pode assistir e ao mesmo tempo fazer algo em paralelo, nem medo consegue passar. O ritual de exorcismo é uma miscelânea, chega a ser tosco. Atores, direção e roteiristas? Fraquíssimos, inexpressivos, não conseguem envolver o telespectador na trama. O retorno de mãe e filha (Chris MacNeil e Regan) é uma vergonha alheia, principalmente a mãe se prestar a um papel insignificante, parece que caiu de paraquedas no filme. Em suma, é uma afronta ao clássico de 73.
Bem um filme de terror que eu já saberia como seria mas realmente assisti com gosto e não má vontade, desde o começo vi que o tipo de câmera e filmagem não foi bem feita, também a construção dos personagens não foram boas assim não dando tempo nem algum tipo de base para podermos conhecê-los e assim criar um tipo de conexão ou empatia para poder gostar deles e também torcer para eles com a situação que iriam enfrentar então já se daria esse ponto negativo da questão do filme, ainda sim ainda tem a falta de time pois ele até que dá bons sustos e junmpscare porém a partir do meio do filme eles esquecem totalmente esse artifício ou qualquer outro que possa gerar tensão ou algo assim e acabe por s tornar apenas um filme previsível e até tedioso perdendo diversas oportunidades de criar uma situação onde não sabemos oque vai acontecer ou em que momento acontecerá, um filme feito realmente de forma bem genérica porém que ainda não está classificado como horrível.
Horrível, cheio de lacração, um filme "exorcista" deveria mostrar ao mundo a ação do demônio e como nosso único senho "Jesus" tem a capacidade de nos livrar do mal. Misturar outras religiões ao cristianismo é um absurdo e uma heresia.
Que filme ruim mds, eu já assisti vários ruins mas com certeza essa tá no top 3! Super nada a ver o final, sem contar que a história foi super mal desenvolvida, eu espera mais pela capa! Não recomendo pra quem é amante de terror e gosta de filmes melhores desenvolvidos e mais legais pra se destrair, o final é o filme todo é tenebroso!
A cena da fumaça saindo da boca da possuída e a freira fazendo dela um kamehameha para a lareira foi uma das coisas mais engraçadas que vi ultimamente no cinema.
Clichê, atuações fracas, sem terror e sem entender o original. Em "O Exorcista: O Devoto", Victor, um pai que perdeu a esposa, vê sua filha Angela ser possuída após um estranho desaparecimento. Ele busca ajuda de Chris MacNeil, personagem de Ellen Burstyn, para enfrentar o mal que assola a menina. A sequência é um fracasso, sem conseguir sustentar o terror e arrastando clichês. A presença de Ellen Burstyn serve apenas para nostalgia barata. As atuações são fracas, o filme é mais uma produção sobre possessões sem tensão, sem mérito artístico e sem alma. Faltam profundidade e mistério, transformando-o em um produto mercadológico.
não é uauuu, mas também não é uma nota 1 como a critica especializada diz, o ato final do de 1974 é melhor, mas esse não deixa a desejar, tirando as meninas, uma senhorinha que não lembro o nome e a que volta do primeiro filme, o resto do elenco deixam a desejar um pouc
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