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Valdinei S. Santana
1 crítica
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2,5
Enviada em 30 de outubro de 2023
Um filme com bem mais pretensões religiosas e sociais do que vontade de assustar. E, de fato, não assusta - nem pelo roteiro, nem pelos efeitos (que não chegam a ser medíocres, mas fogem de qualquer novidade ou coisa excepcionalmente bem feita).
É um filme de qualquer gênero, menos de terror. Um drama, uma comédia, ficção... qualquer coisa, menos terror.
Brinca de ser ruim. Não tô exagerando, o filme é péssimo. Muito enrolado é demorado. Roteiro horrível. Nos comentários as pessoas irão dizer que é hater. Provavelmente deve ser pessoas que veem filme de vez em quando. O filme é muuuuito ruim namoral.
Eu gostei do filme, achei que não ia gostar, realmente não tem nada haver com o primeiro, mas gostei da forma que ele aborda a fé de diversas maneiras.
Com um final fraco, um susto bom e um elenco esquecivel. Esse novo exorcista é bem mais ou menos, mas eu gostei das [participações das atrizes do original]
Moro nos em Londres, e aqui no Brasil. Primeiramente descordo com graves críticas negativas á esse filme. Se as pessoas fossem ver filme focados, em uma nova história,novo filme em aspectos gerais, e não no clássico independente se filme traz o nome, mas não mesmo; pois nome tem o devoto acrescentado. Teve exorcismo sim, maquiagem ficou perfeita sim das meninas, e atuações foram boas. E várias religiões ou crenças, foi boa idéia e totalmente diferente, e terror foi bom sim. Poderia ser melhor, mas que foi feito muitos aqui tbm gostaram. Drama de famílias diferentes, e lutas para ajudarem a ambos. E A atriz não foi manchada nada, tanto que uma entrevista dela, sincera diz que nada conta negativo ,ao filme ou à seu papel. A morte do padre achei interessante, em se tratar de forte demônio e focado realidade de padres de muitos erros, pecados e fé fraca etc. Nota 7 ao filme. Não gosto do diretor,mas não afetou nesse filme, e acho que no próximo ainda virá mais forte o filme.
Mais do mesmo. Puro oportunismo se aproveitando da merecida fama do filme de Friedkin. Uma verdadeira salada de frases de autoajuda proferidas por personagens rasas, num roteiro medíocre que se apoia em caricaturas de premissas identitárias. E pensar que gastaram 400 milhões de dólares apenas com a compra dos direitos autorais da obra seminal para abrir uma futura trilogia com um produto desse nível. Pensaram grande, fizeram pequeno...
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